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Fungos toxigênicos em atmosfera modificada em queijos

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Growth of fungi and mycotoxin production on cheese under modified atmospheres

M.H. Taniwaki, A.D. Hocking b, J.I. Pitt, G.H. Fleet

International Journal of Food Microbiology 68 Ž2001. 125–133

The use of modified atmospheres to prevent fungal growth and mycotoxin production in cheese was evaluated. Eight fungal species: Mucor plumbeus, Fusarium oxysporum, Byssochlamys fulva, B. nivea, Penicillium commune, P. roqueforti, Aspergillus flavus and Eurotium cheÕalieri were inoculated onto cheese and incubated under conditions of decreasing concentrations of O2 5% to -0.5%. and increasing concentrations of CO2 at 20–40%. Fungal growth was measured by colony diameter and ergosterol content. All fungi examined grew in atmospheres containing 20% and 40% CO2 with 1% or 5% O2, but growth was reduced by 20–80%, depending on species, compared with growth in air. The formation of aflatoxins B1 and B2, roquerfortine C and cyclopiazonic acid was greatly decreased but not totally inhibited in these atmospheres. At 20% or 40% CO2 with -0.5% O2, only B. niÕea exhibited growth, which was very slow. Growth of F. oxysporum, B. fulÕa, P. commune and A. flaÕus showed good correlations between colony diameter and ergosterol content.
However, for the other species correlations were inconsistent. 

Clique aqui para baixar o paper completo.

Original gentilmente cedido pela autora e pesquisadora do ITAL, Marta Taniwaki ao Blog Food Safety Brazil.

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Auditorias de Food Safety – Inspeção técnica para reais oportunidades de melhoria

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Auditoria de Sistemas Foos Safety – Inspeção Técnica para reais oportunidades de melhoria

Publicado na revista Controle de Contaminação. Julho 2010 Ano 12 no 135

Autoras: Juliane Dias e Karine Nunes Mafra

Uma indústria de alimentos pode receber auditorias de segurança de alimentos, qualidade e legalidade muitas vezes ao longo do ano. São auditorias realizadas por clientes, órgãos fiscalizadores e organismos de certificação, com objetivo de atestar a qualidade ou segurança do produto e até mesmo a legalidade. Diante  de tantas auditorias, como manter meu sistema de qualidade ou segurança de alimentos sempre preparado?
Quais são os processos que demandam mais treinamentos?
Como atender as solicitações de clientes, fornecedores e requisitos legais de maneira integrada, atendendo aos mais diversos gostos e de maneira funcional à minha realidade?

Clique aqui para baixar o artigo completo.

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Gestão de Segurança de Alimentos em Restaurante Comercial

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Gestão de Segurança de Alimentos em Restaurante Comercial

 RESUMO

Atualmente o quadro de segurança de alimentos nos serviços de alimentação está distante do considerado ideal. Isto requer que a segurança de alimentos seja vista como algo macroscópico e que se entenda que a introdução dos perigos pode ocorrer em todas as etapas do processo. A fim de contribuir com estas empresas, este artigo apresenta o quadro das práticas adotadas na cadeia de produção e fornecimento de alimentos e identifica os pontos críticos de controle dos seus processos. Para sua realização a estratégia de pesquisa adotada foi o estudo de caso em um restaurante comercial. A coleta de evidencias se deu por meio da observação e da documentação. Usaram-se como instrumental de pesquisa o formulário e entrevistas. Os dados obtidos na aplicação do formulário foram tratados qualitativamente e os obtidos nas entrevistas foram processados estatisticamente. Os resultados mostraram a falta de acompanhamento do estado de saúde dos manipuladores e de padronização como as praticas que mais impactam na segurança dos alimentos. Foram identificados como pontos críticos o controle das temperaturas e sobras e a maneira como é conduzida a gestão de pessoal.
Palavras-chave: Serviços de alimentação. Pontos críticos de controle. Boas práticas.

Autores: Gisele Lara de Almeida, Stella Regina Reis da Costa, Arlene Gaspar
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – Seropédica, RJ

Resumo gentilmente cedido pela Revista Higiene Alimentar,para o Blog Food Safety Brazil

Referência: vol. 26, n. 208/209 maio/junho 2012.

www.higienealimentar.com.br

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BPF em Serviços de Alimentação

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Critérios de Boas Práticas em Serviços de Alimentação – do papel à prática

 Publicado na revista Controle de Contaminação em Janeiro 2012  pg 37-39 Ano 12 n 129

Autoria Juliane Dias e Vanessa Maccari

Só em 2009, as consultoras Juliane Dias e Vanessa Maccari, da Flavor Food Consulting, contabilizaram mais de 900 auditorias de conformidade à RDC 216/2004, em 10 centros comerciais na grande São Paulo e interior, tanto em grandes redes de praças de alimentação como em lojas individuais.

 O que têm em comum os estabelecimentos que apresentam elevado grau de conformidade? Quais são os fatores de resistência e dificuldades daquelas lojas que apresentam notas sofríveis e não conseguem executar o que está nos procedimentos documentados (quando existentes)? 

Clique aqui para baixar o artigo completo.

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Melões e patógenos – o que está acontecendo?

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Já foi o tempo em que a preocupação com a contaminação por patógenos passava longe do universo das frutas frescas. Um artigo da Food Safety News destaca que não é um “problema com cantaloupe”  e sim um “problema de manipulação”. Com o recente surto de Salmonella typhimurim em melão, além do já comentado caso de Listeria monocytogenes na mesma fruta, decidimos conversar com a pesquisadora científica em microbiologia do ITAL, Dra Neliane Ferraz Silveira, para nos explicar o que está acontecendo.
Primeiro foi a L. monocytogenes. Agora a S.typhimurium, dois patógenos de ocorrência inédita nesta fruta. O que está acontecendo?
Os melões sãoo cultivados diretamente no solo, dessa forma, os perigos biologicos são os mesmos do solo onde estao sendo cultivados;Tanto a Salmonella como a Listeria podem sobreviver no solo por meses e anos, vindos de adubos organicos, contaminados com material de esgoto . Dessa forma esses patogenos podem contaminar o melao nas varias etapas do processo como na colheita, onde se encontram animais domesticos, veiculos sujos , caixas, pallets contaminados; no manuseio: pessoas sem habitos de higiene como é comum no trabalhador rural, os utensilios utilizados, desde tratores, caminhoes, objetos de corte; e na empresa processadora ou embaladora, onde há falta de higiene nos equipamentos, formaçõa de biofilmes nestes, especialmente desses 2 patogenos,o que é bem comum; entre outras causas. Dai a contaminar o produto é muito rapido. A utilização de água contaminada ou poluida na irrigação e outras operações inerentes é tambem fonte primária de contaminação do melão por patogenos dessa natureza . Resumindo: a falta de observação de boas práticas agricolas e de fabricação são apontadas como falhas nesses casos.

Como se proteger destes perigos? A cloração doméstica é eficaz?
No processo, dotando as boas praticas de fabricação, comprando materias primas de locais que forneçam laudos ou através de documentos, que garantam a aplicação das boas praticas agricolas,ou ainda, auditorias realizadas pelo comprador nos seus fornecedores, são algumas medidas que ajudam a industria na redução da ocorrencia desses perigos biológicos.

Quanto a lavagem com cloro, sempre vai ser benvindo esse tipo de procedimento, porém, quando o microrganismo entra por lesões externas, fica dificil,… tem nichos protetores nas polpas de frutas, que podem proteger a bactéria, especialmente a Listeria….(que costuma se esconder atras de monócitos….)….

No Brasil, o consumo desta fruta apresenta os mesmos riscos que nos EUA?
Sim, pois são coletadas do solo, e ai entra toda a preocupação com a adoção das boas práticas. O importante mesmo seria conscientizar o trabalhador. No México, ja ouvi noticias de que houve a contaminação dessa fruta por patogenos, que vieram carreados pelas iguanas. Mantendo boas práticas, do campo a mesa, esses perigos são reduzidos em qualquer país do mundo.O treinamento e a conscientização são relevantes. Países industrializados podem ter a conscientização mais consolidada.

Há exemplos de outros patógenos que são um perigo comum em outros países mas que inexistem em outros? Por que razão isso acontece?
Não dá mais hoje em dia para garantir que nunca teremos a contaminação por um certo patógeno, que nao existe aqui no Brasil. Com a globalização, comercio de produtos, tudo é possivel. Pode até ser que um patogenos especifico como a E coli O157:H7, “boom” dos anos 90, nos EUA, não tenha ocorrido aqui no Brasil, exatamente nessa linhagem como foi encontrado lá. Talvez fatores genéticos, específicos, dessa linhagem não tenham sido isoladas. Isso pode ser atá por falta de uma metodologia de detecção idêntica,ou outro impedimento técnico qualquer; porém linhagens semelhantes, pertencentes ao grupo das entero- hemorragicas com o mesmo efeito na saúde do consumidor ocorreram, e provocaram o mesmo cenário. Tivemos um surto em manga contaminada com Salmonella em manga, em 2007. Outro fato: a falta de comunicação oficial talvez por desconhecimento do consumidor e muitas vezes da falta de consciência da área medica dos casos de toxinfecção alimentar, possam ter contribuido para omissão de ocorrências oficiais.

A midia agora até que anda notificando mais quando o consumidor “põe a boca no trombone”, porém precisamos melhorar muito nessa area de conscientização, que exige interação da saúde pública com o consumidor, além de conhecimento técnico especializado, o que poderia ser dado por profissionais da area de alimentos.


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Contaminação Cruzada na cozinha

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CONTAMINAÇÃO CRUZADA – Você já sabe, mas é bom lembrar: os alimentos crus devem ficar longe dos prontos para consumo. Não permita que os sucos de carnes cruas entrem em contato com alimentos que serão servidos sem cozimento.

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Uma década de importação de alimentos chineses (EUA)

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A Food and Water Watch, publicou um relatório sobre os impactos de uma década de importação de alimentos chineses nos EUA.

Na imagem abaixo, se pode ter uma idéia do volume de alimentos que ingressam neste país. Por exemplo, ao se comer tilápia nos EUA, há 75% de chances que ela seja chinesa.

As maiores  preocupações do relatório, que são embasadas por referência bibliográfica, transcrevi aqui.

“A proliferação do uso de agroquímicos e drogas veterinárias introduz perigos adicionais aos alimentos importados da china. Pescado, suínos e aves usam antibióticos e drogas veterinárias para incrementar a produtividade. De 2007 a 2008, 14% de toda a rejeição de importados chineses foi devido a níveis elevados de resíduos de drogas veterinárias em pescado e frutos do mar, segundo o FDA. O uso ilegal de antibiótico para produzir crescimento de gado é descontrolado. Mesmo drogas veterinárias que o governo chinês baniu, como clembuterol, administrado para os animais apresentarem carne mais macia e pele mais rosada, ainda são usados, mesmo com anos de registros de consumidores afetados por estes resíduos. Por exemplo, antibióticos são facilmente encontrados  em mel chinês. A china domina o mercado internacional de mel e se tornou o principal fornecedor dos EUA, suprindo mais de 70 milhões de libras em 2006. Em 2010 o FDA bloqueou enorme quantidade de mel chinês após detecção de antibióticos. Drogas veterinária e fungicidas são amplamente usados em aquicultura para combater doenças nos criadouros superlotados. A China é de longe o maior criador de peixes do mundo, correspondendo a mais de 60% da produção mundial. Muitos criadouros são salobros e fétidos, sendo necessárias quantidades de drogas veterinárias como antibióticos, levando à resistência microbiana e causando um problema de saúde pública. Em 2007 o FDA baniu a importação de camarão, enguias, bagre e carpa após detecções repetidas de antibióticos não autorizados, drogas veterinárias e químicos em frutos do mar”.

 

Acesse o relatório completo:

A Decade of Dangerous Food Imports from China

 

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Cinética de destruição de ocratoxina na torrefação de café

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Kinetics of ochratoxin A destruction during coffee roasting

Mariano B.M. Ferraz , Adriana Farah , Beatriz T. Iamanaka , Daniel Perrone , Marina V. Copetti ,
Viviane X. Marques, Alfredo A. Vitali, Marta H. Taniwaki,*

Food Control 21 (2010) 872–877

In the present study, Coffea arabica was artificially contaminated with spores of toxigenic Aspergillus westerdijkiae.

The contaminated coffee was roasted in a vertical spouted bed roaster at four different temperatures (180 C, 200 C, 220 C and 240 C) and three different time periods (5, 8 and 12 min), in order to obtain more accurate results for the development of the kinetic model for ochratoxin A (OTA). Chlorogenic acids (CGA) content during coffee roasting was also evaluated to investigate the effect of the heat employed to destroy OTA in these health promoting compounds. Coffee treated with spouted bed roasting significantly reduced the OTA level from 8% to 98%. The spouted bed roasting proved to be a very efficient  procedure for OTA reduction in coffee, and its reduction depended directly on the degree of roasting.

OTA degradation during coffee roasting followed first order reaction kinetics. Using the apparent activation energy of OTA degradation and the temperature-dependent reaction rate, there was a compliance with the Arrhenius equation. This model was capable of predicting the thermal induced degradation of OTA and may become an important predicting tool in the coffee industry. The present study was also able to propose roasting conditions appropriate to destroy OTA and maintain most of the CGA at the same time.

Clique aqui para baixar.

Original gentilmente cedido pela pesquisadora do ITAL e autora Marta Taniwaki.

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A cerimônia da salva – rudimentos de Food Defense

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Neste blog já falamos de Food Defense em outros posts, mas o conceito na verdade não tem nada de novo. Há muito tempo na história já se registraram medidas para evitar a contaminação intencional. Neste post estamos falando do período entre séculos XVI a XIX, e do reinado da Espanha, descrito por Maria Emília Gonzalez. 

A mais utilizada medida era a “cerimônia da salva”, que era a degustação que o copeiro mais veterano ou mordomo especializado faziam da comida e bebida que seriam servidas ao rei e figuras ilustres,  para ter certeza que não estava envenenada, um perigo perfeitamente possível na época. 

Outras medidas de controle foram sendo incorporadas. Uma foi a adoção de taças de cristal para que se pudesse visualizar a aparência do vinho e eventuais alterações e a outra, que permaneceu vigente até o reinado de Alfonso XII, era que a comida se mantinha trancada à chave e escoltada militarmente até o local de consumo, onde ficava em armários-estufa vigiados até a hora de ser servida. 

Referência: Maria Emilia González, autora do livro A la mesa con los reyes de España, citada pelo Eroski Consumer.

Imagem: Feast for the eyes

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