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Um ano do blog Food Safety Brazil – posts mais lidos

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Nosso júri especializado elegeu os posts mais interessantes.

Mas nosso público já deixou claro suas preferência nos últimos 9 meses, quando instalamos a ferramenta de contagem do blog.

  1. TOP 10 surtos de origem alimentar no Brasil 
  2. O que são estas larvas no meu chocolate?
  3. Qual é a validade de um alimento cuja embalagem foi aberta?
  4. Portaria 2619/11 Boas Práticas de Manipulação
  5. Portaria 2914/2011 de Potabilidade de Água – Perguntas e Respostas

Nos primeiros tempos, quando não tínhamos o contador do Google Analytics, a ferramenta interna nos indicava também:

Lavar carnes e frangos aumenta a segurança de alimentos?

 

 O que você gostaria de ler neste ano?

 

 

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Um ano do blog Food Safety Brazil – melhores posts

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Queridos leitores,

É com alegria que comemoramos com vocês um ano de vida do blog Food Safey Brazil.

Neste período publicamos 471 posts de utilidade para consumidores, profissionais e interessados no assunto.

Preparamos duas listas para você: a dos posts mais lidos, e a dos favoritos escolhidos por um juri especial: nossos colunistas. Pedimos para cada um indicar dois. Os resultados praticamente não convergiram, o que prefiro interpretar como uma boa notícia: disponibilizamos um leque variado de assuntos interessante.

Vamos recordá-los?

Monitoramento, Verificação e Validação (2 votos)
Aplicativos de i-Phone e Smartphone contribuindo para a segurança de alimentos (2 votos)
Análise de perigos de ingredientes e aditivos – a missão (2 votos)
Causos de auditor – Graxa mais do que alimentícia
E quando não há legislação para um contaminante?
Cadê a fábrica que estava aqui?
Relatório desaconselha exames médicos para manipuladores de alimentos
Diferença entre PCC, PPR e PPRO
(Des)verificação de um detector de metais
Um método simples de definir critérios metrológicos
O que são estas larvas no meu chocolate?
Eu implemento, tu implementas, ele… não implementa
Desenho sanitário de equipamentos
Qual o melhor método para análises de alergênicos?
Artigo Food Defense
Depoimento de uma mãe de bebê alérgico
Tratamento de não conformidades: auxílio para solucionar problemas de maneira eficaz
Manuseio de lubrificante de grau alimentício
Sugestões de temas para pesquisas em segurança de alimentos
Segurança de alimentos para nossos pets urgente!
Sete mil anos de frituras
 Tábuas de madeira, mais higiênica que as plásticas?
Case de rotulagem de azeitonas de Portugal
O que pode acontecer quando for obrigatório rotular alergênicos?

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Curso de auditor interno de segurança de alimentos da ABEA

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Detalhes:

Módulo 1A

As boas práticas de fabricação.

 Visão de acordo com legislação vigente Brasileira.

Carga horária: 8 horas

 Serão abordados os requisitos de Boas Práticas inseridos nas principais legislações, de modo a promover a discussão sobre os itens:

 Lei: Definição e origem

  • Como se faz uma lei
  • Hierarquia das legislações existentes
  • Princípio da publicidade
  • Benefício individual x coletivo
  • Relações entre ANVISA X MAPA
  • Principais legislações genéricas de Boas Práticas
    • Portaria CVS6/99
    • Portaria CVS18/08
    • Resolução RDC275/02
    • Portaria 1428/93
    • Resolução RDC 216/04
    • Portaria 2619/11
    • Portaria 326/97
    • Portaria 368/97
  • Requisitos específicos:
    • Potabilidade de água
    • Manejo de resíduos
    • Controle Integrado de Pragas
    • Higiene Pessoal e saúde
    • Higiene do ambiente, instalações, equipamentos, móveis e utensílios
    • Seleção de matérias primas, ingredientes e embalagens
    • Manutenção preventiva e calibração
    • Recolhimento
    • Prevenção contra contaminação cruzada
    • Agentes tóxicos
    • Proteção contra adulteração dos alimentos

 Inscrições somente no site www.abea.com.br         

 

 

 

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Blog comida sem cocô

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Por uma questão de linha editorial, nosso blog não se propõe a fazer compilações de casos de escândalos e contaminações em alimentos.

No entanto apoiamos iniciativas como a do blog “Comida sem cocô” onde há clippings com o que os autores Melissa Galluci e Isaias Edson Sidney encontraram o que foi definido como

“… todo e qualquer elemento estranho e todo e qualquer sinal de deterioração encontrados em produtos alimentícios que impeçam seu consumo por seres humanos.”

Confira:

http://comidasemcoco.blogspot.com.br/

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Entrevista com colunista: Camila Miret

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Neste mês de aniversário do blog, nossa equipe decidiu inaugurar mais um ciclo de surpresas para nossos leitores.

Todo colunista faz aniversário, certo? Então nesta data publicaremos uma entrevista com cada um para podermos conhecê-los melhor.

Hoje, com a palavra, Camila Miret:


Por que escolheu trabalhar com segurança dos alimentos? Sempre pensou em atuar na área, ou simplesmente os caminhos te levaram a isso?
Foi a atração pelo tema, que começou desde a faculdade, quando tive a matéria específica, e depois busquei caminhos, com o mestrado. A segurança de alimentos é muito relevante e adoro trabalhar com ela.

O que mais lhe marcou da experiência de fazer um mestrado em Portugal, na área de segurança de alimentos?

Foi a interação com os colegas nas aulas, que incluía uma aluna de Moçambique, e principalmente a receptividade tanto dos professores e funcionários da faculdade quanto da empresa em que estagiei. Valorizo muito as amizades que conquistei nos dois anos lá e a experiência profissional no estágio da fábrica de concentrado de tomate. O trabalho foi levado bem a sério por todos, adorei.

O que gostaria de ver nesse nosso Brasil, em termos de segurança de alimentos?
Gostaria de ver uma ANVISA mais atuante e antenada nas novidades, com legislação atualizada, profissionais mais qualificados  e estudos mais aprofundados, e também que as “pontas” da cadeia (produção agrícola, transporte dos produtos finais e pontos de venda) levassem mais a sério o assunto de segurança dos alimentos, e se preocupassem com o consumidor e a saúde pública. Se cada etapa da cadeia fizesse o seu papel adequadamente e estabelecesse seus controles, não oneraria tanto a indústria de alimentos. Também gostaria que existissem mais ações de educação dos consumidores.

Quais são seus projetos futuros?
Não vejo a hora de ter o meu primeiro cliente de consultoria certificado. Nenhum deles ainda concluiu os projetos e não chegou ao momento da certificação, mas isso vai acontecer.

Quando você cozinha, toma algumas providências especiais?
Confesso que não sou muito fã de cozinha e raramente faço qualquer coisa. Não tomo nenhuma providência “especial”, só as clássicas e básicas como: lavar as mãos, retirar adornos, prender os cabelos, usar tábuas separadas, entre outras.

Qual é a sua maior frustração como profissional da área?
O desconhecimento do mercado sobre engenharia de alimentos e a desvalorização do profissional, com salários baixíssimos e ao mesmo tempo, grandes responsabilidades para com a saúde pública. Recentemente a ANVISA publicou edital de  concurso, considerando como aptos para concorrerem aos cargos de especialistas em regulação e vigilância áreas que pouco têm a ver, como engenharia mecânica, elétrica e de materiais, e nem sequer mencionaram a engenharia de alimentos. Falta regulamentação para o engenheiro de alimentos, falta fortalecer a categoria.

Qual você considera seu grande momento profissional?
Foi a conclusão do mestrado, o dia da defesa da tese, que me marcou muito e tenho certeza que foi o maior passo que dei para trabalhar com segurança de alimentos.

Qual o tipo de empresa/segmento/atividade mais difícil de auditar?
As dificuldades em auditoria, pelo menos para mim, não estão tão relacionadas a uma atividade ou um segmento, mas sim, a certas situações. Ir auditar uma empresa pela primeira vez sempre dá um friozinho na barriga, porque não sabemos como vamos ser recebidos (às vezes o auditor é visto como inimigo). Temos que ter jogo de cintura para lidar com pessoas, pessoas com diferentes personalidades e estado de espírito. Já observei uma auditoria
numa empresa em que a responsável pela qualidade era extremamente nervosa e ansiosa, tremia e parecia que ia se “desmontar” diante de nós.

Como auditora, percebe muita diferença na formação e grau de preparo do
pessoal das pequenas e médias empresas x grandes corporações?

Sim, já aconteceu algumas vezes. Normalmente as empresas menores não têm condições de investir na contratação e na qualificação de seus profissionais. Mas a principal diferença está entre as regiões do Brasil.
Infelizmente, as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste ainda são bastante carentes em termos de formação do pessoal e oportunidades de desenvolvimento, quando comparamos com Sul e Sudeste.

O que lhe dá mais satisfação no trabalho como auditora? 
Certamente é ter a oportunidade de poder voltar a um cliente já auditado anteriormente e ver a evolução das pessoas, do sistema de gestão, das práticas. Gosto de agregar valor e é bem gratificante quando auditamos uma
empresa que dá a devida importância à certificação, ao seu sistema de gestão e ao processo de auditoria, e enxerga isso como uma bela ferramenta de melhoria contínua.

Qual o seu post preferido do blog Food Safety Brazil?
Difícil dizer exatamente qual o post que mais gosto, mas curto demais a seção “Fator RH” com os textos e dicas do Crístian. O post de Fernando Ubarana, com os “Causos de auditor – graxa mais do que alimentícia” também é bem engraçado. O “Depoimento de uma mãe de bebê alérgico”, de Juliane Dias, me tocou e me chamou muito a atenção de como é difícil lidar com esta situação.

O que você não come na rua?
Tenho uma boa resistência contra intoxicações e infecções alimentares, mas passo longe de espetinhos, salgados caseiros e queijo coalho que costumam vender nas praias.

Qual post publicado lhe dá mais orgulho?
Sem dúvida o de tratamento de não conformidades. Estou bolando outros artigos relacionados ao tema.

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O que pode acontecer quando se tornar obrigatório declarar traços de alergênicos?

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No Brasil, diferente de muitos países desenvolvidos e em desenvolvimento, temos legislação limitada referente à informação de alergênicos. Basicamente, é obrigatório declarar se um alimento contém ou não glúten (lei 10674/2003), que protege os celíacos e por tabela, os alérgicos.  No entanto,  a causa mais expressiva de alergias no Brasil é a proteína do leite de vaca e não temos a obrigatoriedade desta informação disponível ao público quando esta pode ocorrer como traços, o que desespera muitos consumidores e mães de crianças com o problema.

 E por que tanta resistência em se estabelecer legislação de rotulagem para alergênicos?

 Uma hipótese que formulo é a enorme quantidade de recalls que poderão vir a onerar a indústria por tardias descobertas que um produto contém os indesejáveis e não declarados traços de algum alimento. Afinal de contas, não é fácil gerenciar alergênicos. Falhas dentro da empresa poderão ocorrer, mas principalmente a indústria tem que arcar com eventuais erros  de seus fornecedores ao por exemplo descobrir que uma matéria-prima foi elaborada em uma linha de produção de múltiplas finalidades e sem higienização adequada.

 Segundo o relatório da Expert Recall, a presença de alergênicos não declarados foi a segunda causa de recalls nos EUA, correspondendo a 28% dos casos, último trimestre de 2012.  Estamos falando de 152 ocorrências! 

 Segundo a compilação do blog eFoodAlerts, só de 01 a 24 de março de 2013, foram totalizados 34 recalls ao redor do mundo por alergênicos, sendo sete nos EUA, dezenove no Canadá e nove na Europa. Na Austrália, a a Food Standards Agency  relatou 211 casos de 2002 a 2011. 

  Notei também que os recalls de alergênicos são classificados como categoria I –  grau máximo de dano à saúde, o que pode ser visto tanto  no site da CFIA (Agência de Inspeção de Alimentos do Canadá) quanto do FDA.

 Fazer um recall representa um enorme custo para empresa. Custos relacionados tanto ao processo logístico, mídia, profissionais à disposição, quanto à de recuperação do desgaste da marca. Ainda por cima o Brasileiro não está muito acostumado com recalls em alimentos, lidando muito mal com este tipo de procedimento. Vide os posts de sátiras para os casos AdeS Maçã e Toddynho.

 Aqui no Brasil tivemos cinco casos de recall por alergênicos, todos por causa de  glúten não declarado na embalagem.  Os autores foram Ajinomoto, em  2010 (tempero Sazón), a Yoki (Lanchinho Yokito)  em 2008,  e Pepsico (Salgadinho Festa Snack) em 2004, conforme consta no site do Ministério da Justiça. A Unilever fez um recall do Cornetto em 2007, também por erroneamente afirmar que o produto “não contém glúten” e a Diageo em 2009, retirou do mercado a cerveja Harp, importada, dados que podem ser confirmados no site do PROCOM de SP.

 O fato de todos os recalls (mas ainda poucos, diga-se de passagem, quando comparados com os outros países citados) estarem relacionados ao glúten, não são mera coincidência. Ora, se eventualmente uma empresa detectar que um fornecedor não controla, por exemplo, a ocorrência de resíduos de soja ou leite, legalmente estaria obrigada a sair desesperadamente avisando seus consumidores e retirando os produtos do mercado? A resposta é não, afinal no Brasil não estão definidos quais alimentos são considerados alergênicos.

Os primeiros passos tem sido dados por várias indústrias sérias, que antecipando-se às tendências de harmonização com o MERCOSUL,  já declarando voluntariamente quando um alergênico pode estar presente, mas ainda temos muitos passos a dar.

 Fabricantes, aproveitem este tempo para organizarem seus processos internos e com seus fornecedores, pois eventuais falhas poderão custar muito caro caso uma nova legislação seja publicada.

 

 

 

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Curso Gratuito Online sobre fraudes em alimentos

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Assunto dos mais quentes na última conferência global do GFSI, as fraudes em alimentos ganharam um curso online disponibilizado gratuitamente pela Michigan State University.  Dr John Spink. Será dado na forma de Massive Open Online Course (MOOC, lê-se muc

O objetivo deste curso é proporcionar aos alunos uma visão sobre a necessidade cada vez mais urgente de se realizar uma Gestão Corporativa da Fraude Alimentar. O curso baseia-se em uma ampla gama de experiências e conhecimentos atualizados, com muitas aplicações do mundo real e de solução de problemas que irão fornecer uma base para o sucesso no futuro. O curso também irá servir como um fórum para a universidade tomar ciência do perfil dos alunos que estão no mercado como gestores em indústrias.

Para fazê-lo, você precisa separar sua agenda  de 06 a 24 de maio, por duas horas diárias. Ao final, é aplicado uma prova semanal.

Inscrições no link abaixo:

msufoodfraud.com/mooc/

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Revisão sobre resíduos de antimicrobianos em leite

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Resíduos de antimicrobianos no leite – uma revisão

Uma das maiores preocupações nos dias atuais quanto à segurança alimentar consiste na produção de alimentos livres de contaminantes. Desse ponto de vista, é imprescindível que seja garantida a produção de alimentos que não representem riscos à saúde dos consumidores. O leite é um produto de origem animal bastante susceptível à contaminação por resíduos de antimicrobianos em decorrência da utilização indiscriminada de drogas veterinárias para tratamento do rebanho leiteiro. O respeito às recomendações dos organismos internacionais e à legislação brasileira deve ocorrer em toda a cadeia de produção. A presente revisão aborda a problemática da ocorrência de antimicrobianos em leite, com enfoque na segurança alimentar, relacionando o tema à legislação vigente no país e discutindo alternativas para seu controle.
Palavras-chave: resíduos, antimicrobianos, leite, segurança alimentar.

José Guilherme Prado Martin

Veja o trabalho na íntegra aqui.

 

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