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Guia IFS de gerenciamento de corpos estranhos em alimentos

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Recentemente, a IFS publicou uma versão atualizada do guia de Diretrizes para um eficaz gerenciamento de corpos estranhos em alimentos.

O documento é extremamente rico e possui informações e conhecimentos valiosos que podem ser usados pelos profissionais no controle de contaminação física nas indústrias de alimentos. Em suas mais de 60 páginas, o documento aborda:

  • Requisitos legais: descreve os requisitos legais relevantes para materiais estranhos na União Europeia, Estados Unidos e outras regiões;
  • Gerenciamento de riscos: apresenta uma abordagem de avaliação de risco aplicada especificamente a materiais estranhos (ex.: identificação e origem de perigos físicos, avaliação de probabilidade e severidade, controle de PCC);
  • Fonte e tipos de contaminantes físicos: aborda características de contaminantes intrínsecos e extrínsecos, como vidro e cerâmica, metal, plástico duro e borracha, madeira, pedras e contaminantes naturais, insetos e pragas e contaminações relacionadas à embalagem;
  • Tecnologias de detecção e remoção: relaciona as vantagens, limitações e requisitos tecnológicos de detectores de metais, raio-x, separadores magnéticos, filtros e peneiras, e classificadores ópticos;
  • Prevenção: destaca cuidado para prevenção da contaminação física, como BPF, controles de manutenção, inventário de itens frágeis etc.
  • Monitoramento, verificação e validação: como gerenciar adequadamente as medidas de controle implementadas.

O guia é gratuito e pode ser acessado diretamente no site da IFS (aqui).

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Erro grave na avaliação da conformidade de uma embalagem

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Quando pensamos em embalagem para alimentos, não devemos nos preocupar somente com o material que entra em contato direto, pois isso é um erro grave.

Por exemplo: caso a embalagem seja fabricada com uma liga de aço inox que não está presente na lista positiva (tabela da RDC n° 20/07), porém possua revestimento polimérico (verniz), de acordo aos requisitos legais de plástico, esta liga poderia ser utilizada, já que o contato direto com o alimento será do verniz?

NÃO! Se a liga de aço inox não consta na tabela com a classificação da AISI, esse material não pode ser usado, mesmo que tenha um revestimento. As ligas de aço inox possuem composição diferente das folhas normalmente usadas para a fabricação de embalagens de alimentos.

Desta forma fica evidente que todos os componentes da embalagem devem atender à legislação referente.

Créditos de imagem: Pack For Recycling.

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