< 1 min leitura
0

Workshop métodos rápidos e moleculares: avanços e aplicações para garantir a segurança e vida útil dos alimentos

< 1 min leitura

Nos dias 4 e 5 de outubro haverá o Workshop métodos rápidos e moleculares: avanços e aplicações para garantir a segurança e vida útil dos alimentosque será ministrado nas dependências da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, FEA, para profissionais interessados do setor.

As inscrições ocorrem até o dia 30 de Setembro de 2016.

Confira a programação e mais opções de contato aqui.

< 1 min leituraNos dias 4 e 5 de outubro haverá o Workshop métodos rápidos e moleculares: avanços e aplicações para garantir a segurança e vida útil dos alimentos, que será ministrado nas dependências da […]

< 1 min leitura
0

IFS | Focus Day Brazil

< 1 min leitura

A IFS tem o prazer de convidá-los para o primeiro IFS Focus Day no Brasil a ser realizado no dia 15 de Setembro de 2016, das 08:30 às 18:15, no Hotel Golden Tulip Plaza, localizado na Alameda Santos, 85, Jardins, São Paulo.

O IFS Focus Day reunirá uma série de palestras e profissionais que abordarão temas de grande impacto, além dos novos desafios, ao setor produtivo de alimentos, para a fabricação de produtos seguros e de qualidade. A conferência contará com a colaboração de representantes da cadeia de produção e distribuição de alimentos e de especialistas técnicos.

Neste convite encontra-se a programação do evento e relação dos temas e respectivos palestrantes que se juntam a nós nesta importante jornada.

Se você tem interesse em participar do IFS Focus Day no Brasil, entre em contato conosco para confirmar a sua participação, efetuar o seu cadastro e garantir a sua vaga.

Apenas os participantes pré-inscritos terão acesso garantido ao evento (vagas limitadas).

Mais informações sobre o evento e sua programação você pode consultar o convite ou a Caroline Nowak (cnowak@ifs-certification.com).

< 1 min leituraA IFS tem o prazer de convidá-los para o primeiro IFS Focus Day no Brasil a ser realizado no dia 15 de Setembro de 2016, das 08:30 às 18:15, no […]

2 min leitura
1

Curso sobre gestão e homologação de fornecedores na indústria de alimentos

2 min leitura

Se você é responsável por ou está implementando um programa de homologação e qualificação de fornecedores, sabe que este é um dos assuntos mais complexos e delicados da indústria de alimentos. De nada adianta um sistema de qualidade super robusto apoiado em uma gestão de fornecedores deficiente, apenas documental, e sem uma visão crítica.

Para atender à nova legislação de rotulagem de alergênicos, ter realizado uma boa homologação e qualificação dos seus fornecedores é meio caminho andado. Afinal, a rapidez e fluidez da comunicação com estes parceiros é um dos pilares que irá assegurar o cumprimento do prazo e atendimento dos requisitos da portaria.

Acontece nos dias 11 e 12 de agosto, em Porto Alegre, o curso Descomplique! Gestão e Homologação de Fornecedores da Indústria de Alimentos.

A ideia do curso é responder a questões como:

  • Como determinar em quais fornecedores fazer auditoria in loco e quais homologar via documentação?
  • Como focar as análises de entrada nos itens mais críticos e utilizar os recursos disponíveis de forma eficiente?
  • Como calcular o índice de qualificação de fornecedores e tomar ações sobre o resultado obtido?

O curso tem um olhar prático e objetivo e será ministrado no Sindicato dos Engenheiros do Rio Grande do Sul (Senge).

Quem se interessar, as inscrições estão acontecendo aqui.

E nós temos uma surpresa! O Food Safety Brazil tem uma vaga de cortesia que será sorteada entre os assinantes do blog. Para participar, é simples: curta nossa página no Facebook, e compartilhe o post para chamar os seus amigos também (deixe como público, para conseguirmos conferir, ok?). O sortudo ou sortuda será divulgado no dia 24/06 – portanto, corra lá!

Quer se atualizar enquanto o curso não chega? O blog já tratou do tema de homologação nestes posts:

cartaz_curso_homologacao_de_forn

2 min leituraSe você é responsável por ou está implementando um programa de homologação e qualificação de fornecedores, sabe que este é um dos assuntos mais complexos e delicados da indústria de […]

3 min leitura
2

Workshop Novos Desafios em Food Safety | FEA Unicamp | Anvisa

3 min leitura

No dia primeiro desse mês ocorreu o Workshop Novos Desafios em Food Safety na FEA, Faculdade de Engenharia de Alimentos da UNICAMP, do qual o Food Safety Brazil foi agraciado com uma vaga para participar, e acompanhar os assuntos atuais da área, dentro do contexto no qual os consumidores cada vez mais querem saber sobre o que estão comendo, e profissionais da área, como nós, deveríamos auxilia-los.

Abrindo o evento, tivemos a oportunidade assistir a palestra da Ligia Schreiner, especialista da Anvisa, que muita simpática, nos apresentou o “cenário atual das discussões do Codex Alimentarius sobre contaminantes químicos e Microbiológicos, e impactos na legislação nacional”. Para nos habituar sobre o mundo de siglas que compõem o universo do Codex, nos introduziu primeiramente os seus conceitos e a metodologia primária empregada para realizar atualizações.

As alterações no Codex passam por duas bases oficiais, JECFA e JEMRA, e são realizadas sempre respeitando os países participantes, junto as suas 17 dietas internacionais registradas na OMS, além das negociações que podem superar a fronteira da segurança de alimentos com a ciência política. O JECFA (FAO/WHO Expert Committee on Food Additives) é responsável pelas ações relacionadas a aditivos e contaminantes; e o JEMRA (FAO/WHO Expert Meeting on Microbiological Risk Assessment), pela avaliação de riscos microbiológicos.

As etapas da avaliação de risco, que avalia o quanto se pode comer consumir por peso para o resto da vida, passam pelo CCCF, Codex Committee on Contaminants in Food, e CCFH,  Codex Committee on Food Hygiene, onde há a formulação do problema, para caracterização do perigo frente a avaliação da exposição, na qual os dados de consumo das dietas internacionais, citadas no parágrafo anterior, são importantes.

Atualmente, muitas medidas para redução de risco passam pelo Códex, a Lígia nos listou algumas das COP, Conferência das Partes, a serem realizadas para tal, e o colunista estagiário, que vos escreve, relaciona para vocês a seguir.

Pelo CCFH:

  • Revisão do código de práticas de higiene para frutas e vegetais;
  • Revisão dos princípios gerais de higiene de alimentos e do anexo APPCC.

E pelo CCCF, temos:

  • Revisão dos limites de chumbo;
  • COP sobre o teor de arsênio em arroz;
  • Revisão dos limites de cádmio em chocolate Brasil e Equador;
  • COP sobre micotoxinas em especiarias;
  • COP sobre alcaloides de ergot;
  • Revisão dos limites de micotoxinas em cereais;
  • Revisão dos limites de mercúrio em pescado.

A agenda regulatória da pauta de alimentos, segunda maior da Anvisa, conta num período próximo com a revisão dos padrões Microbiológicos, com consulta pública a ser publicada nos próximos dias sobre os limites de metais pesados em alimentos infantis… Além disso a Lígia já nos adiantou os demais tópicos que compõem a agenda 2016, sobretudo a revisão dos limites de metais pesados, arsênio, chumbo, cadmio e mercúrio:

  • Diferenciar o teor do arsênio inorgânico do total, assim como os limites dos demais metais pesados, para padrões mais usuais a realidade, o que aumentaria o volume da produção da pesca nacional válida;
  • Adequar os teores em chás e erva mate, dos quais a Argentina já está num processo mais avançado que o nosso;
  • Os ajustes na relação de cádmio no Cacau produzido no Brasil, pois ainda não temos uma produção de chocolate fino adequada no país;
  • Revisão da RDC 12.

Nos momentos finais da palestra, algumas questões sobre o teor de cádmio no cacau foram feitas pela plateia, questionando sobre conflitos com fornecedores acerca da apresentação da composição (teor de cadmio) no produto oferecido, tendo em vista as últimas resoluções da RDC 24/15 sobre recolhimento de alimentos. Em resposta, a Lígia foi enfática ao afirmar a responsabilidade da empresa final de conferir os teores nos produtos que recebem de seus fornecedores, e informar corretamente aos consumidores sobre o que estão comprando no produto final.

Créditos de imagem: Blog Biblioteca de Medicina.

3 min leituraNo dia primeiro desse mês ocorreu o Workshop Novos Desafios em Food Safety na FEA, Faculdade de Engenharia de Alimentos da UNICAMP, do qual o Food Safety Brazil foi agraciado […]

< 1 min leitura
8

Food Safety Brazil nas Universidades

< 1 min leitura

O Blog Food Safety Brazil, em sua missão de levar conhecimento sobre segurança de alimentos, está também atuando nas universidades e fez sua primeira participação no dia 21 de maio, na Universidade Anhanguera de Santo André-SP, durante o evento acadêmico “1º Meeting de Nutrição – Atualizando Conhecimentos”. Tive a oportunidade de ministrar a palestra “A importância das Certificações de Qualidade na área de alimentos”, e posso dizer que foi um verdadeiro sucesso!

Para mim foi um grande prazer ministrar esta palestra. A iniciativa do blog em levar conhecimento prático sobre segurança dos alimentos para os universitários é de grande valia, pois estamos “plantando a sementinha” nos profissionais de amanhã que, independente da área de atuação, já vão ter na sua base a cultura de Segurança de Alimentos. Com toda certeza esta parceria com a área acadêmica irá trazer bons frutos, para o blog, para os profissionais e para sociedade. Educação é a base de tudo!

A palestra ministrada abordou a questão do porquê que as indústrias estão buscando uma certificação em segurança de alimentos, quais as principais certificações no Brasil e suas características.

Hoje, no Brasil, são 337 indústrias com certificações reconhecidas pelo GFSI no escopo de processamento de alimentos.

Disponibilizo a palestra aqui no blog. Se você quiser receber na íntegra, basta clicar neste link.

< 1 min leituraO Blog Food Safety Brazil, em sua missão de levar conhecimento sobre segurança de alimentos, está também atuando nas universidades e fez sua primeira participação no dia 21 de maio, […]

< 1 min leitura
8

Workshop IFS | Certificação em Segurança dos Alimentos | Curitiba – PR

< 1 min leitura

No dia 22 de Junho vai acontecer em Curitiba o Workshop IFS, Certificação em Segurança dos Alimentos – Indústrias de Alimentos, Bebidas e Insumos em Geral.

O evento tem por objetivo, atualizar os profissionais das Indústrias de Alimentos, Bebidas e Insumos, para que possam aprimorar seus Sistemas de Gestão da Qualidade e Segurança dos Alimentos, cumprindo a Legislação, o que propiciará:

  • Acesso a mercados;
  • Redução de perdas por Qualidade e Recolhimento;
  • Satisfação e Confiança de clientes e do mercado, pela Empresa e seus produtos.

Serão abordados temas relevantes e complexos, de uma forma prática, apresentando possíveis soluções para cada assunto.

Os palestrantes são profissionais especializados e com larga experiência em Segurança dos Alimentos, Normas de Certificação, Indústrias Alimentícias, Varejo e Análises Laboratoriais.

Confira abaixo a programação:

08h00 Recepção e entrega de credenciais
08h45 Abertura – Boas Vindas
09h00 Norma IFS Food – Global Markets Food – A Norma e as vantagens da CertificaçãoIFS Brasil
09h55 Os caminhos e o sucesso da Certificação IFSIndústria de Alimentos
10h35 Coffee Break – Networking
11h00 HACCP na indústria: uma visão práticaC&B Consultoria Técnica
11h55 Recall, Rastreabilidade e Mídias SociaisSGS Brasil
12h50 Almoço – Networking
14h30 Alergênicos3M Food Safety
15h25 A Higienização na IndústriaDiversey – Sealed Air
16h20 Food Fraud, Food DefenseAquimisa Brasil
17h15 Encerramento – Networking

Participe e Faça sua inscrição!!

Faça o download da Programação Detalhada e a Ficha de Inscrição.

 

< 1 min leituraNo dia 22 de Junho vai acontecer em Curitiba o Workshop IFS, Certificação em Segurança dos Alimentos – Indústrias de Alimentos, Bebidas e Insumos em Geral. O evento tem por […]

3 min leitura
0

Destaques da Conferência do GFSI 2016

3 min leitura

No V Encontro de Profissionais da Garantia da Qualidade – “Simplificar para Praticar”, a palestra “Destaques da Conferência do GFSI 2016”, proferida em 27/04/16 por Juliani Kitakawa, da DNVGL, compartilhou com o público presente um resumo sobre as palestras do evento ocorrido entre 29 fevereiro e 3 março de 2016 na Alemanha, em Berlim, reforçando a missão de “produzir alimentos seguros para todos os consumidores em qualquer lugar”, pois em 2000 eram 400 empresas de bens de consumo com consenso para SGSA, e hoje são por volta de 77.000 empresas certificadas em uma das normas acreditadas (BRC, IFS, SQF, FSSC 22000, GlobalGAP, entre outras), além da previsão de inclusões de agentes de vendas, varejo, serviços, equipamentos. Há atualmente também a abordagem em estabelecimentos de parcerias com governos, por exemplos, o FSMA (código sanitário do FDA), a Modernização Regulamentar Canadense e o HACCP Chinês. Outro foco foi estabelecer as competências dos auditores, gerando confiança e redução de tempo em treinamentos redundantes, através de exames por categorias, segundo protocolo, por fundação independente, para a formação e o exame sem setembro de 2016, com avaliação de competências, e, no final de 2016, credenciar os auditores.

Introduzindo o evento, como base para leigos, há participação de varejo (Metro – hoje 60% das lojas certificadas na IFS), serviços (McDonald’s) e competência do auditor das normas acreditadas pelo GFSI, com diversas plenárias, dentre elas, a harmonização global dos mercados, comunicação de crises (eventos), proteção do consumidor na nova era (visão do consumidor) e a novidade dessa versão: “Big Data” (gestão da informação, por ex.: mapeamento de genoma para Food Fraud – essa hoje faz parte de todas as normas) divididas em três seções de três, ou seja, três séries totalizando 9:

  • Regulação de mercados em mundo dividido;
  • “Chega de escândalos”, ou seja, “prepare, responda e recupere”. Por exemplo, alinhada à visão do GFSI o McDonald’s através do SQMS (padrão interno) preocupa-se com o caso “hambúrguer com carne de cavalo” no cenário global, não havendo mais a preocupação apenas pelo concorrente;
  • Hospitalidade;
  • Segurança dos orgânicos pelo risco microbiológico (consumo de insetos no futuro);
  • Guerra contra fraudes;
  • Alergênicos não intencionais;
  • “Big Data” – Gestão da Informação (acesso livre as mídias sociais (legal, físico, percepção de mídia e relações internas e externas) para aproveitar as informações. Quais barreiras para vantagens dos dados? Não está na estratégia e sim nos conhecimentos técnicos e na segurança das informações;
  • Cultura da Qualidade (valores e comportamentos) – “alimento socializa!”;
  • GFSI para pequenos empreendedores/negócios, em 3 níveis, o BPF no 1º ano, acrescido do HACCP no 2º ano e do SGSA no 3º ano (posicionamento de mercado para a empresa melhorar).

Se os consumidores estão com as empresas certificadas, o foco está no cliente com inovação, cujos desafios são manter e melhorar os sistemas, prevenir fraudes, elaborar produtos sustentáveis e rastreáveis (de onde vem?), informações de rotulagens (ex.: alergênicos), comunicar a crise aos consumidores conectados (internet na metade de 2015 com 1,4 bilhões de usuários ativos, sendo “o tempo um luxo”, portanto comprar em sites, participando de tendências e novidades, tempo de digitação e transparência), atender as expectativas das partes interessadas externas, em um elo complexo na cadeia de alimentos, desde o agricultor, a vila, a cidade, a região, o global, que possuem desafios diferentes, tais como, contaminação acidental, terrorismo, o responsável pela fraude (deliberadamente, como caso de peixes com detecção de fraudes para dar autenticidade ao alimento). Para isso, os equívocos diários são: lidar com incertezas, a visão diferente do público (intuito ou não) e da ciência (especialistas com riscos aceitáveis comparativos a média populacional). Esclarecendo, análogo a comunicação do vírus H1N1 para todas as pessoas resfriadas, que é a gripe suína que os afligem, mas somente será fornecida a vacina ao grupo de risco, ou em alimentos, o caso de E.coli O157:H7 no Canadá com 9 mortes mudando a cultura da empresa que reconheceu e mudou, não simplesmente colocando os responsáveis na cadeia.

E sua empresa, segue esse norte dado no evento em Berlim?

Fonte de imagem: DNV GL.

3 min leituraNo V Encontro de Profissionais da Garantia da Qualidade – “Simplificar para Praticar”, a palestra “Destaques da Conferência do GFSI 2016”, proferida em 27/04/16 por Juliani Kitakawa, da DNVGL, compartilhou […]

< 1 min leitura
2

1º Meeting de Nutrição Anhanguera

< 1 min leitura

No dia 21 de maio, na UNIAN de Santo André, a palestra ” A importância das Certificações de Qualidade na área de alimentos”, será ministrada pela colunista Juliana Levorato, vai dar um panorama geral dos casos das doenças transmitidas por alimentos no Brasil: alguns casos de contaminação; os impactos que causam na cadeia; quais são as principais certificações na indústria alimentícia, as vantagens em certificar e os dados da certificações GFSI no Brasil. Aproveite.

Palestras gratuitas: façam suas inscrições do 1º Meeting de Nutrição neste link.

16_05_2016_18_16_26

< 1 min leituraNo dia 21 de maio, na UNIAN de Santo André, a palestra ” A importância das Certificações de Qualidade na área de alimentos”, será ministrada pela colunista Juliana Levorato, vai […]

3 min leitura
0

V Encontro profissionais da Garantia da Qualidade – Simplificar para praticar

3 min leitura

Não pode ir ao V Encontro profissionais da Garantia da Qualidade – Simplificar para praticar –  que ocorreu nos dias 27 e 28 de abril em Campinas? Não tem problema, o Food Safety Brazil estava lá e vai trazer resumos com os principais temas abordados nestes dois dias de muito aprendizado.

O encontro foi aberto pela nossa presidente, Juliane Dias, com a palestra “Por que simplificar?” Que trouxe uma reflexão de que tempos de crises, como o que estamos vivendo no Brasil, podem ser uma grande oportunidade para melhorias no sistema de gestão da qualidade e segurança de alimentos.

E para mostrar que a crise não é brincadeira, o gráfico abaixo deu um choque de realidade, fazendo todos pensarem no assunto e buscar soluções.

graf

A hora é de contenção total de gastos, logo, desperdícios são inaceitáveis. Você já parou para pensar se seu sistema de gestão é entendível? Todos os documentos são uteis? É fácil e barato de se manter?

E aí mais uma pergunta foi feita para reflexão: já pensou quais os riscos que as pessoas podem trazer ao negócio? A resposta é: MUITOS! Por isso capacitar pessoas não deve ser visto como um gasto e sim como investimento.

Na sequência veio a palestra “Gestão de riscos e seus benefícios”, ministrada pela Rubiana Vitor, que apresentou os fundamentos da gestão de riscos baseado no ISO Guia 73 e na ISO 31.000. Esta palestra deu uma visão geral da gestão de riscos, que foi assunto citado em diversas palestras.

A definição de risco é o efeito da incerteza nos objetivos. Levando em consideração que um efeito pode ser positivo, negativo ou um desvio esperado. Além disso, o risco é muitas vezes descrito por um evento, uma mudança de circunstâncias ou uma consequência (ISO Guia 73 e na ISO 31.000).

Os benefícios da gestão de risco são vários, entre eles:

  • Aumento da probabilidade de atingir os objetivos;
  • Encoraja gestão pró ativa;
  • Melhora identificação de oportunidades e ameaças;
  • Atende normas e requisitos legais;
  • Melhora: governança, confiança das partes interessadas, controles.

Os principais tipos de risco são:

  • Pessoal: Falta de habilidade ou capacidade; ausência inesperada de pessoa chave; problemas de saúde, acidentes, lesões;
  • Instalações: Inadequadas ou insuficientes; controle de acesso; localização; fluxo processo ou zoneamento;
  • Equipamentos: Quebra; projeto não sanitário; facilidade de limpeza;
  • Tecnologia da informação: Falha no sistema de hardware (TI); pirataria; vírus;
  • Comunicação: Gestão inadequada das informações; falha na comunicação interna ou extern;
  • Processos: Instáveis; sem recursos; sem planejamento.

O enfoque dado na palestra foi mais abrangente, mostrando o negócio como um todo e não só com foco na segurança de alimentos, porém associando a gestão de riscos com a segurança de alimentos, nada mais é que o nosso conhecido HACCP. Veja que os riscos citados acima estão relacionados com os programas de pré requisitos, como: higiene e saúde dos colaboradores; instalações, layout e equipamentos; food defense; limpeza e higienização; contaminação cruzada.

O esquema a seguir mostra como avaliar e gerenciar os riscos, de modo a garantir que o negócio não afete a aplicação na segurança de alimentos.

graf2

A gestão de riscos foi “o assunto” mais comentado nos dois dias de treinamento, sua importância e necessidade de estar alinhada com a estratégia da empresa, além de estar totalmente alinhada com a ISO 9001:2015, que também foi o tema da palestra, ministrada por Delder Lopes, esta nova versão traz como principal alteração o conceito de gestão de risco mais evidente. Todas as normas ISO, passaram ou estão passando por revisão, que é o caso da ISO 22.000, cuja expectativa de nova versão é para início de 2017. O objetivo da atualização da normas e integra-las mais facilmente, por isso foi estabelecido uma estrutura genérica de gestão e os requisitos adicionais serão acrescentados de acordo com cada setor.

Em breve veja mais notícias deste evento!

3 min leituraNão pode ir ao V Encontro profissionais da Garantia da Qualidade – Simplificar para praticar –  que ocorreu nos dias 27 e 28 de abril em Campinas? Não tem problema, o […]

< 1 min leitura
0

Workshop: Novos Desafios em Food Safety | UNICAMP

< 1 min leitura

No dia 01 de junho a Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp irá promover o Workshop Novos Desafios em Food Safety, onde contará com diversos especialistas da área de Segurança de Alimentos e Legislações. Se você é um profissional ou estudante que nunca está satisfeito com o que sabe, procura sempre novos conhecimentos, formas de superar desafios nesta tão delicada área de Segurança Alimentar, não perca tempo e garanta sua inscrição.

O evento ocorre no dia 1/6, e as inscrições estão abertas até 28/5, sendo que até 18/5 há um preço promocional para os participantes.

Clique aqui para preencher a sua.

Confira a Programação:

8:00 – 8:30 Entrega de material

8:30 Cenário atual das discussões do Codex Alimentarius sobre contaminantes químicos e microbiológicos e impactos na legislação nacional – Ligia Lindner Schreiner (ANVISA)

10:00 Coffee Break

10:20 Bioacessibilidade e biodisponibilidade de metais em alimentos – Profa. Dra. Solange Cadore (IQ/UNICAMP)

11:20 Salmonella em alimentos com baixa atividade de água – Profa. Dra. Maristela da Silva do Nascimento (FEA-UNICAMP)

ALMOÇO

14:00 Compostos tóxicos formados no processamento de óleos: ésteres de MCPDs e glicidol – Profa. Dra. Adriana Pavesi Arisseto Bragotto (FEA-UNICAMP)

15:00 Desafios no controle de alergênicos na indústria de alimentos – Rosinely Casadó (SGS do Brasil)

16:15 Coffee Break

16:30 MRSA e outros patógenos emergentes – Profa. Dra. Nathália C. Cirone Silva (FEA-UNICAMP)

Local:

Salão Nobre da Faculdade de Engenharia de Alimentos – UNICAMP

Rua Monteiro Lobato, 80 | Campinas – SP | 13083-862

< 1 min leituraNo dia 01 de junho a Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp irá promover o Workshop Novos Desafios em Food Safety, onde contará com diversos especialistas da área de […]

Compartilhar
Pular para a barra de ferramentas