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Anvisa oferece curso online para manipuladores de alimentos

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 A Anvisa disponibilizou uma página dedicada ao curso de boas práticas de manipulação em serviços de alimentação. O curso tem como objetivo capacitar, apoiar e auxiliar os manipuladores de alimentos a aperfeiçoarem o controle sobre requisitos na categorização dos alimentos, reduzindo assim as doenças associados ao consumo.

O curso tem carga horária de 12 horas, possui oito módulos, é gratuito e pode ser realizado pelos funcionários de restaurantes, cantinas, bares e lanchonetes ou por responsáveis desses estabelecimentos para capacitação dos funcionários. Donas de casa, empregados domésticos, cuidadores também podem melhorar suas práticas domésticas de preparo e armazenamento de alimentos realizando esse treinamento.

Os inscritos terão a oportunidade de conhecer as formas seguras de preparar os alimentos e as principais regras da Vigilância Sanitária. Ao final do curso, os participantes que concluírem satisfatoriamente a avaliação (70%) irão obter um certificado e estarão aptos a realizar tarefas com mais qualidade e segurança.

Confira aqui o material completo, que pode ser baixado e assistido mediante inscrição.

Os tópicos abarcam:

Módulo 1: Entendendo a contaminação dos alimentos

Módulo 2: Ambiente de Manipulação e Cuidados com Água

Módulo 3: Manuseio do Lixo e Controle de Vetores e Pragas

Módulo 4 : Higienização

Módulo 5: Manipuladores e Visitantes

Módulo 6: Etapas da Manipulação dos Alimentos

Módulo 7 – Documentação e Função do Responsável pelo Serviço

Módulo 8 : Encerramento do Curso

 Dica vencedora enviada pela leitora Isabela Paião

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Salmonella até nos super grãos do café da manhã

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A tendência de se consumir super alimentos veio para ficar. Chia, linhaça, gergelim estão compondo vitaminas que atendem por apelidos de “Detox”, muitas vezes acompanhado de algo que tenha a cor verde que possa ser batido no liquidificador e consumido no café da manhã.

Quem busca benefícios nutricionais e funcionais, como por exemplo, antioxidantes, não imagina contudo que possa eventualmente ingerir bactérias patogênicas, dentre elas a famosa Salmonella. Isso mesmo. Estes grãos são consumidos crus e não há uma medida como o cozimento para eliminar eventual carga de contaminação. Você talvez esteja pensando que trate-se de um produto de baixa umidade e atividade de água e portanto de baixo risco, porém o alto teor de gordura das sementes funciona como fator de proteção e sobrevivência aos microrganismos.

Neste mês o FDA anunciou o recall de sementes de chia por contaminação por Salmonella, associada a surtos.  Segundo o Food Safety News, no total foram 73 sendo dois americanos entre 1 e 81 anos hospitalizados e nenhuma morte relatada. O produto fez 6 vítimas no Canadá serem hospitalizadas.

Mas o assunto não é propriamente uma novidade. Em 2009, a Saúde Pública da Inglaterra publicou um relatório com uma pesquisa com sementes de gergelim, girassol, papoula e abóbora, identificando que 1,5% delas apresentava-se positiva para E.coli e 0,6% para Salmonella. O estudo foi motivado porque pelo menos sete surtos de Salmonelal associados a sementes aconteceram na Alemanha, Noruega, Suécia e Austrália desde o ano 2000.

A agência inglesa recorda que quando as sementes são cultivadas, podem ser expostas a uma larga gama de bactérias a partir de muitas fontes, incluindo solo, esterco, água de irrigação, aves selvagens e animais. Também as sementes podem ser contaminados durante o processo de secagem. O risco de doença em seres humanos pode ser reduzida para as sementes prontas para o consumo com práticas de fabricação de boas práticas no campo, durante a colheita e processamento.

Em 2012, a Autoridade Australiana de Segurança de Alimentos encontrou somente uma amostra de macadâmia contaminada  em sua varredura. Já a Irlanda teve um índice de  0,3% de insatisfatório, com 3 amostras contaminadas com Salmonella (duas de gergelim e uma de semente de melão).

Aqui no Brasil ainda precisamos de mais informações à respeito sobre a prevalência destes patógenos em sementes e nozes e fica a sugestão para nossas universidades, institutos de pesquisa e Anvisa para levantamentos para sabermos se podemos tomar nossos café da manhã saudável com tranquilidade.

 

 

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Links internacionais com muuuito sobre segurança de alimentos

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Manter a inspiração para escrever sobre segurança de alimentos às vezes não é fácil. Sou assinante e frequentadora de algumas revistas, blogs e portais de notícias que ajudam a toda a equipe de colunistas do blog Food Safety Brazil a garimpar temas que possam ser de interesse de nossos leitores. Todo conteúdo é gratuito!

Hoje concentro o mapa da mina de meus favoritos e o respectivo “About us”. Desculpe por não traduzir, mas entendo que se você tem interesse por conteúdos em língua inglesa, não irá se importar!

http://www.foodsafetynews.com/

Food Safety News was founded in 2009 to fill a void.  At the time, both print and broadcast media were facing consolidation and budget cuts. Dedicated reporters on the food, health and safety beats were being reassigned or seeing their positions disappear altogether.

 Food Safety News will enter its 6th year of publication in September 2014.  Our reporters will continue to bring you outstanding coverage of topics ranging from policy and politics to foodborne illness outbreaks to sustainability, science and research. Your suggestions and comments help inspire us to dig deeper into food issues as we continue to expand our scope, audience, and impact on the dialogue around food in the world today.

http://www.foodquality.com/

Food Quality & Safety is a publication of Wiley. As one of the world’s foremost academic and professional publishers and the largest society publisher, Wiley publishes more than 1,400 scholarly peer-reviewed journals and an extensive collection of books, major reference works, databases, and laboratory manuals in print and electronically. Both Wiley and Food Quality & Safety have strong track records of leadership in editorial excellence. By introducing synergies with its sister publications within Wiley, Food Quality & Safetyhas strengthened its editorial content with unique access to peer-reviewed scientific content.

http://www.qualityassurancemag.com/

QA Magazine, a bi-monthly publication from GIE Media, is written for managers and professionals in the food and beverage processing industry with a specific focus on food safety, quality, and defense. Filled with practical insights and analysis of plant processes, practices, and current issues, the QA media family – including our print and digital publication, website, and e-newsletters – addresses the growing market need for targeted, information in these key areas.

http://foodpoisoningbulletin.com/

Food Poisoning Bulletin is a Google news source for consumers to alert them to food recalls, food poisoning outbreaks and food safety news. Our goals are to empower consumers and make the United States food supply the safest it can be.

Food Poisoning Bulletin is sponsored by PritzkerOlsen, P.A., a leading food safety law firm. The firm represents food poisoning victims throughout the United States.  Our publisher is Fred Pritzker, senior partner at PritzkerOlsen, P.A.

http://foodfraud.msu.edu/

MSU’s Food Fraud Initiative is an interdisciplinary research, education, and outreach organization. We focus on all types of fraud that can contribute to public health and economic vulnerabilities and threats. These include adulteration, misbranding, tampering, overruns or licensee fraud, theft, diversion, simulation, and counterfeiting.

This initiative is based on a wide range of research, education, and outreach activities led by Dr. John Spink. This site showcases his work as well as that of a wide range of co-authors and co-researchers who have contributed greatly to different aspects of Food Fraud.

http://www.ifsqn.com/

The IFSQN was founded in 2003 to provide food safety practitioners with an online platform for sharing knowledge and information and to enable collaboration on the effective implementation, operation and continual improvement of food safety management systems. Ten years on this remains our primary goal.

Our discussion forums are unique and unrivaled anywhere in the world; with over 26,000 members creating an archive of over 60,000 posts as well as 1’000’s of files and documents to assist members old and new.

http://fightbac.org/

We are a one-of-a-kind nonprofit that brings together public and private sectors to support health and food safety educators by making their work more visible, collaborative, and effective. The Partnership works with an active network of 14,000 health and food safety educators, providing them with tools they can use to educate people about protecting their health through safe food handling and hygiene.  Sign up here to join this network of BAC Fighters!

http://www.foodqualitynews.com/

FoodQualityNews.com is a daily online news service available as a free-access website and provides daily and weekly newsletters to subscribers.

 The service seeks out news stories and data of value to decision-makers in food and beverage development in Europe.

The FoodQualityNews.com team is led by award-winning journalists. They scan all available scientific, technical and industry sources and search out previously unpublished material, primary data and expert opinions in all areas of significance to the target audience.

http://www.foodsafetymagazine.com/

Food Safety Magazine is the source for science-based solutions for food safety and quality professionals worldwide.

http://barfblog.com/

barfblog.com is where Drs. Powell, Chapman, Hubbell and assorted food safety friends offer evidence-based opinions on current food safety issues. Opinions must be evidence-based – with references – reliable and relevant. The barfblog authors edit each other, often viciously.

National Food Protection Collaboratory (Linkedin)

On this blog we share food safety and food defense information. Recently, we added a subgroup to the National Food Protection Collaboratory blog that deals with food fraud. That blog is called Food Fraudster. The information that is posted at both of these blogs are diligently selected from hundreds of pieces of information and we blog on a daily basis. If you have just joined the National Food Protection Collaboratory blog please consider joining the Food Fraudster blog as well. The information posted on both these blogs will provide a food professional with all the information necessary to keep informed on food protection issues.

 

http://www.foodproductiondaily.com/

FoodProductionDaily.com is a daily online news service available as a free-access website and provides daily and weekly newsletters to subscribers.

The service seeks out news stories and data of value to decision-makers in food and beverage development in Europe.

The FoodProductionDaily.com team is led by award-winning journalists. They scan all available scientific, technical and industry sources and search out previously unpublished material, primary data and expert opinions in all areas of significance to the target audience.

http://www.foodbusinessnews.net/

 

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Estimativa de ingestão de cloropropanóis pelos brasileiros

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Molho shoyo, proteína hidrolisada de soja (usada como potencializador de sabor em produtos industrializados), defumados, cereais, produto com malte são todos potenciais fontes de cloropropanóis, contaminantes químicos formado no processamento com potencial de causar câncer. Os pesquisadores se basearam nos dados de consumo médio dos brasileiros para estimar a ingestão e avaliar o risco de nossa população. Num cenário médio, não há motivo para se preocupar. Mas atenção: indivíduos que consomem grandes quantidades diárias destes alimentos podem apresentar um risco diferente.

 

Resumo:

Os cloropropanóis, entre eles o 3-monocloropropano-1,2-diol (3-MCPD) e o 1,3-dicloropropan-2-ol (1,3-DCP), compreendem um grupo de contaminantes químicos com propriedades carcinogênicas e genotóxicas, encontrados em diversos alimentos processados e ingredientes alimentícios, como proteína vegetal hidrolisada, molho de soja, produtos à base de cereais, ingredientes derivados de malte e alimentos defumados. Este trabalho teve como objetivo avaliar a exposição ao 3-MCPD e 1,3-DCP pela dieta no Brasil e verificar se a presença destes compostos em alimentos pode representar um risco à saúde da população. A ingestão foi calculada combinando-se dados sobre o consumo alimentar, fornecidos pela Pesquisa de Orçamento Familiares 2008-2009, com os níveis de ocorrência dos contaminantes, determinados por cromatografia gasosa – espectrometria de massas. A exposição ao 3-MCPD variou de 0,06 a 0,51 µg.kg pc-1.dia-1 considerando médios e grandes consumidores, enquanto que a ingestão de 1,3-DCP foi estimada em 0,0036 µg.kg pc-1.dia-1 no pior cenário avaliado. Com base nesses resultados, verificou-se que a exposição aos cloropropanóis não representa um risco significativo à saúde da população brasileira. Entretanto, o consumo de determinados alimentos contendo altos níveis de 3-MCPD poderia ultrapassar a ingestão diária máxima tolerável provisória de 2 µg.kg pc-1 estabelecida para este composto e, assim, representar uma preocupação potencial.

 

Autores:

ARISSETO, Adriana PavesiVICENTE, EduardoFURLANI, Regina Prado Zanes e  TOLEDO, Maria Cecília de Figueiredo

Veja o trabalho na íntegra aqui, na revista Food Science and Technology, da sbCTA.

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Categorização de estabelecimentos para a Copa não é reconhecida pelo público

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Com muito entusiasmo divulgamos no blog a iniciativa de categorização de estabelecimentos para a Copa de acordo com o projeto da Anvisa que após auditorias divulgou as notas A, B ou C para os restaurantes considerados próprios.

A iniciativa contudo parece ter consumido muitos recursos com pouco retorno: o público não entende o significado da categorização ou a desconhece completamente, mantendo seus hábitos de consumo de forma indiferente. Assim foi o levantamento da Folha de São Paulo.

 Segundo a reportagem, há também casos de estabelecimentos que tiraram nota C e não colocaram a placa de forma visível em seu estabelecimento. Também relatamos neste post que estabelecimentos categorizados com nota A tiverem alimentos vencidos apreendidos.

Teria valido a pena todo esforço? A iniciativa foi ou não um gol a favor da segurança dos alimentos?

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Anvisa publica consulta pública de alergênicos

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Está no ar a Consulta Pública 29 de 05 de junho de 2014.

Ela traz as regras para rotulagem de alergênicos, como já vínhamos tratando no blog.

Clique aqui para ver a consulta pública e aqui para ler o post com as dicas de como aplicá-la.

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Perguntas e respostas sobre a consulta pública de rotulagem de alergênicos

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A ANVISA aprovou hoje, dia 29/05 o conteúdo da consulta pública que deverá sair no Diário Oficial da União na próxima semana.

Explicando o que virá pela frente,  antecipamos possíveis perguntas e respostas desta novidade. Em itálico os textos extraídos da apresentação que está no site da Anvisa.

Ingredientes alergênicos que fazem parte da formulação e já são declarados devem ser destacados?

Sim, segundo o texto:  Os alimentos que consistam, sejam derivados ou contenham adição intencional de ingredientes, aditivos alimentares, coadjuvantes de tecnologia ou matérias-primas derivados das fontes reconhecidas por causarem alergias ou intolerâncias alimentares independentemente da quantidade, devem trazer a declaração “Alérgicos: Contém (nomes das fontes)” ou “Alérgicos: Contém derivados de (nomes das fontes)”, conforme o caso.

Assim, ficará claro para consumidores alérgicos, que, por exemplo,  ingredientes de formulação como albumina e lecitina referem-se a ovo e soja respectivamente.  E o fato de não haver quantidade mínima estabelecida faz com que, por exemplo, uma indústria que use uma concentração baixíssima de um aroma de queijo tenha que rotular o alerta de leite em um produto que não tem leite como ingrediente se o o aroma contiver pequena quantidade do mesmo.

 E como deverá ser a apresentação?

As declarações exigidas nos artigos 6º, 7º e 8º desta Resolução devem estar agrupadas próximas à lista de ingredientes da rotulagem, em moldura de fundo branco e com caracteres de mesmo tipo e cor preta que atendam aos requisitos de altura estabelecidos nesta Resolução. As declarações não podem estar dispostas em locais de difícil visualização, encobertos ou removíveis pelo lacre de abertura, como áreas de selagem e de torção

Como uma imagem vale mais do que mil palavras, segue um exemplo fictício para ilustrar.

 

 

 

 

 

 

 

Que alergênicos deverão ser declarados?

Em virtude da ausência de evidências científicas sobre os principais alergênicos que afetam a população brasileira, foi utilizada como referência a lista de alergênicos do Codex Alimentarius, ou seja:

I – cereais que contêm glúten, nomeadamente trigo, centeio, cevada, aveia e suas estirpes hibridizadas;

II – crustáceos;

III – ovos;

IV – peixes;

V – amendoim;

VI – soja;

VII – leite;

VIII a XV – castanhas (amêndoa , avelã, castanha de caju, castanha do Brasil, macadâmia, noz, pecã, pistache);

XVI – sulfitos (dióxido de enxofre e seus sais) em concentração igual ou superior a 10 (dez) partes por milhão (ppm), expresso em dióxido de enxofre.

 E naqueles casos em que pode haver traços do alergênico, como nas situações onde num mesmo equipamento se processa, por exemplo,  chocolate com e sem amendoim?

Nos casos em que os alimentos, ingredientes, aditivos alimentares, coadjuvantes de tecnologia ou matérias-primas tenham risco de contaminação incidental pelas fontes reconhecidas por causarem alergias ou intolerâncias alimentares, deve constar no rótulo a declaração “Alérgicos: Pode conter (nomes das fontes)”.

E a partir de que quantidade deve ser feita a rotulagem destes “resíduos”, também conhecidos pelo mercado como “traços”?

Com exceção do glúten e do sulfito, a Agência reconhece que não existem limites estabelecidos para os outros alergênicos devido às limitações científicas. Assim, a empresa não precisará fazer essa rotulagem se o produto apresentar quantidades de inferiores de 20 ppm para glúten e 10 ppm para sulfito. Para qualquer outra situação,  a rotulagem se faz obrigatória. O termo “pode conter” não se aplica ao glúten, seguindo vigente somente os termos “contém” ou “não contém”.

Restaurantes, cozinhas industriais, padarias e outros estabelecimentos devem seguir o novo regulamento?

Não, considerando os seguintes cenários:

O regulamento não se aplicará aos seguintes produtos:

I – alimentos embalados que sejam preparados ou fracionados em serviços de alimentação e comercializados no próprio estabelecimento;

II – alimentos embalados nos pontos de venda na presença do consumidor;

III – alimentos comercializados sem embalagens.

 Indústrias que fornecem à outras indústrias, também devem fazer esta declaração?

Sim, porém não necessariamente através de um rótulo.

Para os produtos destinados exclusivamente ao processamento industrial e ou aos serviços de alimentação, a informação sobre a presença ou ausência do glúten pode ser fornecida, alternativamente, nos documentos que acompanhem o produto.

  Vale a pena mencionar que a Agência reconhece que:

  • A característica da cadeia de produção de alimentos torna possível a ocorrência de contaminação cruzada em diferentes etapas.
  • Essa medida pode resultar no crescimento do uso dessas declarações em substituição à adoção de práticas de manejo de alergênicos ou como medida de proteção judicial por parte do setor produtivo.
  • Também foi apontada a possibilidade de diminuição do número de alimentos sem declaração de alergênicos, o que pode restringir o acesso de indivíduos com alergia a alimentos.

O regulamento será um complemento da RDC n. 259/2002

Leia a apresentação completa da Anvisa aqui e participe da consulta pública.

 

 

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Humor – mais sobre o esquema do leite compen$ado

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O esquema do Leite Compen$sado continua levando à detenção de responsáveis, incluindo empresários.

Enquanto isso, cartunistas de plantão não perdem tempo de fazer piada com assunto sério. Confira.

 

 

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Histórico de recalls em alimentos no Brasil

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Conheça a história dos recalls em alimentos no Brasil que foram registrados no site do Ministério da Justiça e Procon.

Saiba também sobre o assunto em Uma análise dos recalls em alimentos no Brasil.

Clique em FS para ver em tela cheia.

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< 1 min leituraConheça a história dos recalls em alimentos no Brasil que foram registrados no site do Ministério da Justiça e Procon. Saiba também sobre o assunto em Uma análise dos recalls […]

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Troque o pano de prato a cada duas horas

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Já falamos aqui sobre os perigos em relação aos panos de prato, que podem ser veículos de contaminação na cozinha.

O que não tínhamos apresentado é um trabalho científico feito no Brasil reconhecido por uma revista internacional sugerindo um tempo máximo para a troca dos mesmos.

Os pesquisadores “sujaram” diversos panos de prato com um simulante de alimento (albumina) e os inocularam com S. aureus, Salmonella enteritidis, E. coli e Shigella Sonei. Depois incubaram a 30oC e analisaram a contagem e presença de ATP com o decorrer do tempo, verificando depois de 2 horas foi percebido aumento da carga microbiana, sendo que este tempo foi sugerido como máximo para troca e lavagem dos panos.Também concluíram que as bactérias são transferíveis do tecido para uma superfície de aço inox.

Baixe o trabalho aqui.

 Agradecemos ao professor Eduardo Tondo da UFGRS por compartilhar o material com o blog Food Safety Brazil

Evaluation of bacterial multiplication in cleaning cloths containing different quantities of organic matter

Sabrina Bartz, Ana Carolina Ritter, Eduardo Cesar Tondo

Journal of Infection in Developing Countries, 2010; 4(9):566-571.

 

 

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