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Um ano do blog Food Safety Brazil – melhores posts

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Queridos leitores,

É com alegria que comemoramos com vocês um ano de vida do blog Food Safey Brazil.

Neste período publicamos 471 posts de utilidade para consumidores, profissionais e interessados no assunto.

Preparamos duas listas para você: a dos posts mais lidos, e a dos favoritos escolhidos por um juri especial: nossos colunistas. Pedimos para cada um indicar dois. Os resultados praticamente não convergiram, o que prefiro interpretar como uma boa notícia: disponibilizamos um leque variado de assuntos interessante.

Vamos recordá-los?

Monitoramento, Verificação e Validação (2 votos)
Aplicativos de i-Phone e Smartphone contribuindo para a segurança de alimentos (2 votos)
Análise de perigos de ingredientes e aditivos – a missão (2 votos)
Causos de auditor – Graxa mais do que alimentícia
E quando não há legislação para um contaminante?
Cadê a fábrica que estava aqui?
Relatório desaconselha exames médicos para manipuladores de alimentos
Diferença entre PCC, PPR e PPRO
(Des)verificação de um detector de metais
Um método simples de definir critérios metrológicos
O que são estas larvas no meu chocolate?
Eu implemento, tu implementas, ele… não implementa
Desenho sanitário de equipamentos
Qual o melhor método para análises de alergênicos?
Artigo Food Defense
Depoimento de uma mãe de bebê alérgico
Tratamento de não conformidades: auxílio para solucionar problemas de maneira eficaz
Manuseio de lubrificante de grau alimentício
Sugestões de temas para pesquisas em segurança de alimentos
Segurança de alimentos para nossos pets urgente!
Sete mil anos de frituras
 Tábuas de madeira, mais higiênica que as plásticas?
Case de rotulagem de azeitonas de Portugal
O que pode acontecer quando for obrigatório rotular alergênicos?

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Blog comida sem cocô

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Por uma questão de linha editorial, nosso blog não se propõe a fazer compilações de casos de escândalos e contaminações em alimentos.

No entanto apoiamos iniciativas como a do blog “Comida sem cocô” onde há clippings com o que os autores Melissa Galluci e Isaias Edson Sidney encontraram o que foi definido como

“… todo e qualquer elemento estranho e todo e qualquer sinal de deterioração encontrados em produtos alimentícios que impeçam seu consumo por seres humanos.”

Confira:

http://comidasemcoco.blogspot.com.br/

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Curso Gratuito Online sobre fraudes em alimentos

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Assunto dos mais quentes na última conferência global do GFSI, as fraudes em alimentos ganharam um curso online disponibilizado gratuitamente pela Michigan State University.  Dr John Spink. Será dado na forma de Massive Open Online Course (MOOC, lê-se muc

O objetivo deste curso é proporcionar aos alunos uma visão sobre a necessidade cada vez mais urgente de se realizar uma Gestão Corporativa da Fraude Alimentar. O curso baseia-se em uma ampla gama de experiências e conhecimentos atualizados, com muitas aplicações do mundo real e de solução de problemas que irão fornecer uma base para o sucesso no futuro. O curso também irá servir como um fórum para a universidade tomar ciência do perfil dos alunos que estão no mercado como gestores em indústrias.

Para fazê-lo, você precisa separar sua agenda  de 06 a 24 de maio, por duas horas diárias. Ao final, é aplicado uma prova semanal.

Inscrições no link abaixo:

msufoodfraud.com/mooc/

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Aplicativos para smartphones e tablets contribuindo para a segurança dos alimentos

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 Todos sabemos das proporções que a tecnologia tomou nas nossas vidas, principalmente como aliada facilitando o nosso dia a dia. Neste contexto, são inúmeros os aplicativos dos chamados “telefones inteligentes”, entre eles destacam-se os de mapas, e-mails, redes sociais e jogos.

Dias atrás, eu estava no LinkedIn e achei um link bem interessante que destacava vários aplicativos  sobre segurança dos alimentos. Vamos conferir:

 – GoodGuide (Bom Guia)

Ainda não consegue decidir entre vários produtos?

 Este aplicativo avalia a saúde social social e ambiental de alguns produtos alimentícios e de outras áreas, emitindo um parecer de cada um. Um conjunto de especialistas, entre eles químicos, toxicologistas, nutricionistas, sociólogos, analistas de ciclos ecológicos se juntam para classificar o produto em um escala de 0 – 10, onde quanto mais alto o valor, melhor é o produto.

 Se você está comprando e não sabe qual escolher, é só escanear o código de barras e verificar o produto.

Disponibilidade: iOS e Android.
Preço: Grátis
Idioma: Inglês

www.fooductae.com 

– Fooducate – Dieta Saudável 

 Os rótulos dos alimentos são simples!

 As listas de ingredientes dos produtos alimentícios são longas e muitas vezes difíceis de interpretar. Para facilitar a leitura criou-se esse aplicativo que analisa a composição nutricional dos rótulos dos produtos e componentes para declarar uma composição do número de calorias, indicar se ele contém aditivos e conservantes, corantes, açúcar invertido e ácidos graxos trans.

 Você só precisa levar o produto da prateleira e escanear o código de barras através da aplicativo e ele te mostrará as principais informações sobre o produto.
Disponibilidade: iOS e Android
Informações disponíveis na rede
Preço: 0 – 3.99 USD, dependendo da versão
Idioma: Inglês
www.fooducate.com

–  Harvest (Colheita) – Selecione os melhores produtos

Como faço para selecionar as frutas e legums no supermercado?

Este é para aqueles que não têm experiência na seleção de frutas e legumes para consumo e tem problemas em escolher o produto no ponto de maturação correto, Harvest promete resolver este problema, funcionando como um guia para a seleção produtos frescos, para garantir a qualidade, maturação e sabor que queremos em nossa mesa.

 Para cada fruto ou vegetal ele exibe a maturidade e a característica que o produto deve apresentar bem como a quantidade de resíduos de pesticidas que podem ter de acordo com o tipo de produto. Sua função adicional está alinhada com a manipulação adequada de alimentos, mostrando dicas úteis antes de armazenar produtos e indicando as condições em que se mantém por mais tempo e em melhores condições determinado alimento.

Disponibilidade: iOS
Informações disponíveis no aplicativo apenas
Preço: 1.99 USD
Idioma: Inglês
colheita app.com

  Rastreabilidade de alimentos – HarvestMark

Rastreabilidade do campo à mesa.
Identificar a origem de alguns dos seus alimentos e o caminho tomado para chegar as suas mãos nunca foi tão fácil. Esta organização é identificado por um logotipo e um código específico a ser verificado pelo aplicativo, mostrando a história da qualidade do produto desde o início e ao longo da cadeia de distribuição. A ideia desta aplicativo é não apenas mostrar dados de amostragem, mas  também fornecer uma solução para tomar medidas em cada ponto, onde você pode otimizar as condições do produto.

No momento, existem cerca de 400 empresas de alimentos nos Estados Unidos, que se juntaram esforços para fornecer mais informações para o consumidor através do aplicativo.

Disponibilidade: Android
Informação disponível apenas no aplicativo
Preço: Grátis
Idioma: Inglês
www.harvestmark.com

  É sem glúten? 

Sem glúten por favor.
Para aqueles que são intolerantes ao glúten ou tem a doença celíaca, esta ferramenta é um aliado na seleção do produto. Você pode verificar a presença de glúten nos produtos de mais de 360 marcas, você também pode listar todos os produtos sem glúten para selecionar rapidamente.

Disponibilidade: iOS
Informação disponível apenas no aplicativo
Preço: 7.99 USD
Idioma: Inglês
www.facebook.com / IsThatGlutenFree

O que há na minha comida?

Evitar danos para a sua saúde por causa de alimentos contaminados por produtos químicos.

Embora os alimentos frescos que comemos são lavados e desinfetados, contaminantes químicos permanecem em nossas casas. Este aplicativo lista alguns alimentos que são comumente contaminados com agrotóxicos ou outros produtos químicos que prejudicam a saúde, usando ícones visuais que identificam cinco tipos de riscos, entre eles: neurotóxicos, desreguladores hormonais, carcinogênicos. Permite comparar o nível de pesticidas entre um normal e um produto orgânico.

O pedido é baseado em informações compiladas de diversas análises pelo USDA no Programa de Informações sobre Pesticidas (PDP por sua sigla em Inglês).

Disponibilidade: iOS e Android
Informação disponível apenas no aplicativo
Preço: Grátis
Idioma: Inglês
www.whatsonmyfood.org

 

 – Still Tasty

A partir de quanto tempo eu não posso comer?
O aplicativo “Ainda assim saboroso” estima o tempo de vida de produtos definindo as condições de armazenamento. As estimativas de tempo de vida são baseadas em pesquisa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, a FDA, e os Centros de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos.
A vantagem deste aplicativo é também manter um inventário de seus alimentos. Se detectar que um item não é mais viável para o consumo, o usuário é enviado diretamente para a lista de compras sugerida.

Excelente aplicativo para encontrar recomendações de armazenamento, manuseio de alimentos seguros, lista de compras fácil e evitar o desperdício de alimentos.

Disponibilidade: iOS
Informações disponíveis na rede
Preço: 1.99 USD
Idioma: Inglês
www.stilltasty.com

 

 Os aditivos alimentares

Você sabe o que você come?
Se você gosta de sua saúde e de estar ciente sobre aditivos alimentares, este aplicativo é para você. Com este aplicativo você pode encontrar cada aditivo utilizado no alimento, a origem e a função deste, os riscos, restrições alimentares e os países onde eles não são aprovados, ajudando a evitar potenciais perigos saúde.

Disponibilidade: iOS e Android
Informação disponível apenas no aplicativo
Preço: 29,99 CDN
Idioma: espanhol
• Existem muitos semelhantes e este não possui site próprio.

Pergunte à USDA 
Resolva suas dúvidas diretamente com o USDA.
O governo dos EUA, através do USDA, gerou um aplicativo muito útil para a segurança alimentar. Pergunte à USDA é um aplicativo onde é possível conversar diretamente com especialistas em gestão de higiene alimentar, gestão do conhecimento e dicas de armazenamento e métodos de preparação de segurança dos alimentos.
Este aplicativo gerencia os consumidores um relatório de segurança e promove hábitos de manipulação de alimentos e higiene em casa para evitar doenças transmitidas por alimentos cuja causa era manuseio inadequado após a compra.

Disponibilidade: iOS e Android
Informações disponíveis na rede
Preço: Grátis
Idioma: Inglês
askkaren.custhelp.com

  Como percebemos, os aplicativos são todos de outros países. Tentei achar algum aplicativo de origem nacional, mas a maioria eram relacionados à nutrição e acompanhamento nutricional. Mais uma prova que em nosso país, a segurança dos alimentos ainda não é levada tão a sério quanto deveria.

Referência: Idea Food Safety Innovation

Allergen Allert

Desenvolvido para crianças do hospital da Georgia. Gratuito

 

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Os perigos de nossa salada: nutrição x contaminação

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Verduras ou vegetais folhosos, como alface, escarola, rúcula, couve e espinafre, entre outras, surgem em geral como as estrelas nutricionais de uma dieta saudável. Estes componentes da nossa salada costumam ser elogiados por médicos e agências de saúde pública tanto pelo seu conteúdo em vitaminas e minerais, como pela capacidade de prevenção de certos tipos de doenças.

Nos EUA, terra da praticidade, é comum a venda de verduras cortadas ou picadas, já prontas ou semiprontas para o consumo, na forma de uma salada, que podem ser denominadas de minimamente processadas.

No entanto, um relatório recente feito pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA colocou as verduras picadas no topo da lista dos 10 alimentos mais arriscados de serem consumidos.

Segundo esse relatório, que analisou doenças transmitidas por alimentos entre 1998 e 2008, saladas e outros alimentos que continham verduras picadas causaram 22% – cerca de um quinto – das doenças transmitidas por alimentos nesse período de 11 anos.

Embora bactérias patogênicas como a E. coli, Salmonella e Listeria possam contaminar as verduras, o relatório mostra que os norovírus foram a principal causa de doenças ligadas às verduras. As noroviroses são citadas às vezes como “gripe do estômago” porque causam sintomas gastrointestinais (vômitos e diarreia).

O estudo feito para o CDC não é a única bandeira de advertência dos perigos potenciais das verduras. O Código de Alimentos do FDA (versão 2009) já classificava os vegetais folhosos picados como “alimento potencialmente perigoso.” Nesta mesma classificação estão também os tomates e melões picados. Em 2009, a FDA fez advertências sobre estes produtos depois de analisar 24 surtos ocorridos a partir de 1998 relacionados ao consumo de verduras picadas. Como exemplo, um surto de E. coli desencadeado por espinafre cru causou três mortes e 199 infectados, incluindo 102 hospitalizações. 

É importante destacar que não se está aconselhando as pessoas a não comer verduras. Assim, para poder consumir uma boa salada com segurança, aqui estão algumas dicas para os consumidores:

  • Se você usa sacolas retornáveis, tenha a certeza de que ela está higienizada e se possível, promova algum tipo de resfriamento, usando blocos de gelo ou mantendo-a na geladeira antes de sair para um mercado. Isso ajudará a manter as verduras que você comprar mais frescas até chegar em casa.
  • Chegue em casa e coloque as verduras na geladeira o mais rápido possível.
  • Antes de lavar as verduras, certifique-se de lavar as mãos e as superfícies onde você irá trabalhar com elas;
  • Tenha cuidado para não contaminar as verduras com carne crua, aves ou peixes. Mantenha-as bem separadas destes tipos de alimentos. Use aparadores diferentes para cada tipo de alimento;
  • Faça a desinfecção das verduras imergindo-as em solução contendo água potável mais água sanitária (1 colher de água sanitária comercial para 1 litro de água por 15 minutos). Para maiores detalhes, leia Desinfecção de frutas, legumes e hortaliças.   

Para ler o relatório completo do CDC, clique aqui.

Leia também:

Alimentos “politicamente seguros”: arsênio, agrotóxicos e mais

Adoçantes artificiais ajudam a engordar?

A gordura trans volta à discussão

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Vídeo “O veneno está na mesa”

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Depois dos escândalos envolvendo nossa ANVISA, o assunto dos defensivos agrícolas continua mais atual do que nunca.

Reuni aqui os principais links do movimento ativo contra os defensivos agrícolas.

Um deles é o “Contra os Agrotóxicos“, que se apresenta da seguinte forma:

Porque uma Campanha Contra os Agrotóxicos?
Nos últimos três anos o Brasil, vem ocupando o lugar de maior consumidor de agrotóxicos no mundo. Os impactos à saúde pública são amplos porque atingem vastos territórios e envolvem diferentes grupos populacionais, como trabalhadores rurais, moradores do entorno de fazendas, além de todos nós que consumimos alimentos contaminados.

Diante desta situação, mais de 50 entidades nacionais se juntaram desde 2011 na Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, que tem o objetivo de sensibilizar a população brasileira para os riscos que os agrotóxicos representam, e a partir daí tomar medidas para frear seu uso no Brasil.

O outro é o blog “Em pratos limpos“, onde você pode ler posts diários sobre o assunto.

Este vídeo produzido em 2011, chamado “O veneno está na mesa”, também é o destaque referenciado pelos dois sites mencionados.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=KxY8Vxzfb-4

 

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Controle de vírus em alimentos

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O documento  CAC/GL 79-2012 Guidelines on the Application of General Principles of Food Hygiene to the Control of Viruses e está disponível no site do Codex Alimentarius. Trata-se de uma importante referência para quem deseja informações abrangentes sobre vírus, com foco em alimentos prontos para consumo.

Faça o download aqui .

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Dica de leitura: Food Safety Magazine

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Temas atuais como: gestão de incidentes, Food Safety Modernization Act, antecipação de riscos de segurança de alimentos, além de informações e artigos técnicos muito bem embasados. Você encontra tudo isso na Food Safety Magazine, uma publicação inteiramente dedicada à segurança de alimentos. No link “digital edition” no canto superior esquerdo da pagina principal do site é possível fazer o download da edição atual e das antigas em pdf.  

Confira aqui e boa leitura!

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Publicações da EHEDG – Desenho sanitário de equipamentos

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Todos sabemos que equipamentos que processam alimentos devem ser sanitários e construídos de forma a não propiciar a contaminação. Mas como fazer isso? Este conhecimento hoje ainda merece ser disseminado ao longo da cadeia processadora de alimentos.

Uma rica fonte de conhecimento são as publicações da  European Hygienic Engineering & Design Group (EHEDG)

 Traduzimos aqui a relação de obras que estão disponíveis em diversos idiomas (português não incluso, infelizmente). Algumas são livres, outras devem ser adquiridas:

1 Segurança microbiológica na pasteurização contínua de alimentos líquidos

2 Um método para avaliar a limpeza in-place de equipamentos para processamento de alimentos

3  Envase microbiologicamente seguro de alimentos envasados assepticamente

4 Um método para avaliar pasteurização in-line de equipamentos para processamento de alimentos

5 Um método para avaliar a capacidade de esterilização in-line de equipamentos processadores de alimentos

6 Segurança microbiológica da esterilização térmica de líquidos em fluxo contínuo

7 Um método para avaliar a aderência bacteriana em equipamentos para processamento de alimentos

8 Critérios de desenho sanitário de equipamentos

9 Soldando aço inox para atender requisitos sanitários

10 Desenho sanitário de equipamentos fechados para o processamento de alimentos líquidos

11 Envase higiênico de produtos alimentícios

12 Tratamento térmico continuo ou semi continuo de alimentos particulados

13 Desenho sanitário de equipamentos para processamento aberto

14 Desenho sanitário de válvulas no processamento de alimentos

15 Um método para avaliar a limpeza in-place de alimentos de tamanho moderado

16 Sanitariedade de conexões para tubulação

17 Desenho sanitário de bombas, homogeneizadores e dispositivos de amortecimento.

18 Passivação de aço inox

19 Um método para avaliar a impermeabilidade bactericida de filtros de membrana hidrofóbicos

20 Desenho sanitário e uso seguro de válvulas de assento duplo tipo à prova de misturas (“mix-proof”).

21 Testes de desafios para avaliação das caracteísticas sanitárias das máquinas de envase para produtos líquidos e semi-líquidos, 2000.

22 Critérios sanitários gerais para o desenho no processamento seguro de materiais secos particulados

23 Fabricação e uso de lubrificantes de grau alimentício (veja nosso post sobre)

24 Prevenção e controle de Legionella spp. em indústrias alimentícias

25 Desenho de selos mecânicos para a aplicações higiênicas e assépticas

26 Projeto sanitário de fábricas para o processamento de material seco particulado

27 Armazenamento e distribuição segura de água em indústrias de alimentos

28 Tratamento seguro e sanitário da água em indústrias alimentícias

29 Desenho sanitário para sistemas de envase para gêneros alimentícios sólidos

30 Guia para o manejo de ar na indústria de alimentos

31 Projeto sanitário em fábricas de leito fluidizado e spray dryers

32  Materiais construtivos para equipamentos em contato com alimentos

33 Projeto sanitário para sistemas de descarte em sistemas de materiais particulados

34 Integração de sistemas higiênicos e assépticos

35 Soldas de aço inox em tubulação da indústria de alimentos

36 Projeto sanitário de sistemas de transferência para materiais secos particulados

37 Desenho sanitário e aplicação de sensores.

38 Projeto sanitário de válvulas rotativas em linhas de processamento para materiais secos particulados

 39 Princípios de desenho para equipamentos e áreas de processo para manufatura de alimentos assépticos

40 Projeto sanitário de válvulas em linhas de processo para materiais secos particulados

41 Projeto sanitário de válvulas desviadoras de fluxo para aplicação em linhas de processamento de material particulado seco.

Nós torcemos para que em breve tenhamos estes documentos em nosso idioma.

Nossos agradecimento ao João Paulo Freitas de Souza, da JBTC pelo apoio na tradução técnica.

2 min leituraTodos sabemos que equipamentos que processam alimentos devem ser sanitários e construídos de forma a não propiciar a contaminação. Mas como fazer isso? Este conhecimento hoje ainda merece ser disseminado […]

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Livro Implementação de Sistemas da Qualidade e Segurança dos Alimentos

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Volume II Capítulos:

• Perigos Químicos
• Perigos Físicos 
• Rastreabilidade
• Food Defense
• Manutenção 
• Recebimento, armazenamento e distribuição
• Auditorias Internas
• Gestão de Alergênicos

Volume I:

CAPÍTULO 01 – O Papel Da Alta Direção
CAPÍTULO 02 – Comunicação
CAPÍTULO 03 – Competência
CAPÍTULO 04 – Gestão da Informação
CAPÍTULO 05 – Melhoria e atualização
CAPÍTULO 06 – Mantendo um ambiente adequado (A prática: Infraestrutura e ambiente de trabalho. Higiene pessoal, Controle Integrado de Pragas, Limpeza e Desinfecção)
CAPÍTULO 07 – Qualificação de Fornecedores  
CAPÍTULO 08 – Desenvolvimento do estudo de APPCC

Anexos

ANEXO I – Legislações Relacionadas à Qualidade e Segurança dos Alimentos
ANEXO II – Exemplo de Formulário de Descrição de Cargos
ANEXO III – Exemplo de Levantamento de Necessidades de Treinamento
ANEXO IV – Exemplo de Programa de Treinamento
ANEXO V – Exemplo de Registro de Treinamento
ANEXO VI – Exemplo de Registro de Avaliação de Treinamento
ANEXO VII – Exemplo de Registro de Análise Crítica
ANEXO VIII – Exemplo de Planejamento da Verificação
ANEXO IX – Exemplo de Planejamento da Auditoria Orientada à Processo
ANEXO X – Exemplo de Lista de Verificação para Processo
ANEXO XI – Exemplo de Planilha para Controle de Limpeza
ANEXO XII – Exemplo de Fluxo Geral – Gestão de Fornecedores
Anexo XIII – Descrição de Produto Final
Anexo XIV – Descrição de Matérias-Primas
ANEXO XV – Análise de Perigos de Matérias-Primas ou Etapas de Processo
ANEXO XVI – Árvore Decisória
ANEXO XVII – Plano de Monitoramento
Anexo XVIII – Plano de Verificação

 

Onde comprar:

www.sbcta.org.br

www.varela.com.br

www.flavorfood.com.br

 

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