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Quando devemos lavar ovos?

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Os ovos são um dos principais produtos de origem animal consumidos pelos brasileiros. O consumo deste produto fechou em 165,2 per capita no ano de 2011, segundo a Ubabef. Este valor inclui os ovos consumidos in natura e também aqueles utilizados na fabricação de produtos industrializados.

 

Mas, quando consumimos os ovos na casca, devemos lavá-los? Segundo dados da Secretaria de Vigilância em Saúde, conforme postado neste blog pela Aline Santana em 14 de maio de 2012, a classe de alimentos mais freqüentemente envolvida em surtos alimentares são ovos e alimentos a base de ovos, e como conseqüência disso, a maior incidência por agente etiológico dá-se pela Salmonella sp. Porém, grande número de pesquisas sobre o assunto identificou a Salmonella sp. na casca dos ovos, não no seu interior, o que demonstra que a maioria das contaminações é devido à manipulação incorreta dos ovos, principalmente no momento da quebra da casca.

 

A casca do ovo é formada por 5 camadas, como mostra a figura abaixo.

 

 

O número 1 está representando as duas membranas testáceas, interna e externa. É entre elas que se forma a câmara de ar logo após a postura. O número 2 representa a camada mamilar, e o número 3 a cama esponjosa, onde estão presentes cristais calcíticos  pequenos e grandes, respectivamente. O número 4 é a camada de cristais verticais e o número 5 representa a cutícula, formada de proteína (90%), carboidratos e lipídios. Esta última é responsável pela proteção dos poros da casca (número 6) e se esta proteção é retirada, pode provocar a contaminação interna do ovo. Por isso, não devemos lavar os ovos assim que compramos ou quando chegamos em casa, pois eles vão permanecer durante algum tempo sem a barreira protetora da cutícula.

 

A lavagem dos ovos não é obrigatória para a sua comercialização. Nas granjas avícolas e nos entrepostos de ovos a limpeza pode ser feita, se necessário, a seco, com jatos de ar, escovas e esponjas secas. É bom lembrar que ovos sujos ou trincados não podem ser colocados no comércio.

 

Alguns entrepostos de ovos já realizam a lavagem de todos os ovos a serem embalados, porém após este procedimento é obrigatória a secagem e cobertura da casca com óleo específico para este fim, justamente com o objetivo de proteger novamente os poros da casca. Quando os ovos seguem para industrialização, sua lavagem e secagem são obrigatórias.

 

Temos que considerar também que muitos surtos de doenças veiculadas por alimentos são causados pela utilização de ovos crus ou sem o devido cozimento. As autoridades reconhecem que a contaminação dos ovos por Salmonella sp. é possível e por isso a ANVISA publicou a RDC 35/2009, que dispõe sobre a obrigatoriedade de instruções de conservação e consumo na rotulagem de ovos.

 

Então o que deve ser feito para diminuir o risco de contaminação pelo consumo de ovos?

– Adquirir somente ovos com a casca limpa e íntegra;

– Conservar os ovos na geladeira sempre que possível;

– Lavar os ovos somente antes de utilizá-los;

– Não consumir ovos crus ou mal cozidos.

 

Adotando esses cuidados, certamente estaremos mais seguros

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Temas em Food Defense – Controles de Acesso a Armazéns

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Requisitos de entrada para visitantes e contratados em áreas de armazenamento são semelhantes aos das outras áreas. Um programa completo deve estar no local para verificar a identidade do visitante, o motivo da visita, a pessoa que está visitando, etc Um registro de visitantes deve ser mantido e algum tipo de crachá de identificação deve ser fornecido. Também pode ser benéfico fornecer uma faixa  de segurança com código de cores próprias ou algum item facilmente reconhecível, para identificar os visitantes.

Se o acesso não autorizado pode ocorrer nas instalações, uma medida secundária, como CFTV ou algum tipo de sistema de catraca, deve ser usado. O CFTV não impede fisicamente que o cesso não autorizado, mas fornece um histórico registrado que permite o gerenciamento para identificar pessoas que não estão usando seus cartões de acesso, por exemplo. Uma vez que as gravações são revisadas ??e pessoas não autorizadas são identificadas, ações disciplinares podem ser tomadas. Um sistema de catraca impede fisicamente que pessoas não autorizadas entrem e exige que todos os que entram portem seus cartões de acesso. Existem muitos tipos de sistemas de catraca disponível, por isso, é importante avaliar qual o tipo é apropriado para a instalação.

Há sempre atividades que ocorrem na área de embarque e desembarque do armazém. Um dos maiores desafios nessa área é controlar a permanência de motoristas de caminhão. A medida de segurança mais eficaz é a de fornecer uma entrada designada para os motoristas que lhes permite entregar a documentação necessária e receber instruções para a sua estadia. Esta área de espera deve ser grande o suficiente para o número de motoristas normalmente presente e deveria incluir telefone, santários, estruturas de descanso e outras facilidades. Fornecendo esses recursos na sala de espera, elimina-se a necessidade de motoristas transitarem em outras partes da instalação. A área de espera deve ser segura para que um motorista não tenha acesso a portas que dão para outras áreas do armazém. O fornecedor ou o cliente deve fornecer documentos  com o nome de motorista específico de caminhão e veículo que ele estará dirigindo. É importante verificar a identidade do motorista no momento da chegada. Sugere-se que um documento de identificação com foto seja apresentado.

Alguns armazéns poderão autorizar os condutores ficarem sobre as docas para assistir enquanto os seus veículos são carregados / descarregados, para verificação de danos às cargas e controle de quantidade. Neste caso, requisitos de segurança adicionais devem ser fornecidos para se monitorar os motoristas. Deve-se manter um registro para documentar todos os motoristas que entraram na área de doca. Políticas da empresa sobre as BPF, segurança e outros requisitos devem ser disponibilizados nesta área. Os motoristas não devem ser autorizados a transitar para além da área de doca em outras partes do armazém. Se uma pessoa não está disponível para supervisioná-los, o CFTV pode ser usado para prevenir atividades inadequadas e fornecer um histórico registrado de eventos nesta área. Pode-se também fornecer faizas ou capacetes com códigos de cores para que o pessoal do armazém possa  facilmente identificá-los e monitorar suas atividades.

 

Muitos armazéns de alimentos empregam trabalhadores temporários durante os períodos sazonais ou para embarques específicos, como por exemplo, trabalhadores contratados de agências de emprego temporário para movimentação de materiais no armazém. É essencial que esses funcionários estejam devidamente treinados antes de iniciar o trabalho. A formação deve abranger a segurança do trabalhador, segurança de alimentos (BPF), proteção de alimentos e as regras de trabalho nas instalações. Algumas empresas fornecem materiais de treinamento para empresas de trabalho temporário e as responsabiliza por treinar trabalhadores antes de chegar ao armazém. Se a agência não fornece o treinamento, deve ser fornecido na instalação antes do início do trabalho. Também é importante verificar que os trabalhadores temporários são realmente os indivíduos designados enviados por agências. Pode ser necessário exigir a todos os trabalhadores temporários selam direcinados a áreas específicas para que alguém possa verificar a sua identidade com informações fornecidas pela agência. 

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ISO TS 22002-1 vigente

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Elaborada com a finalidade de definir os programas de pré-requisitos da ISO 22000, a ISO TS 22002-1,  Programa de pré-requisitos na segurança de alimentos Parte 1: Processamento industrial de alimentos, a norma é a primeira de uma série. Esta será uma relação de normas que alinha a ISO 22000 com outras normas reconhecidas pelo GFSI em segmentos como catering e agricultura por trazer detalhamento de requisitos de Boas Práticas.

Os capítulos essenciais da norma contemplam:

  1. construção e leiaute de edifícios e utilidades associadas;
  2. leiaute das instalações, incluindo local de trabalho e instalações  para os empregados;
  3. suprimento de ar, água, energia e outras utilidades;
  4. serviços de suporte, incluindo descarte de resíduos e efluentes;
  5. a adequação de equipamentos e sua acessibilidade para limpeza, manutenção e manutenção corretiva;
  6. gestão de materiais (por exemplo, matérias primas, ingredientes, produtos químicos e embalagens), suprimentos (por exemplo, água, ar, vapor e gelo), descarte (resíduos e efluentes) e manipulação de produtos (por exemplo, estocagem e transporte);
  7. medidas de prevenção da contaminação cruzada;
  8. limpeza e sanitização;
  9. controle de pragas;
  10.  higiene pessoal;
  11.  Disposição dos resíduos
  12.  Adequação, limpeza e manutenção dos equipamentos
  13. Higiene Pessoal e instalações dos funcionários
  14. Retrabalho
  15. Processo de recolhimento dos produtos
  16. Armazenamento
  17. Informações do produto/ conscientização do cliente
  18. Segurança alimentar, biovigilância e bioterrorismo

 

A aquisição da norma pode ser feita via site da ABNT: 

http://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=90744

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Sete mil anos de frituras

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Como cidadãos do século XXI, estamos habituados a nos vangloriar da rapidez com que ocorrem as transformações tecnológicas modernas. Do ponto de vista histórico, podemos pensar na evolução da segurança dos alimentos fazendo associação com a forma de preparar a comida, posto que é uma das principais maneiras para se eliminar ou para se causar uma contaminação. E esta preparação dos alimentos tem evoluído rapidamente?

O historiador Felipe Fernandez-Armesto, em seu livro Comida – Uma História (Ed. Record) faz uma interessante análise desta questão.

Segundo ele, a partir da descoberta e controle do fogo, cozinhar na chama viva deve ter sido a primeira tecnologia culinária criada pelo homem. Como só permitia um cardápio limitado, uma das primeiras variações deve ter sido colocar alimentos sobre pedras quentes ou brasas, método bastante adequado ao cozimento de moluscos e suas conchas, por exemplo. Do cozimento em fogo direto, com brasas ou com pedras aquecidas em covas, o homem passou à invenção dos utensílios de cozinha. As conchas de animais podem ter sido os primeiros utensílios, seguidos pelos recipientes de madeira, argila e de metal.

Uma opção que certamente foi utilizada pelo homem primitivo foi encher peles, tripas ou estômagos de animais com alimentos, completar o espaço com água e levar o conjunto à fervura. Estava criado o cozimento de alimentos propriamente dito. O passo seguinte na evolução culinária foi a fritura. E embora seja impossível estabelecer uma data para o cozimento em recipientes manufaturados, é possível estimar quando pode ter se iniciado a fritura dos alimentos, pois esta dependeu da invenção da cerâmica, o primeiro artefato capaz de ser usado como “frigideira”. As primeiras cerâmicas com características utilitárias surgiram na Grécia e no sudeste asiático por volta de 6.000 a. C. Desde a invenção da cerâmica, a única tecnologia realmente inovadora e acessível para o preparo de alimentos parece ter sido o cozimento com micro-ondas, ou seja, foram necessários cerca de 7.000 anos para esta inovação! É tempo, hein? Mais de sete mil anos de frituras…

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Videos do site da EFSA – European Food Safety Authority

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Estão disponíveis no site da ESFA vídeos educativos sobre segurança de alimentos. “Entendendo a Ciência” consiste em uma série de videoclipes onde estão presentes, em um primeiro plano, técnicos que explicam os conceitos e, no segundo plano, um quadro branco com ilustrações sobre o assunto. Nos vídeos são abordados temas como contaminantes e resíduos em alimentos, patógenos, resistência microbiana, OGMs e outros. Os apresentadores falam em inglês.

O endereço é :
http://www.efsa.europa.eu/en/news/videos.htm?WT.mc_id=EFSAHL01&emt=1.

Vale a pena conferir!

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Legislação de segurança de alimentos no México I

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Cada país prioriza o que é crítico para sua realidade.

Ao estudar a Norma Oficial Mexicana NOM-251-SSA1-2009, Prácticas de Higiene para el proceso de alimentos, bebidas o suplementos alimentícios, me chamaram a atenção alguns pontos que são diferenciados ao lugar-comum que estamos habituados. Alguns itens, achei demasiado básicos, porém com razão de ser, e outros que deveriam constar em nossas legislações:

5.9.7 Banheiros devem estar limpos e desinfetados e não devem ser usados como depósito ou fins distintos ao que estão destinados

6.6.1 Os registros de operação devem ser mantidos pelo menos por uma vez e meia a vida de prateleira do produto

7.5.5 c) Caso se usem guardanapos de tecido, eles devem ser substituidos por outros limpos para cada consumidor

7.5.5 d) As superfícies das mesas (dos restaurantes) devem ser limpas após cada serviço, assim, como limpar e desinfetar após cada jornada

7.5.5 f) Não se deve colocar os dedos em partes de copos, taças, pratos, palitos e canudos que estarão em contato com os alimentos ou bebidas, ou com a boca del comensal.

 

 

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Quem somos

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Nossa missão é compartilhar conhecimento e experiências em segurança de alimentos.

Iniciativa sem fins lucrativos, desde abril de 2012, o Blog Food Safety Brazil tem como objetivo ajudar as empresas de pequeno e médio porte da cadeia produtiva de alimentos a melhorar as suas práticas. Um corpo de profissionais voluntários da academia, indústria, serviço público, auditores e consultores compartilha suas vivências, incentivando o debate, a harmonização e o consenso.

Desde outubro de 2014 passamos a ser Associação Food Safety Brazil, CNPJ número 22.335.091/0001-59.

Quem somos

Todos os colunistas que escrevem neste blog são voluntários e doam seu tempo e sua experiência para ajudar profissionais e interessados a saberem e aplicarem mais conhecimentos sobre segurança dos alimentos.

Linha editorial

Utilizamos como referência para nossos posts fontes idôneas e de reconhecimento técnico-científico nacional e internacional. Tomamos muito cuidado para que informações corretas e atualizadas sejam compartilhadas. Contudo, este blog não tem a pretensão de ser classificado como fonte científica e não passa por revisão do tipo “peer review”. Os profissionais voluntários que aqui atuam, pesquisam, analisam e depuram informações para as pautas, que podem passar por discussão prévia ou não.

Podemos manifestar posicionamentos específicos em temas para os quais não há consenso e são polêmicos, porém não temos restrições para apresentar diferentes pontos de vista. Consultamos também outros profissionais e especialistas de reputação no mercado, prezando por uma linha editorial que permita que você possa formular sua opinião com base em informação de diversas fontes e pontos de vista. Se não concordar com alguma visão, poderemos publicar um post de sua autoria, desde que ele respeite os critérios de credibilidade.

Certos conteúdos refletem a opinião pessoal e experiência de nossos colunistas, e por isso você encontrará alguns textos em primeira pessoa. Em outras situações você será convidado a refletir sobre os temas de forma mais abrangente.

Citação de marcas e empresas

Nosso posicionamento editorial é não dar dicas públicas citando nome fornecedores de produtos e serviços, para que fique claro que nosso objetivo não é a promoção de entidades.

Você pode notar logos e links de patrocinadores que contribuem com a manutenção da página. Eles pagaram para isso e essa relação é transparente. Qualquer publicação de um Patrocinador é marcada claramente pelo autor “Patrocinador” no cabeçalho do artigo. Os posts patrocinados somente são publicados caso adicionem conteúdo legítimo e consistente para os leitores do blog, o que é verificado pela edição.

Entendemos que o nome de uma empresa brasileira que trouxer inovação ou feito para a segurança dos alimentos merece ser citado, pois temos orgulho disso, afinal o blog se chama Food Safety Brazil e alinha-se com o propósito do blog de promover a segurança de alimentos em território nacional. Por outro lado, não temos como objetivo citar nome de empresas nacionais ou internacionais envolvidas em incidentes de segurança dos alimentos, ou fazer denúncias. Contudo, ocasionalmente, dado o contexto de algum acontecimento difundido pela mídia, isso pode acontecer como parte natural de um debate num post.

Consultoria personalizada

Nossa Associação não oferece consultoria a questões personalizadas das empresas. Se você tiver alguma dúvida em particular, preferencialmente dirija a sua dúvida num post relacionado ou na seção “Contato”.

Sua dúvida poderá gerar um post que irá não somente ajudá-lo, mas também auxiliará vários outros leitores. Contudo, pode ser necessário esperar para que seja gerado conteúdo, conforme a disponibilidade dos colunistas, que são voluntários.

Não enviamos materiais por e-mail ou possuímos plantão de dúvidas individualizado.

Você também pode ser o autor

Foi incrível encontrar a resposta exata para sua pergunta?

Lembre-se que nosso portal é uma via de mão dupla. Quando puder, compartilhe seu aprendizado conosco, gerando uma cadeia de retribuição com nossa comunidade.

Escreva para editor_chefe@foodsafetybrazil.org e junte-se a nós!

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Lançado o livro “Poisoned”

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No dia 24 de dezembro de 1992, Lauren, de 6 anos, foi hospitalizada com uma torturante dor de estômago. Menos de uma semana depois estava morta. Medicos ficaram desconcertados: como uma criança saudável fica tão gravemente doente tão rápido? Após uma frenética investigação, oficiais de saúde pública anunciaram que a causa foi E. coli O157:H7, e a fonte foi o Hamburguer servido no restaurante Jack in the Box. Até o patógeno ser isolado e eliminado, quarto crianças morreriam e outras 700 ficariam gravemente doentes.

O surto mortal – considerado pela indústria de cárneos como um marco – mudou para sempre a relação dos Estados Unidos com os alimentos. Antes, a maioria dos consumidores acreditava que surtos eram apenas dores de estômago, se tanto. Repentinamente não havia como negar que que era uma ameaça mortal que não foi descoberta a tempo, e não há dúvidas que algumas coisas devem mudar.

O primeiro capítulo está disponível no site www.poisoned.com do qual traduzi alguns trechos de cortar o coração:

…seu quadro de diarreia era tão rápido e agressivo que seus pais tiveram que embrulhá-la em uma fralda improvisada…
… sempre foi uma criança ativa e saudável…
ela voltou da escola com febre baixa, cólicas abdominais, mal estar, assim como seu irmão de onze anos. Os sintomas eram típicos de uma gripe, até que surgiu sangue em sua diarréia e Lauren estava muito fraca para caminhar sozinha. No dia seguinte estava na CTI, sendo medicada com potentes analgésicos.
… naquela noite, o resultado de teste de bário deu negativo. Ela não tinha apendicite
“E agora?”
… olhou para Lauren e reparou que seus lábios estavam azuis…
… ela teve um ataque cardíaco e danos cerebrais irreversíveis…

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