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FDA publica guia para redução da acrilamida em alimentos

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O FDA publicou na última quinta-feira um guia que traz recomendações para minimizar os níveis de acrilamida em certos alimentos, ajudando a mitigar o risco potencial para a saúde humana. Baixe o guia na íntegra neste site:

http://www.fda.gov/downloads/Food/GuidanceRegulation/GuidanceDocumentsRegulatoryInformation/ChemicalContaminantsMetalsNaturalToxinsPesticides/UCM374534.pdf

A acrilamida é um composto que se forma através de uma reação química, que ocorre quando um alimento é submetido a altas temperaturas – ao fritar, assar ou torrar – e esta formação está basicamente relacionada a produtos ricos em amido, como por exemplo, batatas e cereais. Também é encontrada na fumaça dos cigarros e é produzida industrialmente para uso em plásticos, argamassa, produtos para tratamento de água e cosméticos.

Neste guia, ainda em fase de “consulta pública” e sem qualquer obrigação de implementação ou força de lei, o FDA sugere algumas ações a serem tomadas pelos produtores primários, fabricantes de alimentos e serviços de alimentação, na tentativa de reduzir o potencial de formação de acrilamida. As recomendações incluem a seleção de certas variedades de batata ou trigo, estocagem de ingredientes em certas condições, redução da temperatura de fritura, utilização de métodos de coloração ou fermentação alternativos e adição de determinados ingredientes no processamento. Importante salientar que o guia não especifica propostas de níveis aceitáveis admissíveis para acrilamida nos alimentos. De acordo com o documento, a acrilamida presente nos alimentos é uma preocupação, por poder causar câncer em cobaias de laboratório em doses elevadas, e por isso, supõe-se que representa uma substância potencialmente cancerígena a humanos.

Há controvérsias. Nem todos os cientistas concordam que a acrilamida realmente representa uma ameaça à saúde humana. Até mesmo um comitê da Organização Mundial da Saúde concluiu que estudos epidemiológicos não fornecem qualquer evidência consistente de que a exposição à acrilamida, de forma ocupacional ou pela dieta, esteja associada ao aparecimento de câncer em humanos.

E você, leitor, o que acha? Mesmo que ainda não existam provas cabais de que a acrilamida tenha de fato um potencial de nos prejudicar, minimizar mais esta substância à qual estamos expostos pode eventualmente ajudar a proteger a nossa saúde no futuro. Afinal de contas, ainda não sabemos os reais efeitos em médio e longo prazo.

 
Fonte:

http://www.foodsafetynews.com/2013/11/acrylamide-in-food/#.UolMDMRwqSo

 

Saiba sobre a acrilamida em:
Uma década da descoberta da acrilamida
Batata pala pequisada pela Proteste apresenta teores variados de acrilamida em 

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O direito à informação no Código de Defesa do Consumidor x rotulagem de alimentos

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É de conhecimento de todos (ou de uma parte considerável, especialmente da indústria), que o consumidor tem direito à informação por conta do quanto prevê o Código de Defesa do Consumidor. E o Código não se limita a garantir tal direito pela previsão de um princípio, por exemplo. Diferentemente, referido Código traz o direito à informação em uma série de dispositivos, desde a previsão de que a composição dos produtos deve ser informada de maneira adequada e clara (art. 6º, III), passando pela relação de tal direito com a proteção à vida, à saúde e à segurança (art. 8º), tendo expressado de forma literal que informações corretas, claras, precisas, ostensivas sobre a composição de produtos inclusive sobre os riscos que os produtos possam apresentar à saúde e à segurança dos consumidores (art. 31).

E faz todo sentido, se pensarmos que o fornecedor tem acesso a todo o processo de produção a um custo menor, desde a relação de fornecedores de matéria-prima, qual o percurso que os ingredientes fazem na linha de produção até se tornarem um produto disponibilizado ao mercado consumidor. Reconhecendo que seria muito mais complexo e oneroso ao consumidor, que sequer tem condições técnicas para compreender os passos do processo de produção, o sistema de proteção ao consumidor lhe garante amplo acesso a informações.

Diante deste sistema protetivo, caso o consumidor necessite de alguma informação específica sobre a composição de um produto para garantir a proteção de sua vida, saúde e segurança, deve ter acesso ao que pleiteou ainda que não haja lei expressa determinando a indicação de uma desta informação no rótulo do produto.

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O que fazer com os alimentos quando falta energia elétrica?

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Situações adversas como enchentes e falta de energia trazem uma série de transtornos. Entre eles coloca em risco a integridade e segurança dos alimentos e principalmente a saúde da população, por este motivo o Ministério da Saúde da Argentina através da ANMAT (Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia) disponibilizou algumas orientações gerais de como garantir a segurança nestes casos.

 Recomendações para manipulação segura em caso de enchentes

–  Jogue fora alimentos que tiveram contato com água da enchente;
–  Descartar alimentos que estejam com odor, cor ou textura anormais;
–  Descartar alimentos perecíveis que ficaram fora de refrigeração (temperaturas maiores que 5°C), por mais de 2 horas;
–  Alimentos em embalagens impermeáveis e com fechamento hermético, como latas que não apresentam nenhum dano e tiveram contato com a água, podem ser recuperadas, seguindo as seguintes instruções: Lavar e deixa-las imersas em solução de 250ml de cloro e 20L de água;
–  Descartar alimentos com embalagens permeáveis, que tiveram contato com a água da enchente, e que não se pode desinfetar;
–  Siga as medidas básicas de higiene como lavar as mãos com sabão antes de preparar refeições, depois de usar banheiro, após atividades de limpeza ou depois de manipular objetos que tiveram contato com a água contaminada;
–  Lavar com água quente e sabão utensílios de metal, cerâmica, vidro que tiveram contato com a enchente. Desinfetar com água fervendo e deixar de molho em solução desinfetante, respeitando a concentração e tempo indicados no rótulo do produto;
–  Descartar utensílios e objetos domésticos como recipientes plásticos, mamadeiras ou chupetas de bebês que entraram em contato com a água.

 Recomendações para falta de energia

–  Manter as portas da geladeira e freezer fechadas. A geladeira manterá os alimentos frios por aproximadamente 4 horas se a porta se mantiver fechada;
–  O freezer cheio manterá a temperatura por cerca de 48 horas (24 horas se estiver pela metade). Se o congelador não estiver cheio juntar as embalagens para que uma proteja a outra;
–  Alimentos congelados só estarão seguros se mantiverem cristais de gelo ou temperatura menor que 5°C;
–  Após retorno da energia é necessário avaliar cada alimento individualmente, na dúvida descarte.
 
Recomendações para consumo de água segura
–  Assegurar-se que a água para consumo, preparo de alimentos e higiene pessoal seja segura;
–  Para eliminar microrganismos da água, pode-se utilizar dois métodos:
1)     Colocar 2 gotas de água sanitária para cada litro de água e deixar repousar por 30minutos antes de consumir;
2)     Outra forma é ferver a água por 5 minutos após inicio da fervura. Esperar esfriar antes de consumir;
–  Estas medidas gerais permitem eliminar microrganismos que podem causar doenças, mas não elimina contaminantes químicos.

Em caso de dúvidas consulte autoridades sanitárias locais.

 Fonte:

http://www.anmat.gov.ar/Alimentos/Seguridad_los_alimentos_y_del_agua.pdf

 

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GFSI lança guia sobre competências de auditores de segurança de alimentos

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O que é preciso para se tornar um auditor de segurança de alimentos? Ouço esta pergunta com frequência das partes interessadas. Essa questão é atemporal, porém a cada dia se tem questionado mais a credibilidade de formação destes profissionais e do processo de auditoria, como foi comentado de forma direta em Produtores de melão processam o auditor que os aprovou com nota “superior” e de forma mais indireta em Qualificar fornecedor que tem falhas no HACCP é como tomar remédio falso.

Para responder a este anseio, o Global Food Safety Initiative (GFSI) traz as respostas através de um guia publicado esta semana, que pode ser baixado aqui.

Traduzimos o índice para você:
1 . Habilidades de auditoria e Conhecimento
1.1 Planejar e organizar o trabalho de forma eficaz
1.2 Realizar a auditoria dentro dos prazos estabelecidos
1.3 Comunicação com o pessoal da entidade auditada em todos os níveis
1.4 Coletar evidências através de entrevistas
1.5 Coletar evidências pela observação e investigação
1.6 Coletar evidências pela análise da documentação e registros
1.7 Analisar , verificar e consolidar a evidência de auditoria e gerar resultados
1.8 Elaborar relatórios de auditoria por escrito e acompanhamento e constatações
2 . Habilidades técnicas e conhecimentos
2.1 Gestão de Segurança Alimentar ( FSM) Requisitos para a Indústria Scopes Al , All, Bl, C , D, El , Ell , elll , VFV , e L 11
2.2 Boa Agrícola / Aquicultura Prática ( GAP ) Requisitos para a Indústria Scopes Al , All, Bl, e Bll20
2.3 Boas Práticas de Fabricação (BPF) Requisitos para a Indústria Scopes D , El , Ell , elll , VFV , e L ….. 1
2.4 HACCP Requisitos para todos os Setores 3. Comportamento e Pensamento Sistêmico
3.1 Conduta e Comportamento
3.2 Pensamento Sistêmico
3.3 Comportamento Organizacional 

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Panorama sobre IV Seminário Monitoramento e Rastreabilidade na Indústria de Alimentos

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No dia 13 de Novembro de 2013 foi realizado no Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) o IV Seminário sobre Monitoramento e Rastreabilidade na Indústria de Alimentos que gentilmente cedeu uma vaga para o Blog Food Safety Brazil divulgar as novidades sobre a temática apresentada. Esse tema vem sendo muito discutido nos últimos anos e cada vez mais tem o seu conteúdo aprimorado por meio de estudos de casos e iniciativas inovadoras de empresas privadas do setor de alimentos. No seminário apresentado pudemos ver que não só o setor privado está muito preocupado com a rastreabilidade da cadeia dos seus produtos como também o setor estatal representado pela ANVISA e pelo MAPA que estão empenhados em aprimorar programas de monitoramento de contaminantes em alimentos.

A exposição de ideias teve início com a participação da ANVISA, representada pelo Sr. Carlos Gomes que mostrou os objetivos do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, o PARA. Foi demonstrada a imensa preocupação com a utilização de agrotóxicos proibidos pela legislação brasileira e a utilização errônea em diversas culturas. A mesma atitude de fiscalização aliada à preocupação com a utilização errada de produtos voltados para alimentos de origem animal foi citada pelo MAPA, representado pelo Médico Veterinário Leandro Moretti. Ele mostrou a importância do uso correto de vacinas, vermífugos e o tempo de meia vida de defensivos agropecuários. Em ambos os casos há projetos de rastreabilidade e monitoramento por meio dos produtos finais até a origem da sua matéria prima (upstream), podendo assim identificar qualquer problema relatado e contatar os responsáveis.

Pelo setor privado podemos destacar as ações orquestradas pela Nestlé conjuntamente com seus produtores e fornecedores, aprimorando a rastreabilidade e o controle sobre as matérias primas e a origem dos seus produtos. Durante alguns anos a empresa detectou problemas na qualidade da matéria prima, com isso a Nestlé adotou como programa principal o Projeto “Criação de Valor Compartilhado”. Esse projeto firmou parcerias entre a Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz (ESALQ), produtores rurais e a Nestlé aliando conhecimento em analises de solo e treinamentos dos produtores com a tecnologia em aditivos agrícolas fornecidos pela empresa. Tal parceria traz como excelente resultado grande qualidade das matérias primas, um maior rendimento dos recursos naturais, um maior controle da origem dos produtos e uma certeza por parte dos produtores que sua produção agrícola tem destino certo.

Todos esses projetos privados e estatais não seriam efetivos nos seus objetivos se não estivessem aliados à alta tecnologia proporcionando uma alta velocidade nos procedimentos de rastreabilidade e monitoramento dos produtos até a sua origem. Tal tecnologia foi desenvolvida e é aprimorada a cada dia que passa por empresas como Safe Trace, Pari-Passu e GS1-Brasil. Ambas as empresas fornecem ferramentas e aparatos tecnológicos para aumentar a velocidade de rastreabilidade de produtos até a sua matéria prima de origem. A empresa Safe Trace, representada pelo palestrante Vasco Picci, tem desenvolvido etiquetas, Qcode e softwares de rastreio para seus clientes. Clientes como Carrefour, Pão de Açúcar e Wallmart necessitam do armazenamento de inúmeros dados referentes à origem da matéria prima e todos os dados pertinentes a cadeia de rastreabilidade, possibilitando em até 2 horas desmembrar toda a cadeia do alimento e por meio desse fato agregar mais confiabilidade ao seu produto.

As empresas Pari-Passu e GS1-Brasil demonstraram por meio das palestras de Thomas Eckschmidt e Flavia Ponte S. Costa, respectivamente, a importância dos diversos softwares desenvolvidos por ambas as instituições. Essas ferramentas tecnológicas enviam as informações da cadeia produtiva dos produtos com muito mais rapidez, tornando muitas vezes as consultas a serem realizadas on-line, ou seja, em tempo real.

Nesse seminário pudemos ver a grande preocupação dos setores privado e estatal em melhorar e monitorar a rastreabilidade na cadeia produtiva em alimentos, mostrando que a velocidade de transmissão de dados por meio do uso de recursos tecnológicos é essencial para um melhor controle em todas as etapas de produção e distribuição dos produtos. Tal fato traz uma maior credibilidade para os produtos e uma maior cooperação entre os dois setores altamente envolvidos, em prol de maior bem estar ao consumidor final.

Este tradicional evento é organizado por Hector Abel Palácios e Neliane Arruda Ferraz.

Aguarde mais posts sobre as palestras!

 

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Artigos gratuitos para baixar no site Safefood360

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Mais um achado da Rede: um série de “whitepapers” sobre temas de muito interesse para quem gerencia Food Safety:

Mycotoxins
Chemical Hazards in Food Safety
Food Safety Auditing – principles and practices
Metal detection
Basic Microbiology for Food Safety managers
Complaints Handling under GFSI
Microbiological Risk Assessment (MRA) in Food Processing
Cleaning and desinfection in Food Processing Operations


 Baixe no site SafeFood360

 

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Contaminação cruzada pouca é bobagem

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Um método para temperar a carne? Água para regular a brasa? Um vizinho da lavoura próxima aplicando agrotóxicos?

De qualquer forma, uma super contaminação cruzada neste churrasco.

< 1 min leituraUm método para temperar a carne? Água para regular a brasa? Um vizinho da lavoura próxima aplicando agrotóxicos? De qualquer forma, uma super contaminação cruzada neste churrasco. Visualização da postagem […]

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A gordura trans já foi considerada segura, e agora?

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Em 07 de novembro, a Agência que controla alimentos e medicamentos nos Estados Unidos (FDA) divulgou um comunicado em que informa sua decisão preliminar de não considerar mais os óleos hidrogenados portadores de gordura trans como substâncias GRAS, ou seja, “amplamente reconhecidas como seguras”.

Para que uma substância alimentar seja GRAS, deve ser reconhecida como segura por peritos teoricamente qualificados, sob as condições de uso previstas. No entanto, é sempre bom que se diga, a isenção técnica destes peritos é altamente questionável, pois em sua maioria (ou totalidade) são funcionários das próprias empresas fabricantes da substância avaliada. Já detalhei isso em outro post (veja aqui).

Quando uma substância deixa de ser GRAS, seu uso em alimentos passa a depender de uma aprovação prévia do FDA antes da comercialização.

A intenção do FDA é reduzir a presença de gorduras trans nos alimentos e até eliminá-la em futuro próximo. A Agência está solicitando comentários sobre qual impacto isso teria nas empresas e como garantir uma transição suave, se a decisão final for emitida.

A gordura trans é associada a um maior risco de doença arterial coronariana, quadro clínico no qual placas de gordura, colesterol, cálcio se acumulam no interior das artérias e podem causar um ataque cardíaco. Um relatório de 2002 feito pelo Instituto de Medicina da Academia Nacional de Ciências encontrou uma correlação direta entre a ingestão de altos níveis de gordura trans e aumento do transporte de lipoproteína de baixa densidade (LDL), comumente conhecida como colesterol “ruim”. Esta correlação representa um maior risco de doença cardíaca.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA estima que a redução de gorduras trans na cadeia alimentar pode evitar cerca de 7.000 mortes por doenças do coração a cada ano e até 20 mil ataques cardíacos por ano.

A gordura trans não vai desaparecer completamente dos alimentos porque também ocorre naturalmente em pequenas quantidades em carnes e produtos lácteos. Também está presente em níveis muito baixos em outros óleos comestíveis.

O que deve fazer o consumidor?

Mesmo com a tendência de reduzir ou eliminar a gordura trans nos alimentos verificada nos últimos anos, ainda é possível encontrar muitos alimentos onde elas estão presentes. Isso ocorre tanto nos EUA como no Brasil. O consumidor deve então ler as tabelas nutricionais dos alimentos e considerar a quantidade de gordura saturada, colesterol e gordura trans. A FDA recomenda escolher o produto que tem o menor valor combinado desses três nutrientes.

Mas atenção: mesmo que um alimento informe em sua embalagem não conter gordura trans, é uma boa ideia olhar para os ingredientes. De acordo com as normas vigentes no Brasil, se o alimento contém menos de 0,2 gramas de gordura trans por porção (e alguns alimentos têm a porção muito pequena), este valor pode ser arredondado para zero. Mas se houver óleo hidrogenado ou gordura vegetal hidrogenada na formulação, pode haver uma pequena quantidade de gordura trans neste alimento. Olho vivo e boa saúde!

Leia também:

Como se determina a segurança de um novo aditivo alimentar?

Alimentos “politicamente seguros”: arsênio, agrotóxicos e mais

Corantes artificiais causam hiperatividade em crianças?

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Critérios para projeto sanitário de equipamentos

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Já está disponível em português brasileiro o manual “Critérios para Projeto Sanitário de Equipamentos” da European Hygienic Engineering Design Group.
Ele é o primeiro de uma série que está sendo traduzida por voluntários e expertos como professores universitários, especialistas do Senai, da Flavor Food e empresas de equipamentos como GEA, Tetrapak, JBTS.

A melhor notícia é que pode ser acessado gratuitamente!

Baixe no site da EHEDG;

 

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Países certificados na ISO 22000

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Você sabia que a China é a maior detentora de certificados ISO 22000 do planeta, com 8228 emissões em 2012?

Fazia ideia que um país pequeno como a Romênia teve 1011 empresas certificadas no ano passado, ao passo que apenas 135 empresas nos Estados Unidos optaram por demonstrar conformidade através deste esquema?

Veja o mapa da certificação nesta norma e alguns dados que separamos para você:

China 8228
Romênia 1011
Grécia 1097
Itália 820
Japão 762
Turquia 741
Espanha 468
Egito 233
Indonésia 222
África do Sul 218
Brasil 171
Rússia 171
EUA 135
Austrália 133
Kenya 118
México 112
Arábia Saudita 110
Chile 74
Índia 0

Fonte: Site ISO

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