Blog FSB

3 min leitura
0

Dia do SACo cheio

3 min leitura

Famílias que convivem com alergia alimentar precisam estar muito atentas aos alimentos que consomem e, embora a população de alérgicos seja estimada em 8% das pessoas até 18 anos e entre 3 e 5% dos adultos, não há, no Brasil, legislação que imponha o dever de rotulagem destacada nos casos em que há alérgeno(s) presente(s) no(s) alimentos.

Assim, além de os consumidores alérgicos terem que carregar relação de possíveis nomenclaturas para o ingrediente que lhe causa reação, há também risco da presença inadvertida de traços de alérgenos em alguns alimentos que compartilham linha de produção, do que resulta a insuficiência da leitura de rótulos. Mais do que isso: perigosa em vista do risco de reações advindas do consumo de alimento contendo alérgenos, ainda que em quantidade pequena (os traços), que podem causar reações severas em alguns casos de alergia.

Por tal razão, o correto encaminhamento do tratamento da alergia alimentar, que se resume a uma dieta bem feita, depende da leitura de rótulos combinada com contatos com serviços de atendimento ao consumidor, a fim de que seja possível verificar se há risco de traços no alimento ou se é caso de opção efetivamente segura.

Infelizmente, a experiência mostrou a essas famílias que muitos dos serviços de atendimento ao consumidor não estão preparados para lidar com esta parcela de clientes, apresentando respostas um tanto estapafúrdias como as destacadas abaixo:

Caso 1:

“Agradecemos o contato feito com a [empresa]

No momento, não dispomos da lista de produtos sem traços desses ingredientes”.

Caso 2:

“Agradecemos o seu contato com a [empresa].

Informamos que não dispomos deste tipo de serviço, quanto a indicação de produtos para casos específicos.

Não sendo possível atendê-la em sua solicitação neste momento.

Solicitamos que a senhora adquira informações junto ao médico, ou verifique os componentes no verso das embalagens dos produtos”.

Os casos acima apontam situações em que não só não houve informação, como a indústria, que produz o alimento, entendeu ser razoável sugerir ao consumidor que questionasse ao médico quais os produtos fabricados por ela que seriam seguros para seu consumo.

Mais temerários que estes, são os casos em que há informações, mas são incorretas, imprecisas, como nos casos em que o atendente informa a um consumidor que questiona sobre a presença de leite que o produto não contém lactose ou quando, questionado sobre presença de carne de vaca, diz que a gelatina, feita com tutano, é segura para o consumo.

Diante deste quadro de respostas insatisfatórias, um grupo de mães se uniu para fazer o que se denominou de SACo Cheio, um movimento que resulta em mutirão de telefonemas a uma mesma empresa a fim de forçar que o time do serviço de atendimento ao consumidor escale o tema a time técnico, que reporte o aumento da estatística de chamados relacionados à alergia alimentar aos profissionais de marketing e, assim, com esta força-tarefa, haveria um melhor mapeamento dos alimentos seguros para as pessoas com alergia alimentar.

Como resultado parcial, percebeu-se que, se de um lado, algumas das indústrias contatadas em um dos mutirões identificaram, de fato, a demanda dos alérgicos e passaram a transmitir informações mais precisas, de outro, houve quem tenha passado a se enclausurar de tal maneira contra este mercado a ponto de alegar que poderiam ter traços de alérgenos em toda a sua linha de produção, sem sequer fazer ressalva para provável inexistência de risco de contaminação com crustáceos ou peixe:

“Bom Dia, [consumidor] Agradecemos seu contato. Referente ao solicitado, infelizmente não temos em nossa linha de produtos com total restrição de alérgenos, pois podem conter cruzamento na mesma linha de fabricação. Será transmitido ao conhecimento de nosso Depto de Pesquisa e Desenvolvimento, a sugestão de fabricar produtos nesse segmento”.

Apesar deste nível de resposta apresentado inclusive por empresa de grande porte, o SACo Cheio tem membros e esperança renovada e, enquanto não houver lei, buscará as informações necessárias para garantir a saúde de sua família. Vale destacar que a ideia não é expor negativamente as indústrias que utilizam alérgenos como ingrediente, mas identificar o que há de seguro no mercado e compartilhar resultados com demais membros dos grupos de famílias de pessoas com alergia alimentar.

 

3 min leituraFamílias que convivem com alergia alimentar precisam estar muito atentas aos alimentos que consomem e, embora a população de alérgicos seja estimada em 8% das pessoas até 18 anos e […]

< 1 min leitura
0

40% da carne comercializada na Bahia é clandestina

< 1 min leitura

A reportagem da Record mostra cenas fortes.  Animais eviscerados no chão, vísceras lavadas no riacho e até um pedaço de carne sendo arrastado por um gramado. Tudo para ser vendido. Um  cachorro aparece vigiando o “material”.

O documentário menciona que segundo o Ministério Público, 40% da carne comercializada é clandestina, e portanto manipulada sem inspeção.

Isso é Brasil.

 

 

http://noticias.r7.com/videos/alerta-da-carne-bahia-tem-alto-indice-de-abate-clandestino-veja-flagras/idmedia/52292aa20cf27b7f73a4610e.html

< 1 min leituraA reportagem da Record mostra cenas fortes.  Animais eviscerados no chão, vísceras lavadas no riacho e até um pedaço de carne sendo arrastado por um gramado. Tudo para ser vendido. […]

< 1 min leitura
0

Uso de PCR para investigar surtos ligados a ovos e salada de maionese

< 1 min leitura

O consumo médio de ovos no Brasil foi de apenas 94/unidades/habitante/ano em 2000, enquanto que em outros países o consumo é três vezes maior. Acredita-se que o pouco consumo de ovos em nosso país esteja associado a restrições a fatores culturais estéticos e de saúde, como colesterol elevado e presença de contaminantes. A incidência de surtos de intoxicação alimentar por salmonelas em diversos países chamou a atenção para fontes comuns de infecção. As investigações epidemiológicas identificaram o consumo de ovos ou alimentos com eles, pelos responsáveis pela maioria dos surtos. A metodologia oficial de diagnóstico de salmonelas em alimentos envolvem cinco fases com muita manipulação, e cerca de 96 horas pela bactéria com a ainda a necessidade de tipificação sorológica. A reação em cadeia pela polimerase (PCR) é rápida e eficaz, dependendo apenas de métodos de extração do material genético e para a retirada de substâncias que possam interferir na técnica. Neste trabalho avaliou-se a técnica do PCR em ovos, maioneses e saladas de batatas envolvidas em surtos de toxinfecção alimentar em comparação com a metodologia bacteriológica convencional. Os resultados obtidos demonstraram a recuperação de 12/30 pelo bacteriológico, 14/30 pela PCR com extração pelo tratamento térmico e 17/30 com extração pelo fenol-clorofórmio. O aumento da recuperação aliado ao menor tempo de execução, variando de 30 horas até 54 horas, conforme a metodologia de pré-enriquecimento da amostra e a metodologia de extração utilizadas, são pontos favoráveis à indicação do uso do PCR para diagnóstico de rotina das salmonelas presentes em ovos e derivados. 

Baixe aqui o artigo completo.

Higiene Alimentar, vol 16 no 100 pg 75-86 set 2002

< 1 min leituraO consumo médio de ovos no Brasil foi de apenas 94/unidades/habitante/ano em 2000, enquanto que em outros países o consumo é três vezes maior. Acredita-se que o pouco consumo de […]

< 1 min leitura
1

Ajuda na análise de perigos do HACCP – importados

< 1 min leitura

Durante o levantamento da análise de perigos, surgem muitas dúvidas sobre quais perigos levantar e a probabilidade de ocorrência dos mesmos. Você acha que a tarefa é mais árdua quando estamos lidando com matérias-primas de outros países?

Não necessariamente. Se nos dispusermos a olhar as informações que o mercado oferece, há dados valiosos compilados por nações mais maduras que o Brasil em termos de estatísticas.

O último relatório do RASFF nos mostra as 10 maiores causa de recall ou alertas emitidos pela Comunidade Européia em 2012.

 

Note por exemplo que se você importa frutas secas da Turquia, nozes e castanhas da China, ou rações da Índia, deve ficar de olho nas Aflatoxinas. As embalagens chinesas também tem apresentado migração de formaldeído, cromo, manganês e níquel. Frutas frescas de Bangladesh estavam contaminadas com Salmonella

Já é um ponto de partida, não?

Bom uso!

 

Informações sobre o RASFF (Rapid Alert System for Food and Feed) aqui

< 1 min leituraDurante o levantamento da análise de perigos, surgem muitas dúvidas sobre quais perigos levantar e a probabilidade de ocorrência dos mesmos. Você acha que a tarefa é mais árdua quando […]

3 min leitura
7

A qualidade do ar comprimido na indústria de alimentos

3 min leitura

Em uma indústria de alimentos, a qualidade do ar comprimido pode ser um fator crítico para garantir a segurança do alimento. Muitas vezes, ele é a última utilidade a ter contato direto com o produto ou com a embalagem primária. Mesmo quando não tem contato direto com o alimento, um ar comprimido de baixa qualidade pode comprometer o acionamento de sensores eletropneumáticos que desempenhem funções críticas nos equipamentos.

“Por que garantir a qualidade do ar comprimido na indústria de alimentos” foi o tema apresentado por Margarete Nagata no IV Encontro de Profissionais da Garantia da Qualidade (ITAL, 4 e 5 de setembro de 2013). Margarete é engenheira de alimentos com grande experiência na área. Acompanhe, a seguir, um resumo de sua apresentação.

Conceito e Qualidade

O ar comprimido é o ar atmosférico sob pressão, ou seja, é o ar atmosférico submetido à ação de um compressor. Em áreas industriais ou urbanas, o ar atmosférico possui em torno de 120 milhões de partículas em suspensão. Este ar pode estar contaminado com microrganismos, poluentes e umidade. Além dos contaminantes que pode carregar da atmosfera externa, o ar comprimido também pode arrastar partículas carbonizadas do óleo lubrificante dos compressores e material oxidado das superfícies internas das linhas de distribuição. As consequências desta contaminação são sérias, podendo causar a deterioração do produto, diminuição do shelf-life, alterações organolépticas ou ainda a perda de matéria-prima por paradas na produção.

Como evitar ou diminuir a concentração de contaminantes no ar comprimido?

Quando se trata de um novo projeto, a prevenção da contaminação do ar comprimido se faz pela configuração da instalação. Margarete sugere duas configurações que possibilitam garantir boa qualidade do ar comprimido. Veja-as na figura abaixo:

arcompnovos

Quando o sistema já está em operação, é essencial considerar a aplicação do ar comprimido: se é para processo, para instrumentação ou ar sanitário. Em seguida, identificam-se os contaminantes visíveis (água, óleo e partículas), os contaminantes microbiológicos (qual o critério de aceitação?) e se faz uma análise da central de compressores e do sistema de geração, considerando tratamento, distribuição e utilização do ar comprimido. Assim, para os sistemas em operação, algumas ações em curto prazo (6 meses) que permitem melhorar a qualidade do ar comprimido são:

– Limpeza da rede de ar comprimido;

– Instalação de purgadores;

– Instalação de unidades de tratamento, filtros coalescentes, filtros de carvão ativado e, se necessário, filtros absolutos.

Ações em longo prazo (acima de 2 anos) incluem:

– Aquisição ou substituição de compressores e secadores de ar comprimido;

– Substituição da rede;

– Redimensionamento da Central de Compressores.

Um sistema de ar comprimido pode ser qualificado ou validado. O quadro abaixo mostra as diferenças entre uma e outra atividade: 

arcompvalid

Normas e critérios para análise e classificação do ar comprimido

A Norma ABNT ISO 8573-1, revista em 26/03/2013, define várias classes de pureza para o ar comprimido. Estas classes são estabelecidas mediante resultados das seguintes análises, independentemente da aplicação:

– Temperatura do ponto de orvalho (°C);

– Teor de umidade, forma líquida (g/ m3);

– Teor de óleo (mg/ m3);

– Partículas não viáveis (Unid/m3 ou mg/m3).

Para outros analitos, que podem ser importantes para certas aplicações, não há nenhuma classe de pureza definida pela Norma:

– Partículas viáveis (UFC/ m3);

– CO, CO2, SO2, O2, NO+NO2

A Norma ABNT ISO 22.002-1, de 17 de julho de 2013, determina que a organização deve estabelecer requisitos para filtração, umidade (UR%) e microbiologia do ar usado como ingrediente ou para contrato direto com o produto. Onde a temperatura e/ou umidade do ar for crítica para a organização, um sistema de controle deve ser implementado e monitorado.

Imagem em destaque: Air Press Compressores

Leia também:

A cafeína no banco dos réus

Alimentos “politicamente seguros”: arsênio, agrotóxicos e mais

Adoçantes artificiais ajudam a engordar??

3 min leituraEm uma indústria de alimentos, a qualidade do ar comprimido pode ser um fator crítico para garantir a segurança do alimento. Muitas vezes, ele é a última utilidade a ter […]

2 min leitura
1

Riscos de conservação em supermercados

2 min leitura

Quantas vezes nos deparamos com produtos devolvidos nas gaiolinhas dos caixas em supermercados? O que pode piorar é quando os produtos devolvidos deveriam estar refrigerados… Esse é apenas um dos problemas de conservação dos produtos disponíveis no supermercado. A refrigeração adequada é essencial para a manutenção da qualidade dos produtos, principalmente para evitar o crescimento microbiológico. O controle do estoque, a disponibilização dos produtos e sua conservação física também são pontos a serem observados pelos consumidores.

O controle da temperatura é essencial para conter a atividade microbiana, pois quanto menor for a temperatura, menor será a velocidade das reações bioquímicas. Principalmente para produtos congelados ou refrigerados, quando esse é retirado de sua temperatura ideal, e mantido nessa condição por certo tempo, temos um aumento da temperatura, o que favorece a proliferação microbiológica. Mesmo que esse alimento posteriormente retorne às condições de refrigeração, o dano já está feito, pois o desenvolvimento ocorrido no período fora da baixa temperatura não será reversível.

Essa alteração de temperatura ocorre por culpa dos próprios clientes, que muitas vezes desistem da compra e não retornam o produto ao local adequado, mas também pode ocorrer por falhas nos controles dos supermercados. O que podemos fazer é observar as condições dos equipamentos da rede de frio, como vedação das borrachas das geladeiras, disponibilidade de termômetros nos locais de conservação. Além disso, alguns alimentos “deixam rastros” quando são submetidos à um congelamento após terem sofrido variação de temperatura, como por exemplo a presença de cristais de gelo na parte interna da embalagem e até mesmo a cor do gelo dos balcões, pois quando algum produto descongela, parte dele irá vazar pela embalagem e ao ser novamente congelado, o gelo será formado pela mistura da água com o produto que vazou.

Outro ponto de atenção nos supermercados deve ser com relação à disposição dos produtos. Em grandes redes de supermercado, esse problema é bastante minimizado, pois os itens são separados por categorias, porém em supermercados menores, muitas vezes observamos, por exemplo, itens de limpeza, dividindo prateleiras com itens alimentícios. Aqui o risco está na contaminação cruzada, pois é bastante comum encontrarmos embalagens danificadas nas prateleiras, ou seja, uma embalagem danificada de sabão em pó, pode atingir uma bandeja de ovo que esteja armazenada em local próximo.

A verificação da data de validade é um item que já se tornou hábito para a grande maioria dos consumidores, mas ainda é comum vermos notícias na internet ou televisão sobre locais que apresentaram falhas nesse quesito e que sofreram as penalidades dos órgãos públicos. Especialmente nas grandes redes, o controle de estoque deve ser um dos grandes pilares para garantir a segurança dos produtos ofertados.

Como consumidores, é importante entendermos nosso papel para a melhoria dos serviços de alimentação, como fiscais no dia a dia, já que muitos dos sinais estão visíveis aos nossos olhos. E manter a atenção para evitarmos levar os riscos para dentro de casa.


2 min leituraQuantas vezes nos deparamos com produtos devolvidos nas gaiolinhas dos caixas em supermercados? O que pode piorar é quando os produtos devolvidos deveriam estar refrigerados… Esse é apenas um dos […]

< 1 min leitura
1

Hoje é o dia do engenheiro de alimentos

< 1 min leitura

Em 1970 se formou a primeira turma de engenheiros de alimentos no Brasil. Eram apenas 6 pessoas.

Deste então, esta categoria profissional não para de zelar pela qualidade e segurança dos alimentos que consumimos.

Um colega presta depoimento sobre a carreira, assista o vídeo:

http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/videos/t/eu-amo-meu-trabalho/v/eu-amo-meu-trabalho-engenheiro-de-alimentos/2868031/

 

Saiba mais sobre a história da profissão:

http://www.abea.com.br/userfiles/file/historia/pdf_historiafeaunicamp.pdf

 

Com orgulho desejo a todos os parabéns por esta data.

< 1 min leituraEm 1970 se formou a primeira turma de engenheiros de alimentos no Brasil. Eram apenas 6 pessoas. Deste então, esta categoria profissional não para de zelar pela qualidade e segurança […]

< 1 min leitura
0

Mini-curso sobre microbiologia preditiva na Unicamp

< 1 min leitura

Local: Salão Nobre, Faculdade de Engenharia de Alimentos, UNICAMP. Campinas, SP
Horário: 14:00-16hs.
Data: 04 de Novembro de 2013.

Inscrições via e-mail para mcarolinecarvalho@gmail.com

OBS.: Será oferecido certificado de participação aos inscritos. 
na Secretaria do DCA.

SHORT COURSE
Predictive Microbiology as Food Safety Management Tool
Prof. Kostas Koutsoumanis, PhD.
Associate Professor.
Faculty of Agriculture, Dept. of Food Science and Technology
Aristotle University of Thessaloniki
Thessaloniki, Greece.

< 1 min leituraLocal: Salão Nobre, Faculdade de Engenharia de Alimentos, UNICAMP. Campinas, SP Horário: 14:00-16hs. Data: 04 de Novembro de 2013. Inscrições via e-mail para mcarolinecarvalho@gmail.com OBS.: Será oferecido certificado de participação aos […]

2 min leitura
0

Requisitos estatutários e regulamentares: um guia para aplicação

2 min leitura

Está na Norma. A ISO 22.000:2005 (NBR ISO 22.000:2006) exige que muitas das decisões tomadas pela Organização na estruturação de seu SGSA, estejam baseadas em requisitos estatutários e regulamentares. A grosso modo, equivale a dizer que as organizações devem pautar suas decisões com base em suas próprias crenças (requisitos internos – estatutários) obedecendo a regulamentos legais (legislação). O atendimento a estas condições deve ser demonstrado e adequadamente documentado, normalmente através de registros de processo, certificados de análise, documentos com valor legal expedidos pelos órgão competentes, entre outras formas.

Menções aos requisitos estatutários e regulamentares como base das decisões das organizações surgem em diversos trechos da Norma. Uma lista com suas ocorrências, por requisito normativo, foi preparada e pode ser conferida abaixo. Uma breve interpretação é apresentada como ponto de partida.

1. Objetivo – esclarece que um dos objetivos da Norma é apresentar requisitos que permitam à Organização demonstrar conformidade com os requisitos estatutários e regulamentares de segurança de alimentos aplicáveis.

5.1. Comprometimento da direção – solicita que a alta direção esteja comprometida com o SGSA, e uma das formas de evidenciar este comprometimento é comunicando à Organização a importância em atender requisitos estatutários, regulamentares, entre outros.

5.2. Política de segurança de alimentos – cita que a Política definida pela alta direção deva estar em conformidade com os requisitos estatutários e regulamentares, entre outros.

5.6.1. Comunicação externa – solicita que sejam mantidos disponíveis os requisitos estatutários e regulamentares (e como se a Organização mantém contato com as autoridades).

5.6.2. Comunicação interna – solicita que a Organização possua método para promover a comunicação interna, incluindo a ESA, em assuntos ligados a requisitos estatutários e regulamentares.

7.2.2. Programa de pré-requisitos – solicita que a Organização identifique os requisitos estatutários e regulamentares relacionados aos PPR.

7.3.3.1. MP, ingredientes e materiais que entram em contato com os produtos – solicita que a Organização identifique os requisitos estatutários e regulamentares relacionados.

7.3.3.2. Características do produtos finais – solicita que a Organização identifique os requisitos estatutários e regulamentares relacionados.

7.3.5.2. Descrição das etapas de processo e medidas de controle – solicita que estejam descritas e que sejam citados os requisitos estatutários e regulamentares relacionados que podem causar impacto nas suas escolhas.

7.4.2.3. Identificação de perigos e determinação de níveis aceitáveis – informa que o nível aceitável dos perigos identificados seja tomado com base nos requisitos estatutários e regulamentares.

7.9. Sistema de rastreabilidade – solicita que os registros da rastreabilidade obedeçam aos requisitos estatutários e regulamentares.

 

2 min leituraEstá na Norma. A ISO 22.000:2005 (NBR ISO 22.000:2006) exige que muitas das decisões tomadas pela Organização na estruturação de seu SGSA, estejam baseadas em requisitos estatutários e regulamentares. A […]

< 1 min leitura
0

Bife bem passado “rotulado”

< 1 min leitura

Muito interessante esta plaquinha que acompanha o bife, em um restaurante argentino, indicando ao consumidor o status do cozimento!

< 1 min leituraMuito interessante esta plaquinha que acompanha o bife, em um restaurante argentino, indicando ao consumidor o status do cozimento! Visualização da postagem 178

Compartilhar
Pular para a barra de ferramentas