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Pautas Fixas nas Reuniões da ESA: um modelo

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Um dos principais méritos dos Sistemas de Gestão é que estes são invariavelmente apoiados em práticas consagradas que se tornaram, portanto, as premissas básicas deste modelo. Entre regras básicas acerca de controle de documentos e registros e outros tais quais tão simples quanto, destaco o compromisso da Alta Direção com a definição e a comunicação de responsabilidades e autoridades do pessoal que opera e mantém eficaz o SGSA.
Neste cenário, o papel da Equipe de Segurança de Alimentos já está definido ao longo do texto da Norma ISO 22000. Em onze oportunidades, a ESA é convocada a participar, opinar, responsabilizar-se entre outras obrigações que trataremos ao longo deste texto.
Curiosamente, a primeira aparição da ESA na Norma me causa, até hoje, algum desconforto. Em 5.6.2, Comunicação Interna, diz-se que “a Organização deve assegurar que a ESA seja informada…”. Ora, vejamos o estrago que tal instrução pode causar. Particularmente, sempre prefiro (e instruo meus clientes) que as ESA sejam pró-ativas. É muito mais seguro ter uma Equipe que vai atrás da informação, do que qualquer outra que espere pelos fatos que viram notícia (e alguns fatos simplesmente não viram…).
Assim, optamos normalmente pela condução das reuniões da ESA através de uma pauta fixa de discussões, incluindo todos os itens abordados em 5.6.2, obrigando-os a discutir a cada encontro os temas propostos.
A ESA também aparece na Norma em 6.2.1 (Recursos Humanos), 7.3.2 (Equipe de Segurança de Alimentos) e 7.8 (Planejamento da Verificação), mas apenas em relação a sua composição , competências e comunicação para a análise de dados.
Daqui para frente, no decorrer da leitura da Norma, em diversas outras circunstâncias, a participação da ESA poderá requerer a inclusão nesta mesma pauta fixa de discussões, o que recomendo fortemente.
A pauta fixa pode ser recheada conforme solicitam 7.2.2 (Programa de Pré-Requisitos), 7.3.5.1 (Fluxogramas), 7.4.1 (Análise de Perigos), 8.1 (Validação), 8.4.2 (Avaliação dos Resultados da Verificação), 8.4.3 (Análise dos Resultados das Atividades de Verificação) e 8.5.2 (Atualização do SGSA).
Em resumo, a comunicação interna deve ser assegurada também (ou principalmente) durante as reuniões da ESA. As atas destas reuniões, inclusive, são evidências bastante valiosas de que a ESA discute assuntos relacionados ao SGSA em seus encontros. Além de assegurar a comunicação interna, a adoção da prática da pauta fixa disciplina os encontros e mantém as tarefas em dia, sem atrasos e correrias desnecessárias.
Vejamos, então, um exemplo de pauta fixa com a qual inicio os trabalhos em meus clientes (que obviamente ajustam este modelo a suas necessidades), com os temas 1 a 6 obrigatórios e 7 e 8 eventuais:
1) Gestão de Mudanças (para atendimento ao requisito normativo 5.6.2)
São discutidas as alterações recentes em assuntos que impactam o SGSA, conforme definidos nos itens a) a m) do referido requisito;
2) Aprovação do Programa de Pré-Requisitos (para atendimento ao requisito normativo 7.2.2)
São discutidas as atualizações relacionadas ao PPR e conferida aprovação formal nos documentos em questão;
3) Verificação in loco dos Fluxogramas (para atendimento ao requisito normativo 7.3.5.1)
Caso exista alteração recente nos fluxogramas, a ESA deve reunir-se in loco para sua checagem e registro adequado;
4) Análise de Perigos (para atendimento ao requisito normativo 7.4.1)
Caso exista alteração considerada relevante na discussão do primeiro item da pauta, a ESA deve iniciar a Análise de Perigos;
5) Validação (para atendimento ao requisito normativo 8.1)
Caso exista alteração no Estudo APPCC, a ESA deve propor processos necessários para validar novas medidas de controle;
6) Avaliação dos Resultados da Verificação (para atendimento ao requisito normativo 8.4.2)
A ESA deve avaliar cada resultado da verificação planejada durante o período recente;
7) (EVENTUAL) Análise dos Resultados das Atividades de Verificação (para atendimento ao requisito normativo 8.4.3)
Em ocasião próxima à Análise Crítica, a ESA deve analisar os resultados das atividades de verificação, registrar e preparar o relato de forma adequada à apresentação à Alta Direção;
8) (EVENTUAL) Atualização (para atendimento ao requisito normativo 8.5.2)
Em intervalos planejados (semestrais, anuais etc) a ESA deve dedicar-se à avaliação do SGSA e propor as alterações necessárias.

Além de evidenciar a comunicação interna através de suas atas, o modelo de pauta fixa proposto acima deve garantir que o Sistema seja mantido atualizado. Uma ESA participativa e em dia com suas tarefas representa metade do caminho rumo ao sucesso.
E vocês? Em que ponto do caminho estão?
Caros leitores, até a próxima!

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Implementação de sistemas de gestão em indústrias de alimentos

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O artigo apresenta pontos-chave para uma gestão eficaz, todos baseados no atendimento de especificações e na garantia da segurança de alimentos.

Este conteúdo deu origem ao sonho de se publicar o livro “Implementação de Sistemas da Qualidade e Segurança dos Alimentos“. 

Autoria Juliane Dias e Luciana Heredia

Clique aqui para fazer o download do conteúdo publicado na revista Controle de Contaminação em  Março 2009 Ano 11 no 119

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ISO 9001 x ISO 22000

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Impacto da Implementação da ISO 9001 x ISO 22000 em empresas de alimentos

Ana Cláudia Frota e Juliane Dias

Revista Controle de Contaminação Janeiro 2011 pg 26-28. Ano 13 n 141

Muitas empresas de alimentos se vêem indecisas diante da decisão a tomar: o que é melhor para minha reputação no mercado: Obter certificação em ISO 22000 ou em ISO 9001? Qual norma exigirá mais tempo e recursos para implementação? Que requisitos estas normas têm em comum? A norma ISO 22000 foi criada para substituir a ISO 9001 em empresas da cadeia produtiva de alimentos? Leia o artigo completo aqui.

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Normas SQF e IFS em consulta pública

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Aqui no Brasil muito pouco se fala nas normas IFS (International Featured Standard) e SQF (Safe Quality Food Institute), que pelo GFSI são consideradas equivalentes no processo de benchmarking, tais como são a FSSC 22000 e o BRC Food Safety.

 Muitos se queixam da dificuldade de acessar as normas, ou mesmo os critérios estabelecidos. É nestes momentos em que as partes interessadas (stakeholders) devem fazer uso de sua influência e participar com comentários.

A SQF estará aberta para consulta por 4 semanas,  com início em 17 jul, 2012. 

http://mygfsi.com/gfsi-benchmarking-general/consultation/sqf-benchmarking-consultation.html

Já a IFS estará aberta para um período de consulta de 4 semanas com início em 13 de julho de 2012

http://www.mygfsi.com/gfsi-benchmarking-general/consultation/ifs-benchmarking-consultation.html

 

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Food Defense – Proteção contra a contaminação intencional

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Considerado um complemento dos programas de segurança de alimentos (do inglês, food safety), que têm o foco na contaminação incidental de produtos, observamos na cadeia produtiva de alimentos uma preocupação cada vez maior com o chamado food defense.

Artigo Publicado na revista Controle de Contaminação n 147 de julho de 2011.

Autores: Fernando Ubarana e Juliane Dias

Clique aqui para baixar:

 

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Temas em Food Defense – Controles de Acesso a Armazéns

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Requisitos de entrada para visitantes e contratados em áreas de armazenamento são semelhantes aos das outras áreas. Um programa completo deve estar no local para verificar a identidade do visitante, o motivo da visita, a pessoa que está visitando, etc Um registro de visitantes deve ser mantido e algum tipo de crachá de identificação deve ser fornecido. Também pode ser benéfico fornecer uma faixa  de segurança com código de cores próprias ou algum item facilmente reconhecível, para identificar os visitantes.

Se o acesso não autorizado pode ocorrer nas instalações, uma medida secundária, como CFTV ou algum tipo de sistema de catraca, deve ser usado. O CFTV não impede fisicamente que o cesso não autorizado, mas fornece um histórico registrado que permite o gerenciamento para identificar pessoas que não estão usando seus cartões de acesso, por exemplo. Uma vez que as gravações são revisadas ??e pessoas não autorizadas são identificadas, ações disciplinares podem ser tomadas. Um sistema de catraca impede fisicamente que pessoas não autorizadas entrem e exige que todos os que entram portem seus cartões de acesso. Existem muitos tipos de sistemas de catraca disponível, por isso, é importante avaliar qual o tipo é apropriado para a instalação.

Há sempre atividades que ocorrem na área de embarque e desembarque do armazém. Um dos maiores desafios nessa área é controlar a permanência de motoristas de caminhão. A medida de segurança mais eficaz é a de fornecer uma entrada designada para os motoristas que lhes permite entregar a documentação necessária e receber instruções para a sua estadia. Esta área de espera deve ser grande o suficiente para o número de motoristas normalmente presente e deveria incluir telefone, santários, estruturas de descanso e outras facilidades. Fornecendo esses recursos na sala de espera, elimina-se a necessidade de motoristas transitarem em outras partes da instalação. A área de espera deve ser segura para que um motorista não tenha acesso a portas que dão para outras áreas do armazém. O fornecedor ou o cliente deve fornecer documentos  com o nome de motorista específico de caminhão e veículo que ele estará dirigindo. É importante verificar a identidade do motorista no momento da chegada. Sugere-se que um documento de identificação com foto seja apresentado.

Alguns armazéns poderão autorizar os condutores ficarem sobre as docas para assistir enquanto os seus veículos são carregados / descarregados, para verificação de danos às cargas e controle de quantidade. Neste caso, requisitos de segurança adicionais devem ser fornecidos para se monitorar os motoristas. Deve-se manter um registro para documentar todos os motoristas que entraram na área de doca. Políticas da empresa sobre as BPF, segurança e outros requisitos devem ser disponibilizados nesta área. Os motoristas não devem ser autorizados a transitar para além da área de doca em outras partes do armazém. Se uma pessoa não está disponível para supervisioná-los, o CFTV pode ser usado para prevenir atividades inadequadas e fornecer um histórico registrado de eventos nesta área. Pode-se também fornecer faizas ou capacetes com códigos de cores para que o pessoal do armazém possa  facilmente identificá-los e monitorar suas atividades.

 

Muitos armazéns de alimentos empregam trabalhadores temporários durante os períodos sazonais ou para embarques específicos, como por exemplo, trabalhadores contratados de agências de emprego temporário para movimentação de materiais no armazém. É essencial que esses funcionários estejam devidamente treinados antes de iniciar o trabalho. A formação deve abranger a segurança do trabalhador, segurança de alimentos (BPF), proteção de alimentos e as regras de trabalho nas instalações. Algumas empresas fornecem materiais de treinamento para empresas de trabalho temporário e as responsabiliza por treinar trabalhadores antes de chegar ao armazém. Se a agência não fornece o treinamento, deve ser fornecido na instalação antes do início do trabalho. Também é importante verificar que os trabalhadores temporários são realmente os indivíduos designados enviados por agências. Pode ser necessário exigir a todos os trabalhadores temporários selam direcinados a áreas específicas para que alguém possa verificar a sua identidade com informações fornecidas pela agência. 

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ISO TS 22002-1 vigente

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Elaborada com a finalidade de definir os programas de pré-requisitos da ISO 22000, a ISO TS 22002-1,  Programa de pré-requisitos na segurança de alimentos Parte 1: Processamento industrial de alimentos, a norma é a primeira de uma série. Esta será uma relação de normas que alinha a ISO 22000 com outras normas reconhecidas pelo GFSI em segmentos como catering e agricultura por trazer detalhamento de requisitos de Boas Práticas.

Os capítulos essenciais da norma contemplam:

  1. construção e leiaute de edifícios e utilidades associadas;
  2. leiaute das instalações, incluindo local de trabalho e instalações  para os empregados;
  3. suprimento de ar, água, energia e outras utilidades;
  4. serviços de suporte, incluindo descarte de resíduos e efluentes;
  5. a adequação de equipamentos e sua acessibilidade para limpeza, manutenção e manutenção corretiva;
  6. gestão de materiais (por exemplo, matérias primas, ingredientes, produtos químicos e embalagens), suprimentos (por exemplo, água, ar, vapor e gelo), descarte (resíduos e efluentes) e manipulação de produtos (por exemplo, estocagem e transporte);
  7. medidas de prevenção da contaminação cruzada;
  8. limpeza e sanitização;
  9. controle de pragas;
  10.  higiene pessoal;
  11.  Disposição dos resíduos
  12.  Adequação, limpeza e manutenção dos equipamentos
  13. Higiene Pessoal e instalações dos funcionários
  14. Retrabalho
  15. Processo de recolhimento dos produtos
  16. Armazenamento
  17. Informações do produto/ conscientização do cliente
  18. Segurança alimentar, biovigilância e bioterrorismo

 

A aquisição da norma pode ser feita via site da ABNT: 

http://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=90744

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Como manter um sistema de gestão saudável

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A implementação e certificação de uma empresa costumam ser momentos de grande dedicação e motivação para as empresas. No entanto, passada esta fase, é preciso estar preparado para manter o sistema implementável e melhorá-lo continuamente.

Clique aqui e veja as dicas de como superar as não-conformidades mais comuns em sistemas de segurança de alimentos já operantes.

Jaime Lasta é Gerente Regional de Auditorias da Silliker e palestrou no Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos, em maio de 2012, em Campinas.

 

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Objetivos mensuráveis para segurança de alimentos

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Um dos passos fundamentais associados ao planejamento de um sistema de gestão da segurança de alimentos, é a definição de uma política. Antes de defini-la deve-se sempre olhar para as normas de referência do sistema de gestão (quais são os tópicos mínimos a se contar na política de acordo com essas normas?), mas principalmente para dentro da própria organização (qual é o papel da minha organização na cadeia produtiva de alimentos e em que a política contribui de forma efetiva com o seu aprimoramento?)

Ao se estabelecer e revisar a política é importante destacar que ela não é somente um slogan ou uma frase de efeito a ser decorada por todos, mas sim a documentação das intenções e diretrizes gerais da organização relativas à qualidade e segurança de alimentos, formalmente expressas pela alta direção. A política determina a própria filosofia que a empresa pretende adotar perante a segurança do consumidor que está no final da cadeia produtiva. Ou seja, ela é muito importante, a razão de ser de todo o sistema e deve ser vista por todos como tal.

 

A política deve, antes de tudo, ser apoiada ao papel da organização e também:

– declarar a intenção da organização em cumprir com sua obrigação de produzir produtos seguros e legais, e sua responsabilidade com seus consumidores;

– incluir um comprometimento com o atendimento aos requisitos, incluindo requisitos estatutários e regulamentares e requisitos de clientes mutuamente acordados, e estar em conformidade com estes requisitos;

– ser comunicada, implementada e mantida em todos os níveis da organização,

– ser analisada criticamente quanto a sua contínua adequação e incluir o compromisso com a melhoria contínua;

– considerar adequadamente a comunicação;

– ser apoiada por objetivos mensuráveis e prover uma estrutura para o estabelecimento e análise crítica desses objetivos;

Os objetivos da segurança de alimentos são as diretrizes estabelecidas pela alta direção, que visam fornecer suporte à política e à melhoria dos processos da organização que tem impacto com a segurança dos seus produtos e serviços. Objetivos devem ser documentados.

Alguns exemplos de objetivos mensuráveis de segurança de alimentos:

 – melhorar a confiabilidade dos fornecedores

– reduzir não conformidades de produtos ou incidência de produtos potencialmente inseguros

– reduzir o número de reclamações de clientes e consumidores (aqui convém estratificar as relacionadas à segurança de alimentos, como por exemplo materiais estranhos, contaminações e/ou queixas de saúde)

– reduzir o número de recolhimentos

– melhorar o grau de atendimento aos requisitos de boas práticas de fabricação, etc;

Mas lembre-se: esses são somente exemplos. Os objetivos devem ser alinhados à cada organização e a seu papel. Uma organização bastante orientada ao fornecimento de matérias-primas à industria ou produtos para marca própria ao varejo pode, por exemplo, incluir objetivos relacionados à melhoria do desempenho em auditorias de segunda parte. Para a correta definição destes objetivos, deve-se sempre:

– Alinhá-los à política da segurança de alimentos;

– Abranger os principais processos que tragam algum impacto na segurança de alimentos e no atendimento aos seus requisitos.

– Estabelecer indicadores e metas que permitam mensurar e avaliar o atendimento ou não desses objetivos. Metas devem ser realistas, mas ao mesmo tempo desafiadores, de maneira que se consiga realmente buscar a melhoria contínua dentro do sistema;

– Definir um claro planejamento para o atendimento desses objetivos; planejamento envolve a definição de ações coordenadas, prazos e responsáveis;

– Assegurar a disponibilidade dos recursos necessários para o atendimento a esses objetivos;

– Assegurar a revisão constante dos objetivos e metas de maneira a se promover a melhoria contínua.

Até a próxima!

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HACCP X Normas GFSI: Tabela cruzada

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Abaixo, uma correlação entre os 12 passos para a implementação do APPCC, de acordo com o Codex Alimentarius, e os requisitos das diferentes normas citadas:

 

Codex Alimentarius ISO 22000 BRC IFS SQF 2000
1

Equipe

7.3.2 2.1 2.2.2 Seção 9

6.3.4

2

Descrição de Produtos

7.3.3 2.3 2.2.3.1 Seção 9
3

Uso pretendido

7.3.4 2.4 2.2.3.2 Seção 9
4

 Fluxograma

7.3.5 2.5 2.2.3.3 Seção 9
5

Confirmação do Fluxograma

7.3.5 2.6 2.2.3.4 Seção 9
6

Análise de Perigos

7.4 2.7 2.2.3.5 Seção 9
7

Determinação dos PCC

7.4.4 / 7.6.2 2.8 2.2.3.6 Seção 9
8

Limites Críticos

7.6.3 2.9 2.2.3.7 Seção 9
9 Monitoramento 7.6.4 2.10 2.2.3.8 Seção 9
10

Ações corretivas

7.6.5 / 7.10.1 / 7.10.2 2.11 2.2.3.9 Seção 9

4.4.6

11

Verificação

7.8 / 8.4 2.12 2.2.3.10 Seção 9

4.5

12

Documentos e registros

4.2 2.13 2.2.3.11 / 2.1.1 / 2.1.2 Seção 9

4.2

Siga os passos do Codex e observe o que cada norma agrega a cada um desses passos, beneficiando-se dessas informações adicionais. E não se esqueça que o HACCP é dinâmico e deve estar pronto a incorporar as diferentes exigências que ainda virão pela frente.

Até a próxima!

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