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Dica: Curso Online de Boas Práticas Agrícolas – Cornell University

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A Universidade de Cornell nos Estados Unidos tem um interessante programa de Boas Práticas Agrícolas bastante focado à diminuição da contaminação microbiológica no campo. A iniciativa inclui materiais para treinamento, árvores decisórias para diferentes temas em Boas Práticas Agrícolas e um curso online (em inglês) de Boas Práticas Agrícolas e com duração de 3 semanas, no valor de US$190,00, com emissão de certificado online. O interessante dessa visão mais “americana” direcionada prioritariamente à contaminação microbiológica no campo complementa bem a abordagem de outras iniciativas de Boas Práticas Agrícolas como o GLOBALGAP, de origem europeia, que tem um foco maior à contaminação química.

Saiba mais sobre o programa aqui, e o link direto para o curso, incluindo programa e inscrição, aqui. A próxima turma começa no dia 07 de maio de 2014

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Livro Legionella na visão de especialistas

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A Legionella está presente na água de sistemas de refrigeração, e em locais onde a condensação é favorável. Profissionais da área de segurança de alimentos por vezes são cobrados a monitorar este microrganismo muito associado a doenças respiratórias.

SETRI teve a iniciativa de desenvolver e publicar esta obra que trata da bactéria Legionellaresponsável por doenças no trato respiratório tendo a Doença dos Legionários a forma de infecção mais grave (caracterizando-se por uma pneumonia atípica). Ela representa um risco ambiental de grande importância para saúde pública e saúde ambiental que merece atenção de diversas áreas, desde os profissionais responsáveis por todo e qualquer sistema de água até a classe médica e de diagnóstico para identificação e tratamento dos quadros clínicos. O livro aborda temas como o direito ambiental, saúde pública, avaliação de risco, risco ambiental, análise laboratorial microbiológica, análise clínica, minimização de riscos, prevenção de riscos e enfermidades entre outros assuntos. Este livro tem a participação de diversos profissionais e especialistas em diferentes áreas de trabalho havendo a bactéria Legionella como o fio condutor de todos os textos apresentados.

Baixe o livro Legionella na visão de especialistas gratuitamente aqui.

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Palestra sobre descontaminação microbiana por luz pulsada

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Será gratuita a palestra intitulada “Relevant factors of decontamination of micro-organisms with Pulsed Light”, a ser proferida pelo Dr. Frédéric Carlin, INRA, França.

 A palestra será proferida no dia 07 de Abril de 2014, no Salão Nobre da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, em Campinas, das 11h00-12h00.

 Abaixo seguem resumo e mini-CV do palestrante.

 

RESUMO:

Pulsed-Light is based on the emission of white light rich in UV during   short-time (less than 1 ms), but with very high energy. This technology is increasingly used for decontamination of material in contact with foods, or the decontamination of some foods. Spores of bacteria or condiospores of moulds are particularly resistant. This presentation deals with the major factors influencing the resistance of these micro-organisms to pulsed-light and with some the mechanims implicated in pulsed-light inactivation.

 MINI-CV PALESTRANTE:

Frédéric Carlin is Research Director at INRA in Avignon, France. He develops his research at UMR408 INRA – Université d’Avignon,  Sécurité et Qualité des Produits d’Origine Végétale. His main activities deals with ecology, diversity, physiology and control of spore-forming bacteria in foods, and with predictive modelling and risk assesment in foods.

 

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Conheça a INFOSAN – Rede das Autoridades Internacionais em Segurança de Alimentos

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Todos nós sabemos que a globalização e o rápido crescimento do comércio internacional são positivos, mas também trouxeram um aumento na probabilidade de incidentes internacionais envolvendo a contaminação de alimentos. As autoridades mundiais em segurança de alimentos tomaram o conhecimento que não só localmente ou em nível nacional a segurança deve ser garantida, mas deve haver cooperação e maior ligação entre os órgãos regulatórios e autoridades em nível internacional. Isto é fundamental para que se possa agir rapidamente em qualquer caso de emergência envolvendo a segurança de alimentos e assegurar a proteção da população.

Pensando nisso, a Organização Mundial da Saúde (OMS/WHO), em conjunto com a Organização das Nações Unidas para e Agricultura e Alimentação (FAO), lançaram uma rede de contatos mundial chamada INFOSAN (International Food Safety Authorities Network), que conta com 181 países membros. Cada país tem um ponto de contato de emergência da INFOSAN para uma rápida comunicação entre as autoridades nacionais em segurança de alimentos e o secretariado da INFOSAN, nos casos de urgência.

A INFOSAN tem como objetivo promover uma troca rápida de informações durante qualquer evento envolvendo a segurança de alimentos; dividir dados de interesse global em assuntos relacionados à segurança de alimentos; promover a parceria e a colaboração entre os países; auxiliar os países a fortalecer sua capacidade em gerenciar os riscos em segurança de alimentos. Um dos seus principais trabalhos é sistematicamente monitorar potenciais incidentes internacionais em segurança de alimentos, além de facilitar o gerenciamento de eventos que possam ser de preocupação mundial. O caso do recall da Fonterra em 2013, envolvendo aproximadamente 1000 toneladas de derivados lácteos (sobretudo proteína de soro de leite) que estavam sob suspeita de apresentarem C. botulinum, teve a participação da INFOSAN nos alertas e na investigação. O recall foi feito e felizmente, não houve registro de consumidores afetados.

Veja mais informações em: http://www.who.int/foodsafety/fs_management/infosan/en/

Você também poderá ver o último relatório de atividades da INFOSAN (biênio 2011 – 2012) através deste site: http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/85360/1/9789241505505_eng.pdf?ua=1

 

 

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TV Cultura mostra debate sobre rotulagem em alimentos

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Nossa colunista Cecília Cury esteve em um debate na TV Cultura sobre transparência de informações nutricionais em produtos industrializados.

A abrangente reportagem mostra várias facetas sobre a comunicação através das embalagens e as lacunas que temos que superar em nosso país. Também aborda a campanha que lidera no Facebook, a Põe no Rótulo. https://www.facebook.com/poenorotulo que visa pressionar entidades regulatórias e empresas a comunicarem informações sobre alérgenos em produtos.

Assista o vídeo:

tvcultura.cmais.com.br/jcdebate

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Congresso de Engenharia e Projeto Sanitário em Parma

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O Congresso de Engenharia e Projeto Sanitário que acontecerá em Parma, na Itália está com a pré-programação definida:

As inscrições estão abertas e há descontos para membros da EHEDG e também para inscrição antecipada. O Congresso vai ser uma das atrações da Cibus Tech – Food Pack, uma espécie de “Fispal” que acontecerá de 28 a 31/10/2014. Congresso em si será nos dias 30 e 31/10.

Recordando a importância deste ramo da segurança de alimentos: o desenho incorreto de um equipamento pode levar a incapacidade da limpeza completa das superfícies de contato, e levar à contaminações em grande escala. A adequação de materiais, utilidades e outros acessórios também fazem parte do conceito de engenharia sanitária.
 
Haverá exposição de posters e quem tiver interesse, deve submeter os trabalhos até o dia 31 de maio.
 
A programação preliminar está em anexo e maiores detalhes podem ser obtidos neste link.
 

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Como estimar o prazo de validade dos alimentos? Testes acelerados

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Em termos industriais, determinar a vida de prateleira ou o prazo de validade dos alimentos é um verdadeiro desafio.

Depois de produzido, um alimento pode ser estocado sob várias temperaturas e condições de umidade. Não existe uma fórmula mágica capaz de contemplar todas as variações. O que se considera, então, são os testes acelerados, nos quais o alimento é armazenado em temperatura e/ou umidade relativa superiores às usuais, para acelerar as reações. As alterações que ocorrem sob diferentes condições são analisadas e são elaborados modelos matemáticos capazes de prever, com alguma segurança, por quanto tempo o alimento permanecerá aceitável.

Na literatura específica, há diversos estudos que contêm informações úteis para quem deseja fazer um estudo de prazo de validade dos alimentos.

Woodroof sugere estocar os alimentos a 38°C e extrapolar os resultados (perda de cor, sabor, textura, valor nutritivo) para temperaturas mais baixas, considerando uma duplicação da velocidade da reação a cada incremento de 10°C na temperatura. Por este critério, a vida de prateleira a 28°C seria o dobro daquela a 38°C. O autor ainda menciona que estudos paralelos devem ser realizados em temperaturas mais próximas daquelas esperadas para o armazenamento a fim de confirmar esta relação. Já para os alimentos congelados, a cada incremento de 3°C na temperatura de estocagem, a velocidade de deterioração aumenta de 2 a 2,5 vezes. Assim, um produto que manteria suas características por 1 ano se fosse estocado a -18°C, pode sofrer as mesmas alterações em 1 mês se for estocado a -9°C.

Outro pesquisador, Hoofnagle, recomenda estocar amostras em várias condições de temperatura e umidade relativa e analisá-las periodicamente. Segundo ele, um procedimento simples para produtos enlatados seria utilizar um lote de 180 amostras, dividindo-o em 100 amostras a 22°C, 50 a 38°C e 30 a 50°C, com análises periódicas a 36, 18 e 3 meses, respectivamente. Segundo este autor, a estocagem a 50°C acelera em 10 vezes a velocidade da reação em relação a 22°C e a estocagem a 38°C acelera em 2 a 3 vezes.

Já participei de estudos para determinar o prazo de validade de balas. Constatamos que as balas armazenadas a 35°C sofriam, em 50 dias, as mesmas alterações sensoriais (perda de brilho, cor e sabor) que balas armazenadas por 9 meses a temperatura ambiente. Neste mesmo estudo, foi interessante constatar que, enquanto as análises sensoriais demonstravam uma sensível perda de qualidade, as análises químicas, como umidade, pH e teor nutricional não indicavam nenhuma alteração.

Num estudo de prazo de validade dos alimentos, os parâmetros considerados críticos podem ser:

  1. O crescimento bacteriano;
  2. O aumento ou diminuição de pontuação numa escala de avaliação organoléptica;
  3. Perda de nutrientes;
  4. Alteração de sabor causada por oxidação ou hidrólise de gorduras;
  5. Ganho ou perda de umidade, com alteração de textura;
  6. Aumento na concentração de estanho e chumbo no caso de produtos enlatados.

Existem modelos matemáticos sofisticados, que expressam as alterações de um alimento em formas gráficas, em termos de três ou mais variáveis. Para quem deseja se aprofundar neste assunto, indico a leitura do livro Reações de Transformação e Vida de Prateleira de Alimentos Processados, uma publicação do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), com a participação de vários pesquisadores. O próprio ITAL oferece anualmente um curso que aborda especificamente este assunto, normalmente no segundo semestre do ano – consulte aqui.

Para terminar, sugiro a leitura da excelente revisão bibliográfica publicada no Boletim do ITAL, v. 17, n.4: Aspectos gerais sobre a vida de prateleira de produtos alimentícios, de Antonio Carlos Dantas Cabral e Maria Helena Costa Fernandes, onde constam as informações sobre os trabalhos citados no início deste texto. Quem se interessar por este material deve se dirigir diretamente ao ITAL.  

“Vida de prateleira de um alimento é o tempo em que ele pode ser conservado sob determinadas condições de temperatura, umidade relativa, luz, etc, sofrendo pequenas, mas bem estabelecidas alterações que são, até certo ponto, consideradas aceitáveis pelo fabricante, pelo consumidor e pela legislação alimentar vigente” (do livro Reações de Transformação e Vida de Prateleira de Alimentos Processados).

Leia também:

Data de validade é obrigatória para todos os alimentos?

A data de fabricação nos alimentos embalados é obrigatória?

Alimentos “politicamente seguros”: arsênio, agrotóxicos e mais

Imagem: Limer pack

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Guia de boas práticas para estabelecimentos livres de glúten

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A Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica da Argentina (ANMAT) lançou um guia bastante útil para as indústrias de alimentos que se propõe a oferecer produtos para portadores de doença celíaca. Esse mal que afeta a absorção de nutrientes e causa severo dano ao trato gastro-intestinal gera impactos a curto, médio e longo prazo nos portadores e só pode ser controlado com a exclusão total do glúten da dieta. Essa tarefa não é muito fácil considerando que certos cereais, sendo o principal representante a farinha de trigo, são ingredientes de uma gama muito ampla de produtos e estão presentes em quase todas as refeições.  Como já tratamos aqui a rotulagem obrigatória de glúten já fez 10 anos.

O guia é uma aula de gestão de processos desde a matéria-prima até eventual recall e inclusive pode ser extrapolado para outras situações onde contaminações cruzadas são indesejadas. Há modelos de formulários de registros. Uma lista de verificação ao final permite auto-avaliação.

Baixe o conteúdo aqui.

Agradecemos à leitora Lucia Helena Cruz pelo envio desta Dica Vencedora!

Imagem: Sin T.A.C.C = sem trigo, aveia, cevada e centeio

 

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Food Safety Brazil da WordPress

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Já indicamos aqui outros blogs afins do tema segurança de alimentos.

O destaque hoje é para o quase nosso homônimo:  http://foodsafetybrazil.wordpress.com. Não identificamos a autoria, já que todos os posts são assinados por “mestre”.

O ponto interessante é que o o blog é uma coletânea de clippings recentes da mídia, seja nacional ou internacional vinculados à segurança de alimentos, principalmente escândalos e dicas de fontes como New York times, Epoc Times, Exame, Gazeta do Povo, Zero Hora, Revista Superinteressante, além da TV.

 

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www.foodcontactmaterials.com

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Comprovar que os materiais de contato com alimentos são seguros é um dos novos desafios para quem trabalha com segurança de alimentos. Carência de critérios, não entendimento ou omissão de requisitos legais, bem como e fornecedores aptos para esta demanda, são problemas enfrentados. Ainda temos um caminho grande a trilhar no Brasil. Nos EUA já há fóruns específicos sobre o assunto, como esta página, cuja a auto-descrição é:

Este site é um ponto de encontro para as pessoas que estão lidando com materiais de contato com alimentos (MCA) , como papel e cartão , revestimentos , plásticos, borracha etc , sejam um fabricante  ou usuário de materiais em contacto com alimentos. O  o foco são os aspectos regulatórios . O objetivo deste site é compartilhar informações, links úteis e explicações. O site contém informações sobre MCA , informações sobre a legislação, uso, pesquisas bibliográficas  e muito mais. 

http://www.foodcontactmaterials.com/

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