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Implementação de sistemas de gestão em indústrias de alimentos

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O artigo apresenta pontos-chave para uma gestão eficaz, todos baseados no atendimento de especificações e na garantia da segurança de alimentos.

Este conteúdo deu origem ao sonho de se publicar o livro “Implementação de Sistemas da Qualidade e Segurança dos Alimentos“. 

Autoria Juliane Dias e Luciana Heredia

Clique aqui para fazer o download do conteúdo publicado na revista Controle de Contaminação em  Março 2009 Ano 11 no 119

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EUA não atingem seus objetivos de segurança de alimentos

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O relatório anual do Center of Desease Control and Prevention (Food Net) mostra que as metas americanas de ocorrência de L. monocytogenes, Salmonella e Campylobacter não foram atingidas. O número total de casos de Doenças Transmitidas por Alimentos documentados em 2011 foi dr 19 mil. A título de comparação, no Brasil foram registrados 8 mil casos no mesmo período.

Já para E.coli O:157:H7 as ocorrências aconteceram abaixo do Objetivo Nacional de Segurança, que é 1 a cada 100 mil habitantes (mas ainda assim, houve um aumento, já que foi de 0.98 em 2011 e 0.95 em 2010).

Resultados mais mais distantes das metas (ocorrência a cada 100 mil habitantes 2011/objetivo)
Campylobacter 14,3 /12,3
Salmonella 16,4/ 6,8
Listeria 0,28 / 0,24

Os americanos estão preocupados por não terem todos os indicadores dentro de suas metas. Estes resultados tem a força de pressionar ainda mais o governo a implementar o Food Modernization Act, que anda engavetado.

E nós, quanto vamos ter ferramentas para apurar de forma confiável nossas ocorrências, conhecer a causa de nossos problemas e então passar a medir, monitorar e gerenciar resultados? Não atingir metas pode ser ruim, mas não estabelecê-las é estar a muitos passos para trás.

 

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Aprendizado sobre tratamento de E.coli após surto europeu

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É um fato aceito entre os médicos especialistas que uma infecção de E. coli não deve ser tratada com antibióticos, uma vez que estes medicamentos podem piorar a doença. Mas uma nova revisão de estratégias utilizadas para tratar as vítimas de surto Europeu do ano passado mostra que uma combinação de dois ou mais antibióticos pode ter ajudado os pacientes se recuperarem da síndrome hemolítico-urêmica (SHU) – uma complicação potencialmente fatal da infecção por E. coli.

O surto de 2011, no Norte da Alemanha, foi caracterizado por um número atipicamente elevado de casos de SHU. Das mais de 4.000 pessoas doentes por E. coli O154:H4, 22% desenvolveram essa complicação, que pode ser letal. Por outro lado, a E. coli O157: H7, a E.coli produtora de toxina Shiga mais comum dos EUA progride para HUS em 5 a 10% dos pacientes.

SHU ocorre quando as toxinas Shiga liberadas por bactérias E. coli causa danos nos vasos sanguíneos, impedindo o fluxo de sangue adequado, uma vez que as células vermelhas do sangue pode ficar entupidas nos vasos. Privado de sangue, o rim não pode desempenhar sua função de expelir as toxinas através da urina.

Se pensava que os antibióticos aumentavam a chance de um paciente ter, aumentando a morte da bacteriana e desencadeando ainda mais a liberação de toxinas Shiga. Mas um estudo publicado esta semana no British Medical Journal sugere que alguns antibióticos podem realmente ajudar a tratar a doença renal.

Cientistas analisaram 298 pacientes de HUS tratados em 23 hospitais no Norte da Alemanha durante o surto de 2011, descobrindo que os pacientes tratados com pelo menos dois antibióticos eram menos propensos a sofrer a síndrome, não necessitando cirurgia intestinal e não apresentaram sinais de choque tóxico. A taxa de mortalidade entre os indivíduos foi menor do que entre os outros pacientes.

“Antibióticos definitivamente não pioram o curso da infecção e acreditamos que eles são benéficos nos estágios posteriores da doença, quando a fase prodrômica (inicial) está no final”, concluem os autores – uma equipe de 62 especialistas médicos e microbiológicos.

Outra estratégia que não se mostrou eficaz de acordo com este estudo foi plasmaferese, uma terapia que remove o plasma sanguíneo, o trata e retorna para o corpo do paciente. A Sociedade Alemã de Nefrologia recomendava este tratamento, no início de 2011 pois se acreditava que o processo poderia remover a toxina Shiga a partir da corrente sanguínea.

Dos 298 pacientes incluídos no estudo, 251 (84 por cento) foram tratados com plasmaferese. Mas os investigadores descobriram que os pacientes que não receberam esta terapia tiveram a mesma taxa de recuperação dos demais.

Os autores sugerem que os estudos concluindo que a plasmaferase é um tratamento eficaz e não se deve esquecer que foi aplicado no pico da atividade da doença, depois que naturalmente sofreria um declínio.

Já para a E.coli O157:H7, pesquisadores seguem acreditando que o tratamento com antibióticos é prejudicial aos pacientes com SHU. Um estudo da Washington University Medical Center in St. Louis publicada em março, concluir que crianças que receberam antibióticos tiveram mais propensão de desenvolver a SHU.

Fonte: http://www.foodsafetynews.com/2012/07/european-e-coli-outbreak-sheds-new-light-on-treatment-strategies/

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Carga microbiana de uma barata

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Antes e depois: placa de meio de cultura geral “inoculado” com uma Periplaneta americana.

 

Imagem cedida pela Desinsecta, que realizou este experimento.

 

< 1 min leituraAntes e depois: placa de meio de cultura geral “inoculado” com uma Periplaneta americana.   Imagem cedida pela Desinsecta, que realizou este experimento.  

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Aviso ao consumidor – quando é dever? Case em latas

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A leitora Heloísa Batista nos enviou uma foto muito interessante de sua viagem de férias a Argentina. Ela reparou que em todas as embalagens de latas de seu frigobar havia a mensagem “No consumir directamente del envase”.

Fui pesquisar então a origem desta mensagem e caí no “Guía de rotulado para alimentos envasados“.  Nele ficou claro que para nossos hermanos argentinos, trata-se de um requisito legal:

En el rótulo de las bebidas enlatadas con o sin alcohol, gasificadas o no, deberá consignarse con caracteres de buen realce y visibilidad y en un lugar destacado de la cara principal, la siguiente leyenda: “NO CONSUMIR DIRECTAMENTE DEL ENVASE” (15. Resolución Conjunta 83/2008 SPRRS y 312/2008 SAGPyA: Art. 235 tris capítulo V. CAA). 

O objetivo do aviso na embalagem é que todos os estabelecimentos tenham consciência da importância da lavagem das latas antes da venda e consumo, assim como criar no consumidor o hábito de cobrar essa medida, para que todos consumam produtos sem o risco de contrair alguma doença.

Comparando com a realidade brasileira, o que temos aqui é a transferência da responsabilidade para quem revende as bebidas, através da Portaria CVS6/99, válida para o Estado de São Paulo e que estabelece que se deve lavar em água potável as embalagens impermeáveis, antes de abrí-las (item 19.8). Já a Resolução 216/04, de abrangência nacional apresenta texto ainda mais indireto: “Quando aplicável, antes de iniciar a preparação dos alimentos, deve-se proceder à adequada limpeza das embalagens primárias das matérias-primas e dos ingredientes, minimizando o risco de contaminação”. ( item 4.8.7)

De acordo com um estudo feito pelo CETEA em 2003, verifica-se que o maior nível de contaminação encontra-se nas embalagens de bebidas comercializadas por quiosques e ambulantes devido às más condições de armazenagem e manuseio no ponto de venda. Este estudo comprovou que as latas quando acondicionadas em embalagem secundária apresentaram um grau de contaminação muito pequeno (94,4% das amostras analisadas apresentaram contaminação inferior a 50 UFC/cm2) demonstrando que o problema não era proveniente do local de fabricação.

Ainda de acordo com o estudo realizado, a lavagem das latas com água corrente reduziu, em média, a contaminação microbiológica em 98,4% e 31,2% de aeróbios mesófilos e de bolores e leveduras, respectivamente; enquanto que a lavagem com detergente doméstico e água corrente reduziu, em média, tal contaminação em 99,8% e 72,0%, respectivamente.

Diante destes dados, a Procuradoria Pública do Rio de Janeiro notificou a ANVISA que reconheceu a necessidade de inclusão da advertência nas embalagens de bebidas orientando a sua lavagem antes do consumo, merecendo destaque o trecho em que esta Agência “aprova a divulgação da mensagem nas embalagens de latas de bebidas alertando o consumidor sobre a necessidade de lavar a lata antes do consumo ou não beber diretamente da lata obtida para consumo imediato”.

Anvisa reconheceu o fato, mas não houve ação concreta. O procurador fez o pedido e ANVISA respondeu  que era o MAPA que regulava sobre bebidas, e este por sua vez replicou que a contaminação se dá no ponto de venda e não na fabricação de bebidas e que esta era uma medida para promoção da saúde de responsabilidade da Anvisa. Como nenhuma ação de fato foi tomada, a Procuradoria Pública do Rio de Janeiro abriu uma ação pública contra a ANVISA em 2009

Ainda em 2009, ciente de que muitos consumidores acreditam que os lacres protetores que algumas marcas de bebida trazem em suas embalagens são suficientes para eliminar o perigo de contaminação devido à sensação de higiene que eles conferem aos produtos, a PRO TESTE avaliou se esses lacres realmente protegem as embalagens. O teste que simulou o resfriamento das bebidas com gelo proveniente de água contaminada demonstrou que a contaminação foi transferida da mesma forma para todas as latas, seja com ou sem lacre, demonstrando a ineficácia desta medida.

Em artigo publicado denominado O lacre não protege as latinhas, a PRO TESTE apoiou o Ministério Público e solicitou à Anvisa que todas as latas de cerveja tragam a advertência: “Esta embalagem deve ser lavada antes de aberta.”

A preocupação não é novidade em Taubaté, SP, uma vez que desde 2006  existe a LEI Nº 3.926, DE 11 DE ABRIL DE 2006, na qual se define que os estabelecimentos comerciais que vendem bebidas em latas para consumo de imediato ficam obrigados a afixar cartazes com os seguintes dizeres: “Lavar a lata antes de consumir a bebida”. Baixar aqui:  [wpdm_file id=30]

E você, é a favor ou contra ao aviso na embalagem de bebidas? Será que esta é uma medida eficaz para a preservação da saúde?

 

Autoria: Ana Cláudia Frota. Colaboração Heloísa Batista, Luis Fernando Mattos e Humberto Soares.

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Índice geral de post – Consumidores

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Para se iniciar:

Top 10 Surtos de origem alimentar no Brasil Lavagem de mãos: nossas mães tinham razão 10 Fatos sobre seg de alimentos parte 1 10 Fatos sobre seg de alimentos parte 2 10 Fatos sobre seg de alimentos parte 3 A ameaça do alimento inseguro pode estar na embalagem plástica E.coli enterotoxigenicas Monitoramento de Contaminantes em Produtos Vegetais Plano de Controle de resíduos e contaminantes em produtos de origem Animal Bioterrorismo – estamos preparados? A regra das duas horas 
Como evitar a contaminação dos alimentos em nossas casas…

 

Para consumidores:

Consumidor bem informado, alimentação segura Higiene dos restaurantes disponível para o público Tábua certa para o alimento certo Será que carne de frango tem hormônio? Quando devemos lavar ovos? Alimentos com corantes, demanda do consumidor Resfriamento de Ovos x Salmonella Mito ou verdade I Congelamento Mito ou verdade II Vegetarianos Mito ou Verdade III orgânicos Frutas devem ser lavadas antes de se colocar na geladeira? Dicas de limpeza na cozinha Tábua certa para o alimento certo Não cozinhe alimentos em garrafas plásticas Contaminação Cruzada na Cozinha Lavar carnes e frangos melhora a segurança dos alimentos? Alimentos com açúcar – demanda do consumidor Qual é a validade de um alimento cuja embalagem foi aberta? Eduque sua criança para a segurança de alimentos Guia para consumidores – Segurança de Alimentos no Lar Como consumir ovos em casa  Como limpar panelas de alumínio Como descongelar alimentos em casa 
Como preparar álcool 70% em casa
Como refrigerar comida pronta
Como guardar alimentos para o dia seguinte
Alerta sobre consumo de gema crua
O que uma salada pode esconder?
Como resfriar alimentos – com fotos
Festas de Final de Ano: cuidados na preparação de alimentos
Assando o Peru de Natal com segurança
Ceia de Natal: cuidados com o bacalhau

Fotos com flagrantes:

Mortadela embolorada Latões de leite com Durepox Banheiros com abertura direta Falhas na manutenção de temperatura Avental de múltiplas funções Jogo dos sete erros Freezer de açougue em condições precárias A broca do pepino Contaminação cruzada I Contaminação em uma câmara de resfriamento Cena no mercado Ver-O-Peso em Belém 
Rato na Vitrine

 

Histórias, datas, curiosidades:

Sabedoria milenar, peixes predadores e de águas salobras Uma década da descoberta da acrilamida Alergia a chocolate pode ser culpa das baratas Ninho de Andorinha certificado em HACCP Case de ingestão de metal que não causou dano ao consumidor Pegue do chão em até 3 segundos e tudo bem Sete mil anos de frituras A cerimônia da salva – rudimentos de Food Defense Eles também tiveram Piriri Carga microbiana de uma barata
Dia Internacional do Não Uso de Agrotóxicos
Desenho sanitário contra a contaminação cruzada 

Humor (charges e fotos):

Hambúrguer sem Salada Honest Labels Situações de Risco à Seg de Alimentos na China Leite loiro oxigenado Cartoon – Mercúrio Cartoon Metais Pesados Roleta da Salmonella O verdadeiro conceito de Confort Food Cartaz de Sanitário Duas Paixões Brasileiras: churrasco e gambiarra Mosca na sopa? Só mais uma Humor – comunicando um ingrediente alergênico Você compra comida na rua

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ISO 9001 x ISO 22000

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Impacto da Implementação da ISO 9001 x ISO 22000 em empresas de alimentos

Ana Cláudia Frota e Juliane Dias

Revista Controle de Contaminação Janeiro 2011 pg 26-28. Ano 13 n 141

Muitas empresas de alimentos se vêem indecisas diante da decisão a tomar: o que é melhor para minha reputação no mercado: Obter certificação em ISO 22000 ou em ISO 9001? Qual norma exigirá mais tempo e recursos para implementação? Que requisitos estas normas têm em comum? A norma ISO 22000 foi criada para substituir a ISO 9001 em empresas da cadeia produtiva de alimentos? Leia o artigo completo aqui.

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Europa publica relatório sobre resíduos de dioxina em alimentos

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A Autoridade Européia de Segurança de Alimentos publicou o relatório científico
Atualizações sobre o monitoramento dos níveis de dioxina em alimentos e rações
(EFSA Journal 2012;10(7):2832)

Para os recém-chegados, as dioxinas são substâncias persistentes no meio ambiente, bio-acumulativas nos organismos vivos, tendo afinidade pela gordura. Seus danos à saúde são vastos, de depressão do sistema imunológico, ataque ao sistema nervoso, danos ao sistema endócrino e reprodutivo a até câncer.

Destaquei algumas conclusões que me chamaram a atenção:

• Alimentos e rações de origem animal apresentaram níveis maiores de dioxinas e PCBs que outras de origem vegetal. Carne de enguia e fígado de peixe e derivados apresentaram maior média de contaminação tanto para dioxinas como PCBs.

Os níveis de dioxinas e DL-PCBs excederam o nível máximo permitido em 9,7% das amostras de alimentos e em 2,3% das rações.

• Uma queda nos níveis de contaminação por dioxina e PCD foram observadas durantes os entre 1995 e 2010 em três grupos selecionados para análise de tendências: leite cru e derivados do leite, ovos de galinha e derivados e carne de pescados (exceto enguia).

Carne de ovelha apresentou em média menos dioxinas e PCBs que a carne bovina.

Ovos de granja apresentaram quantidade significativamente menor de dioxina e PCBs do que as criadas livremente, em produção orgânica aberta. Salmão de cativeiro e truta apresentaram em média menos dioxinas e PCBs do que os de pesca selvagem.

Resumo:

Dioxins and polychlorinated biphenyls (PCBs) are environmentally persistent substances that have been associated with human health effects. Their presence in food and feed available on the European market is monitored. A total of 13,797 samples were assessed for dioxins and dioxin-like PCBs (DLPCBs) and 19,181 samples for non dioxin-like PCBs (NDL-PCBs). These samples were submitted between 1995 and 2010 by 26 European countries. At least one quantified congener of dioxins and DL-PCBs was found in almost all samples, whereas at least one NDL-PCB indicator was quantified in 68.4 % of the feed and 82.6 % of the food samples. “Meat from eels” and “Fish liver and derived products” contained the highest average contamination levels of both dioxins and PCBs. Levels of dioxins and DL-PCBs, and of NDL-PCBs were above the permitted maximum levels in respectively 10 % and 3 % of the food samples. Depending on the population group, defined as the combination of age class and the respective survey, average exposure to dioxins and DL-PCBs was estimated to be between 0.57 and 2.54 pg TEQWHO05/kg b.w. per day and the 95th percentile between 1.2 and 9.9 pg TEQWHO05/kg b.w. per day. Average exposure to NDL-PCB indicators was estimated to be between 4.3 and 25.7 ng/kg b.w. per day and the 95th percentile between 7.8 and 53.7 ng/kg b.w. per day. Fish, meat and dairy products appeared to be the highest contributing food groups to dietary exposure. Their relative importance depended on age and country of the consumer. A general decrease in dietary exposure of dioxins and DL-PCBs was observed between 2002-2004 and 2008-2010, estimated to be between 16.6 % and 79.3 % for the different population groups. A smaller decrease was observed for NDL-PCBs. Full compliance with legislative requirements for analysis and reporting would facilitate future Europe-wide risk assessments.

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Normas SQF e IFS em consulta pública

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Aqui no Brasil muito pouco se fala nas normas IFS (International Featured Standard) e SQF (Safe Quality Food Institute), que pelo GFSI são consideradas equivalentes no processo de benchmarking, tais como são a FSSC 22000 e o BRC Food Safety.

 Muitos se queixam da dificuldade de acessar as normas, ou mesmo os critérios estabelecidos. É nestes momentos em que as partes interessadas (stakeholders) devem fazer uso de sua influência e participar com comentários.

A SQF estará aberta para consulta por 4 semanas,  com início em 17 jul, 2012. 

http://mygfsi.com/gfsi-benchmarking-general/consultation/sqf-benchmarking-consultation.html

Já a IFS estará aberta para um período de consulta de 4 semanas com início em 13 de julho de 2012

http://www.mygfsi.com/gfsi-benchmarking-general/consultation/ifs-benchmarking-consultation.html

 

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